CapĂtulo 20.
No dia seguinte, Micael acorda e vĂȘ Sophia deitada no peito dele, ela dormia serenamente e parecia nĂŁo acordar tĂŁo cedo, com cuidado a afastou e levantou de fininho, foi atĂ© o banheiro e pegou o frasco, o abriu e pegou a pĂlula azul nas mĂŁos.
Micael: Belezinha do papai. â deu um beijo na pĂlula. â VocĂȘ Ă© a minha salvadora, eu jĂĄ disse nĂŁo Ă©? Sophia: Falando sozinho meu amor? â disse entrando no banheiro de repente.
Micael deu um pulo e derrubou a pĂlula, a mesma caiu dentro da pia e desceu ralo abaixo. PĂŽs a mĂŁo na boca enquanto via a pĂlula indo embora. Droga! â O que houve? â perguntou preocupada. Micael: NĂŁo Ă© nada meu amor... â dizia branco. Aquilo sĂł poderia ser um pesadelo. Sophia: Mica, vocĂȘ estĂĄ tĂŁo esquisito. â mordeu o lĂĄbio. â Tem certeza que estĂĄ tudo bem? Micael: Ă sim, eu sĂł me assustei um pouco porque eu estava meio distraĂdo. â dizia atordoado. â Ă sĂł isso.
Que bela bosta! Precisava comprar mais pĂlulas urgentemente. Isso nĂŁo estava acontecendo, sĂł poderia ser um pesadelo, e do pior tipo.
Sophia: Er... â vermelha. â Vamos ficar juntos hoje? Micael: Sabe o que Ă© minha princesa? â abrindo um sorriso amarelo. â Eu preciso resolver uns assuntos do time com os garotos, e depois marcamos de jogar polo, entĂŁo nĂŁo vai dar pra gente sair hoje, mas eu te prometo que amanhĂŁ passaremos o dia inteirinho juntos. â se tocou que precisava dar a ela a pĂlula ainda no dia de hoje. â NĂO! â ela se assustou. â Podemos nos ver hoje sim, nos vemos as 19h00min. Ela sorriu.
Sophia: EntĂŁo estĂĄ bem meu amor. â apertando o nĂł do lençol mais forte para nĂŁo cair. â Eu posso tomar banho? Micael: Pode. â passou a mĂŁo no queixo observando o corpo delicioso dela, coberto apenas por aquele lençol. â Fique a vontade. â safado. Sohia: Pode sair? â completamente vermelha. Ele bufou. â Ă que eu tenho vergonha Micael. Micael: Eu jĂĄ conheço todo o seu corpo. â convencido. â NĂŁo tem nada demais eu te ver pelada. â disse obvio. Sophia: Eu nĂŁo me sinto bem sabendo que alguĂ©m estĂĄ me vendo pelada. Mesmo se esse alguĂ©m for vocĂȘ meu amor. â mandou um beijinho e deu tchau. Ele rolou os olhos e saiu.
Ao chegar ao quarto ele pegou o celular e foi para a sala, discou os nĂșmeros e logo ouviu a voz sonolenta de Rodrigo.
Rodrigo: Puta que pariu, Mica! â resmungou. â Isso Ă© hora de vocĂȘ me ligar, seu veado! Micael: JĂĄ Ă© meio dia, vagabundo! â bufou. â Cara eu preciso da sua ajuda! â falava baixo. Rodrigo: Que seja muito importante. â sentou-se na cama. Micael: Eu transei com a Sophia. â respirou fundo. Rodrigo: Isso eu jĂĄ sabia... E aĂ foi gostoso? â safado. Micael: Muito cara... Mas a minha empolgação foi tanta que... â suspirou. â A camisinha estourou meu chapa! Rodrigo: Como assim estourou? â deu um berro do outro lado da linha. âCaralho, vocĂȘ conseguiu estourar uma camisinha? VocĂȘ Ă© demais cara! â riu. Micael: Para de rir que isso Ă© serio. â rolou os olhos. Rodrigo: DĂĄ uma pĂlula do dia seguinte pra ela mano! â deu de ombros. â Mas vocĂȘ deu aquela aproveitada nĂŁo Ă©? Micael: Claro que sim! â sorriu safado. â Fodi ela sem camisinha, e ela ainda conseguiu ser mais gostosa ainda. â deitando no sofĂĄ. Rodrigo: E ela sabe? Micael: NĂŁo... Claro que nĂŁo! â olhou para os lados para ver se ela estava vindo. â Sophia Ă© muito certinha, jamais aceitaria transar sem proteção. â pĂŽs a mĂŁo na nuca. â O pior Ă© que perdi a ultima pĂlula que eu tinha. Rodrigo: Como assim perdeu a pĂlula? â confuso. Micael: A Sophia chegou bem na hora e eu me assustei e derrubei a pĂlula na pia. A desgraçada desceu pelo ralo. â agoniado. Rodrigo: Que maluquice cara. â gargalhou. â Mas Ă© sĂł ir Ă farmĂĄcia e comprar mais. Micael: Eu sei meu. â esfregou o rosto. â Mas sei lĂĄ, eu estou com um pressentimento estranho.













