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Harold não conseguira dormir. O sol já surgira no horizonte há bastante tempo, mas ele continuava sozinho na cabana improvisada que Skandar havia preparado, fazendo uma trajetória circular ao redor da cama - aquilo sempre o ajudava a pensar melhor. Porém, sua cabeça parecia a ponto de explodir, e ele sentia um nervosismo incomum. Tentava de todas as formas se manter calmo, mas aquilo era simplesmente muito para se pedir de alguém que estava prestes a voltar ao ano de 2012.
Flashes de sua vida até aquele momento passavam a todo instante por sua mente.
Pensou no momento em que Yuri o convocara para aquela reunião, a reunião que o fizera enxergar a realidade de uma forma diferente. A reunião que o fizera acreditar que viagens temporais eram realmente possíveis. Pensou em seu trajeto até as vilas, uma viagem de algumas horas em seu Jeep - que conseguira em um acordo, apenas alguns meses antes. Pensara em usar o teletransporte, mas logo desistira da ideia. Nunca visitara Draven Hill ou Yandell Valley, os nomes citados por Yuri na carta-convite que enviara ao loiro. Por esse motivo, poderia acabar chegando no lugar errado, pois só conseguia se teleportar para um local se fosse capaz de imaginá-lo em sua mente. Aquela era a principal - e talvez a única - limitação de seu poder.
Pensou também em sua chegada às tais vilas Yandell e Draven. O momento em que reencontrara Yuri e conhecera Skandar, e o momento em que Kendall tentara matá-lo com uma metralhadora. Deixou escapar um sorriso. Não haviam se tornado amigos nem nada do tipo, mas, depois de todos aqueles dias conversando sobre linhas de mundo e técnicas de construção de máquinas temporais, aqueles três certamente significavam algo para o loiro.
Após uma dessas conversas, Harold ficara realmente determinado a construir uma máquina do tempo. Saber que era possível voltar ao passado e modificar o futuro deixara o rapaz literalmente radiante. Uma esperança há muito adormecida agora queimava em seu peito. Se pudesse impedir aquela guerra terrível… Aquela guerra que o levara ao Exército. Aquela guerra que o fizera deixar seus pais. E, acima de tudo, aquela guerra que os matara cruelmente.
O Wright sabia que ele não era o único a ter passado por aquele tipo de situação. Ao observar as pessoas daquelas vilas, percebeu que muitas delas tinham aquele olhar. O olhar de quem havia sido abandonado. A maioria delas provavelmente perdera suas famílias no conflito, e o rapaz sabia que seria maravilhoso para todas elas ver seus pais e irmãos novamente.
De repente, seu relógio de pulso começou a apitar, interrompendo seus pensamentos. Estava na hora. O garoto fora instruído a esperar Skandar, mas, como a mulher não aparecera, apenas deu de ombros e deixou a cabana. Seguiu em direção ao local onde a máquina estava escondida.
Ah, aquela máquina fora com certeza a maior invenção de sua vida. Talvez a maior invenção do mundo inteiro, pensou. Se isso fosse nos anos anteriores à guerra, o governo dos Estados Unidos provavelmente confiscaria o aparelho e Harold iria para a prisão, acusado de terrorismo. Sorriu de canto. Sorte que aqueles eram outros tempos.
Entrou na máquina. Ele a fizera suficientemente grande para comportar duas pessoas, talvez até três. Porém, viagens no tempo eram extremamente arriscadas, e levar alguém com ele poderia comprometer seriamente a missão. Além disso, ainda havia uma pequena chance de o aparelho não funcionar. Mordeu o lábio. Sabia que, se esse fosse o caso, na melhor das hipóteses nada iria acontecer. E, na pior das hipóteses, ele ficaria preso em algum ponto aleatório do tempo e do espaço para o resto de seus dias.
Ignorou esses pensamentos. Ele tinha que fazer aquilo, mesmo que o matasse. Não só por ele, mas por todos. Por todas aquelas pessoas, não só das vilas, como do mundo. Por todos os sobreviventes.
Apertou levemente um dos botões do painel de comando. Imediatamente, sentiu uma forte rajada de vento, como se estivesse sendo arrastado por um tornado. A sensação era parecida com o conhecido teletransporte, mas mil vezes mais forte. E, em uma fração de segundos, já se encontrava em um lugar completamente diferente.
Assim que se situou, um sorriso iluminou seu rosto. Estados Unidos da América, 2012. E, se estivesse certo, apenas duas horas para o início da Terceira Guerra Mundial.
Agora só o que ele precisava era se teletransportar para o Oriente Médio.
Então acabamos por aqui (sem discussão, por favor, vocês são mais maduros do que isso).
Espero que tenham gostado dos especiais, fiz com carinho.
Agora vamos parar a dash, e deixá-la livre para os epílogos. Lembrem-se que a postagem começa amanhã e vai até 23:59 de terça-feira.
As fichas atualizadas serão recebidas na central nova até quinta-feira.
Preparem-se para resetar a memória dos personagens, e nos vemos na sexta-feira (ou essa ou alguma outra, dependendo de vocês).
Vocês sabem que eu sou a Queen of the Universe e que se vocês não me obedecerem eu vou matar todo mundo né? q Mentira, mas cancelar a terceira edição eu ainda posso *lixa as unhas e espera o movimento parar*
Você não nos mataria.
Boa tentativa, gatinho do Shrek, mas não funciona comigo.
Pararam? Ou o início da edição vai ter que ser adiado?

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smoker-mitchell respondeu a sua postagem:Eu amo vocês demais, mas tô perdendo a paciência....
who da hell é a megan fox
Ayanna.
Eu amo vocês demais, mas tô perdendo a paciência. Até chamei uns amigos.
Vocês sabem que eu sou a Queen of the Universe e que se vocês não me obedecerem eu vou matar todo mundo né? q Mentira, mas cancelar a terceira edição eu ainda posso *lixa as unhas e espera o movimento parar*
Calem a boca antes que eu arranque a língua de vocês.
CARALHO O QUE EU FAÇO PRA PARAR VOCÊS? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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#Tentativa02: STOP.
Gostam da brincadeira do stop? STOP.
Ok, vocês tem 10 minutos cronometrados pra máquina funcionar. Fiquem à vontade, e depois é o fim.
Morte. A palavra, por si só, já carrega um peso. É a única certeza que temos na vida, a de que todos morreremos um dia. Mas é difícil se preparar para perder alguém. Algumas almas elevadas conseguem lidar bem com as perdas, mas acredito que a grande maioria das pessoas não está pronta para ver arrancado de sua vida alguém que ama. A gente sente uma saudade diferente. É uma saudade amarrada pela certeza de que nunca vai passar. É uma saudade que vai ser eterna. A gente apenas se acostuma a conviver com a ausência, mas não esquecemos, não deixamos de sentir falta… as memórias permanecem, o peito aperta em cada lembrança, e só o tempo mesmo para acalmar o coração…
A compreensão da morte vai depender da crença religiosa de cada um. Cada um interpreta o ato de morrer de uma forma diferente. Para alguns, voltaremos em uma nova encarnação; para outros, ali acaba a vida…. Teorias não faltam para tentar explicar a morte… Mas o fato é que é difícil perder alguém. Para mim, pelo menos. Um vazio parece invadir nosso peito [...]. Enfrentar a morte é um processo que exige tempo para que consigamos lidar melhor com a situação, com a ausência em si… Eu perdi alguém. E eu nunca havia pensado no quanto dói perder alguém.
Mas a vida segue seu rumo, impiedosa. Os dias continuam passando a cada 24h e o resto de sua vida caminha a passos largos, ainda que você precise dar um tempo de tudo [...]. A fase de luto não é fácil. Dói, machuca… nossas lembranças se viram contra nós, porque trazem à tona as imagens que gostaríamos de esquecer. O mundo não para, os segundos correm, o tempo passa…
[...] Chorarei pela perda de cada um que amo, mas farei brilhar no rosto um riso, por ter podido compartilhar tudo o que foi possível enquanto estavam ao meu lado. — Morte e Perda

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Musica linda, em homenagem as pessoas especiais que passaram por minha vida.
Ok, chega de piadinha. Cinco minutos pra eu pegar meus lenços e eu posto o memorial.