Hoje foi a primeira vez, que além de te ver, me vi no fundo dos seus olhos.
Olhos nĂŁo mentem.
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Hoje foi a primeira vez, que além de te ver, me vi no fundo dos seus olhos.
Olhos nĂŁo mentem.

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HĂĄ presenças que nĂŁo pedem anĂșncio, apenas acontecem, como a brisa que chega sem fazer alarde, mas muda o ar inteiro. E entĂŁo algo dentro de mim reconhece: Ă© ali que a calma mora.
NĂŁo Ă© necessidade, nem urgĂȘncia. Ă como uma semente que repousa tranquila, certa de que um dia, talvez, encontre a estação exata. Posso esperar. NĂŁo por falta de caminhos, mas porque alguns encontros tĂȘm o dom de se insinuar como destino.
E se houver silĂȘncio, tudo bem, desde que seja aquele que escuta, nĂŁo o que se afasta. Basta um gesto, uma ausĂȘncia que ainda aquece, e eu saberei: vale a pena deixar o tempo trabalhar o que jĂĄ Ă© promessa em segredo.
Eu te vi.
E eu, te vendo ser alguém de outro alguém. Te vi vivendo sonhos passados, passados e perdidos, e eu quis, por um instante te tirar dali.
Eu te vi.
Te vi carregando o peso de ter sentido demais e de ter acreditado.
VocĂȘ percebeu que eu te vi?
As vezes me pergunto isso. Percebeu, mas nĂŁo quis me ver. SerĂĄ que entendeu que no meio disso tudo, eu te enxerguei?
Eu te vi.
Te vi segurando tua própria história, com as mãos calejadas e o coração sofrendo, pingando, exposto.
Te vi tentando nĂŁo desmoronar, tentando nĂŁo se perder no meio desse mar de sentir.
Eu te vi.
Te vi quando teu olhar fugiu do meu, enquanto se escondia dentro de si. Enquanto eu sĂł queria ser abrigo, ser abraço, ser descanso pra vocĂȘ.
E se eu disser que sinto falta, vocĂȘ acredita? Falta de como eu sentia que podia te olhar, do que eu podia pensar, imaginar, instigar sobre vocĂȘ.
Eu te vi.
Mas, serå que te olhei o suficiente? Serå que consegui, te olhando, mostrar que, para mim, nunca teve problema seu coração não ser meu nesse momento?
Porque o problema nunca esteve em vocĂȘ, estava lĂĄ fora, na voz que chamava um nome que foi quem te fez assim hoje. Nas tentativas constantes de sentir, que te fizeram voltar pra uma caixa que te encolhe, te queima, rasga, destrĂłi.
Mas, eu te vi.
Te vi mesmo assim.
Desde o começo.
E como foi bom te ver.
Eu te vi no teu cansaço, na tua luta pra existir, te vi no teu jeito torto de existir num mundo que nunca te quis inteira.
Eu te vi.
Até quando não conseguia mais se olhar.
E se algum dia se perguntar, serå que alguém percebeu? Serå que alguém entendeu? Serå que alguém viu além da casca, além da dor, da frustração, da luta?
E sim.
Eu te vi.
E te ver foi algo lindo.
Vou permanecer te vendo, de longe, talvez outros olhares, mas sempre com os mesmos olhos.
Um dia, quando se colocar de fora e ver que pode ser vista, lembra disso, que eu te vi.
E sigo te vendo.
Coisa louca essa histĂłria de intensidade. Eu sou intensa. E que difĂcil falar isso hoje em dia. Ser, e ser capaz de assumir, Ă© libertador. Eu presto atenção em vocĂȘ, no que fala, veste, escuta, olha, o jeito que mexe as mĂŁos, ou no cabelo, quando sente frio, ou sente incĂŽmodo. Eu nĂŁo sou emocionada demais, ou quero algo pra agora. Eu sĂł percebo vocĂȘ, me interessa te olhar e te perceber. NĂŁo estou aqui falando de amor. Ser intensa nem sempre Ă© amar algo incondicionalmente, eu sinto e percebo vocĂȘ. E vou guardando em mim tudo que preciso, pra que quando eu tiver a chance, eu mostrar pra vocĂȘ o quĂŁo interessante vocĂȘ Ă©.
Eu quis te perguntar qual a sua cor favorita, pra jĂĄ saber a cor do papel da primeira carta enviada. Ou entĂŁo, saber sua comida favorita, para que eu passe dias ensaiando em casa atĂ© sair perfeito pra cozinhar pra vocĂȘ. Quem sabe eu perguntasse qual seu momento preferido do dia, pra que quando eu te levasse viajar, nesse momento a gente parasse pra observar o cĂ©u juntas. Queria perguntar seu maior medo, seus sonhos, qual mĂșsica vocĂȘ canta quando estĂĄ feliz, ou qual Ă© a flor que vocĂȘ mais gosta. Saber como se sente ganhando presentes, ou se prefere a companhia num dia solitĂĄrio. Saber como prefere a ĂĄgua do banho, o amargor do cafĂ©, o ponto da carne e atĂ© a temperatura da ĂĄgua no copo. Saber em quem vocĂȘ se inspira, que cor gosta de usar nas roupas, e atĂ© qual Ă© a mĂșsica que mais escuta. Saber de onde veio, o que deseja, o que precisa para que o amanhĂŁ seja um pouco menos chato. Eu queria tanto saber de vocĂȘ. E a cada saber diferente, uma informação nova se guardando em mim, pra que quando eu feche os olhos e vocĂȘ me vier na mente, eu pense em tudo que sei sobre vocĂȘ e isso me fazer te sentir.

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Como que posso te contar que eu poderia colar cada pedacinho que quebraram em vocĂȘ, mas nĂŁo pra te montar de novo e te ter pra mim, mas pra vocĂȘ saber que vocĂȘ vale a pena, vale o tempo, vale o trabalho, vale a espera, vocĂȘ vale.
Eu disse mil vezes "nĂŁo acreditarei mais no amor", nĂŁo senti verdade em nenhuma. Porque no fundo, eu sei, que eu sou o amor. Eu vejo amor em tudo, eu coloco amor em tudo, eu sinto. E sentir nĂŁo Ă© uma vergonha pra mim, sĂł nĂŁo digo isso em voz alta, apesar de eu nĂŁo ter vergonha de sentir, o mundo nĂŁo precisa saber. Porque o sentir dĂłi, e essa dor o mundo nĂŁo valida. EntĂŁo digo novamente "nĂŁo acreditarei mais no amor", seguirei mentindo pro mundo, enquanto sinto o amor em tudo.
Eu quis fugir. Quando te vi ali, eu quis correr pra longe, pra onde eu nĂŁo pudesse mais te alcançar, ou vocĂȘ me alcançar. Quando percebi o quĂŁo nossa conversa fluĂa, e a forma que o cabelo cai no seu rosto quando fala, como o seu corpo se fecha parecendo ter medo do amor, como eu poderia te ouvir por horas a fio sem pensar em mais nada, alĂ©m de que eu devia fugir dali. Se eu ficasse, algo em mim aceitaria, aceitaria que existe a possibilidade de eu querer ficar ali. E meu bem, quando eu quero ficar, eu quero. Meu querer Ă© forte, e as vezes me derruba, me faz ver coisa onde nĂŁo tem, ja imaginou eu ficar e nesse ficar minha cabeça imaginar que vocĂȘ tambĂ©m queria ficar, e nesse imaginar eu me perder enquanto vocĂȘ fala, e de repente eu me vejo rindo pensando em vocĂȘ e lembrando em como eu ficaria horas a fio te escutando falar.
PrelĂșdio
26 de maio de 2018, sĂĄbado, por volta de 21:30.
â Eu sei que pareço um cacto. Mas se vocĂȘ aguentar os espinhos e souber esperar, eu tambĂ©m sei dar flor. â
Saber esperar. Ă isso que devemos ter em mente quando nos colocamos em situaçÔes onde o que queremos nĂŁo depende somente de nĂłs. Por isso hoje, eu volto a escrever, para, quem sabe, essas palavras me ajudarem a ter a paciĂȘncia que tanto preciso, enquanto espero. Hoje me sinto confiante para novamente voltar a escrever sobre o mundo a minha volta, no qual vocĂȘ estĂĄ presente, todos os dias, em todos os momentos, todas as horas, em todas as atitudes e pensamentos, mesmo sem saber. E nĂŁo por eu esconder, mas por vocĂȘ nĂŁo querer saber. Depois de todo esse tempo, isso em mim aumentou, eu digo isso, por talvez ainda nĂŁo poder dar nome a isso que sinto, ninguĂ©m ama sozinho, entĂŁo nĂŁo pode ser amor. Se vocĂȘ viesse, preciso antes enfatizar como isso seria maravilhoso, se chegasse, por exemplo, as trĂȘs da tarde, desde as duas eu estaria sorrindo, sei que nĂŁo sou a melhor pessoa para falar sobre sentimentos, mas eu sinto, e sinto muito, sinto tanto que me esqueço de sentir outras coisas, e assim, me sinto neutra, por sĂł sentir isso, e sĂł sentir por vocĂȘ. O mesmo tempo que faz as flores abrirem em um cacto, vai ser o tempo que vai te trazer pra mim, o cacto hoje Ă© vocĂȘ, e mesmo eu sabendo que me machuca, eu te abraçaria. Assim, mesmo machucada, dolorida, nĂŁo soltaria, nĂŁo me afastaria, pois compreenderia os seus espinhos e nĂŁo teria medo. Mas hoje, vocĂȘ sendo um cacto, infelizmente eu sou balĂŁo.
O primeiro dia, dos dias que esperarei.
- Batman Solo