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pero el pueblo (yo y mi hermana) pedimos Amor de Tiendita 💔💔💔
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Un dibujito prueba, porque necesito y ahora quizás mi única manera de dibujar en digital tendrá que ser a dedo (ˊᵕˋ;)
y es un oc que es un gatito fantasma(¿, se llama moshi
¿Tan difícil es decir un "YA NO TE QUIERO"?
Es una webada eso de engañar.
Amor de aluguel
Epílogo
Fizeram um acordo, segundo o qual ela receberia um pequeno salário e participação nos lucros.
Pelo sucesso que a rede de academias vinha obtendo naqueles dois primeiros meses, Lua fizera um excelente negócio. Em pouco tempo estaria ganhando o dobro do que ganhava na companhia de investimentos.
— Por falar nisso, conheço a pessoa que vai me substituir. — Lua disse casualmente, enquanto continuava a arrumar as gavetas. — E a posição vai ser preenchida por um homem.
Paty ficou curiosa.
— Um homem?
— Sim, o Sr. Robinson, do escritório de Melbourne.
— Do escritório de Melbourne?
— Isso mesmo. Eu o conheci numa reunião. Ele é... jovem, bonito, simpático e, principalmente, disponível.
— Não brinque!
— Pareço estar brincando?
— Você é mesmo terrível, Lua Blanco! Me enganou por muito tempo, mas agora descobri que é terrivelmente... esperta!
Lua riu.
— Aceito o elogio. Agora, podia me ajudar a levar esses papéis velhos para o incinerador? Não queremos que o Sr. Robinson encontre um escritório desarrumado, não é? — Diante do assentimento entusiasmado da secretária, ela sorriu mais uma vez e passou-lhe um calhamaço de papéis. — Ah, Paty, uma última caneca de café iria muito bem. Podia trazê-la para mim? A secretária pegou os papéis e saiu, deixando Lua sozinha.
Nesse momento ela abriu a gaveta na qual o pôster de Arthur estava guardado. Se ele soubesse da existência daquele pôster, certamente ficaria muito embaraçado. Sorriu, sabendo que guardaria aquilo como recordação por toda a sua vida.
Um dia o mostraria para Arthur, e diria que tinha sido a única mulher a ver o homem que existia por trás daquele corpo perfeito. Sim, porque Arthur sentira-se por muito tempo solitário, acreditando que as mulheres somente se aproximavam dele por causa de sua beleza física.
Num certo sentido, tinha razão. Mulheres como Melinda realmente só se interessavam por sexo. Mas aquilo era passado.
Somente Lua descobrira que ele era um homem maravilhoso, sensível, gentil, que falava com entusiasmo de assuntos como constituir família, cuidar da casa, da esposa, dos filhos... Lágrimas brotaram em seus olhos ao recordar-se da conversa da semana anterior. Arthur falara sobre crianças com tanta ternura, e seus olhos brilharam tanto ao pensar no assunto... Certo. Mas não era tempo para lágrimas, a não ser que fossem de felicidade.
Lua estava prestes a se casar com um homem perfeito e... Crianças! A palavra caiu como uma bomba sobre sua cabeça.
Desde a noite da festa, ambos tinham decidido não usar mais preservativos. Haviam chegado à conclusão de que a confiança que um tinha no outro era absoluta.
E dois meses tinham se passado desde aquela conversa. Ela andava se sentindo estranha nos últimos dias, e, pensando bem, naquele mês algumas irregularidades vinham ocorrendo... Oh, não podia ser. Estava imaginando coisas. Terminava de colocar os últimos papéis na maleta quando ouviu alguém entrando na sala. A princípio pensou que fosse Paty com o café, mas ao erguer a cabeça, deparou com Arthur parado na porta do escritório. Ele sorria. Vestia um velho jeans surrado e um agasalho de corrida. Nem mesma aquelas roupas conseguiam disfarçar seu sex-appeal. Lua sorriu, jogando os últimos papéis dentro do cesto de lixo. — O que está fazendo aqui a esta hora do dia? — perguntou com fingida reprovação. — Vim ver se minha garota estava bem. Algo errado? — Por que algo estaria errado? — Você parecia muito pálida hoje pela manhã. Ela riu. — Eu pareço pálida toda manhã. É minha cor normal quando não uso maquiagem. Pálida. — Eu achei que estava mais pálida do que o normal. — ele insistiu, encarando-a de forma inquisidora.
Lua percebeu que carregava nas mãos um pequeno embrulho. Por que estaria tão preocupado? — Depois que passamos a viver juntos comecei a reparar em certas coisas, e... Bem, acho melhor você usar isso.
Estendeu a mão, caminhando na direção dela. Lua abriu o pacote e notou que se tratava de um kit para teste de gravidez, do tipo que usualmente se encontra nas farmácias. Não era possível! Arthur tivera a mesma intuição que ela! Engolindo em seco, foi até o banheiro sem dizer uma palavra. Quando voltou, minutos depois, estava ainda mais pálida. — Ficou azul. — disse com voz rouca. Arthur deu um passo ansioso na direção dela. — O que significa? — Positivo. Nós... vamos ter um bebê. Depois de um grito sufocado, Arthur abraçou-a, beijando-a com paixão. Ainda estavam se beijando quando Paty voltou com o café. A secretária colocou a caneca sobre a escrivaninha, sem que o casal sequer percebesse, sua presença. — Isso é que é amor de verdade. — A garota murmurou com ar sonhador, e saiu silenciosamente da sala, tomando o cuidado de fechar a porta.
FIM
OBRIGADA A TODO MUNDO QUE ESTEVE AQUI COMIGO!
No he dibujado en décadas agradezco a los videos de Alex PH por ayudarme en este proceso.
No sé si hacer a Tesu como uno de los principales, porque si fuera así Hara sería Rin y él Len y me estaría revolviendo por lo que fui a la opción más fácil y simple: no dibujar a Tesu como uno de los vocaloids (eso o que sea Teto (aunque ella es un UTAU) /referencia a cierto fanart de Tesu que tengo escondido en mi galería y no lo encuentro y necesito encontrarlo porque es bellísimo y amo verlo y quiero mucho a Teto pero no tanto a Tesu y o dios mio euuuugh 😭 eeee🥺 eeuueueuuueuee 😭🥺 eeeeeuuuuueueueuueueueueu 😭😭😭😭😭 eeeeeeughhhhhhhh 🥺🥺🥺🥺🥺🥺🥺🥺🥺).
Que fue lo que escribí arriba. . .
Closeups (VIVAN LAS NOVIAS EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE)
nota extra subida después de tres segundos después de que este post se subiera: se me olvido la parte roja de su cabello ME ODIO COMO SE ME PUEDE OLVIDAR UN DETALLE TAN IMPORTANTE DE ELLA

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¿Alguna vez han tenido dos personajes que al principio (incluso si no eran la dinámica más saludable del mundo) parecían bastante shippeables, porque sí, pero luego termina con uno manipulando al otro personaje y tratándolo como si fuera simplemente una herramienta para alcanzar el destino que han perseguido durante mucho tiempo, lastimando a otros en el camino, y ya no puedes verlos igual?
Have you ever had two characters that at the beginning (even if they were not the healthiest dynamic in the world) looked quite shippeable, because yes, but then it ends with one manipulating the other character and treating them as if they were simply a tool to reach the destiny that they have pursued for a long time, hurting others on the way, and you can no longer see them the same?
Amor de aluguel
Capítulo 49 :
Lua cerrou os dentes quando viu a loura colocar a mão no peito de Arthur, sussurrando algo no ouvido de
Arthur deu um passo para trás e riu, o que fez o coração de Lua disparar. Quando ela desviou o olhar, encontrou o sorriso simpático de Maria. "Ela sabe que tipo de homem ele é", foi o pensamento que lhe passou pela cabeça.
Maria sabia que Lua não passava de uma diversão ocasional.
Naquele momento, Arthur devia estar marcando um encontro com aquela loura fatal. E a mulher era incrivelmente sexy! Quando Ned atravessou o salão para interromper a conversa dos dois, apenas confirmou o que Lua imaginara.
Os amigos deviam conhecê-lo muito bem! Ela sabia que qualquer reação de sua parte seria inútil. Arthur faria o que quisesse.
Estava fazendo ali mesmo, debaixo de seu nariz. — Não tire conclusões precipitadas. — Maria sussurrou. Lua piscou, consciente de que devia estar inspirando piedade. — Arthur apenas não consegue ser rude com as pessoas. O fato de estar rindo não significa nada.
Arthur gosta de rir e divertir-se. Conhece a história do pai dele, não conhece? Lua meneou a cabeça, sem saber como o pai de Arthur se relacionava com o fato de ele estar flertando com outra na frente dela. — Bem, o pai dele foi sempre um grande fardo, doente como era.
Mas Arthur nunca se abalou. Sempre quis manter a felicidade, por mais difícil que isso fosse. Podem ter havido muitas mulheres na vida dele, mas nenhuma significou nada, acredite.
— Entendo. Mulheres nunca significam nada para ele. São apenas "descanso e diversão", como ele mesmo diz. Provavelmente troca de mulher como troca de roupa. — Ele já foi assim. No passado.
Mas mudou muito desde que o pai morreu. Você é diferente das garotas que ele já conheceu. — Você quer dizer que sou mais velha, e não tão bonita quanto às outras. Não tente ser gentil apenas para me fazer sentir melhor.
Eu sabia no que estava me metendo quando me aproximei de Arthur, e é claro que ele saiu comigo porque sou diferente das outras. Mas agora vejo que a loura fatal vai retomar o lugar que já foi dela uma vez. — Não concordo.
Arthur nunca voltaria para ela. Pelo menos enquanto estiver com alguém como você. — É muito gentil de sua parte, mas não acredito. — Não se menospreze. E, por falar nisso, você é muito bonita. — Lua riu. Um riso triste. — Pode não acreditar, mas estou muito feliz por ver Arthur com alguém como você.
Os homens ficam fartos de mulheres fáceis depois de algum tempo, e Arthur é um homem muito esperto. Escolheu muito bem. Lua balançou a cabeça, desconsolada. Sabia que ela mesma fora uma das mulheres "fáceis" a que Maria se referira.
Mas não podia competir com louras fatais o resto da vida. Sabia que não ia ter a mínima chance. — Como vai indo, amor? O rosto dela ficou pálido ao notar que Arthur estava na sua frente, sorridente.
Amor de aluguel
Capítulo 48 :
Mas a pena transformou-se em curiosidade quando uma atraente morena aproximou-se sorrindo e segurou-o carinhosamente nos ombros.
— Está namorando de novo, Ned? — a morena o repreendeu com afeto. — Oi, Arthur.
Esta é sua Lua? Olá, Lua. Sou Maria, esposa de Ned. Lua estava impressionada com o charme e a beleza de Maria.
Percebeu rapidamente que ela era muito devotada ao marido, um homem encantador, cheio de humor e muito esperto.
— Já exibimos os comerciais uma vez, Arthur. — Ned comentou. — Todos acharam muito bom.
Você estava ótimo. Não sei por que ficou preocupado. Já viu os comerciais, Lua? — Não, mas adoraria. — Arthur dirigiu-lhe um olhar penetrante, mas ela o ignorou. — Poderia me mostrar? — Dentro de alguns minutos. — Ned respondeu, virando a cadeira para não ficar no centro da roda. — Ora, Ned, você às vezes parece um tanque de guerra! — Maria reclamou. — Quase passou em cima do meu pé! Arthur, querido, poderia pegar drinques para mim e para Lua? Minutos depois os comerciais foram exibidos novamente.
Ned tinha razão. Arthur estava muito bem. Melhor que isso, estava incrivelmente sexy. Lua já podia até imaginar mulheres percorrendo quilômetros para inscrever-se nas academias "Corpo Perfeito", na esperança de encontrar o corpo perfeito em pessoa.
Quanto à voz dele... Ainda não tinha notado como era sensual, profunda e grave. Sentiu arrepios quando ele olhou para a câmera e disse: "Um belo corpo precisa de exercício.
Venha conhecer nossas academias e exercite sua beleza". — Vamos lá, Lua. — Ned disse quando a exibição terminou. — Dê-nos sua opinião. O que achou? — Acho que vão precisar contratar mais telefonistas para atender aos chamados — ela comentou sorrindo. — Viu, Arthur? O que foi que eu disse? — Você estava ótimo, Arthur. — Maria concordou. — Claro que estava! — A voz pertencia a uma loura, que aproximou-se do grupo sorrindo.
Era uma mulher bonita e voluptuosa, com um míni vestido preto quase indecente. — Não se lembra de mim, Arthur? — indagou numa voz sensual. — Melinda... Melinda Shull. Todos olharam para Arthur, que encarava a loura com um sorriso nos lábios. — Melinda Shull. — ele repetiu. — Como poderia esquecer? O que está fazendo aqui? — Trabalhando numa revista esportiva. Sabe como é... — Um sorriso sexy formou-se em seus lábios. — Sempre gostei de esportes. — E de esportistas. — Arthur comentou com uma risada. — Não vai nos apresentar para sua amiga, Arthur? — Maria cortou, talvez notando a expressão de Lua.
Lua não disse uma palavra enquanto Arthur fazia as apresentações, mas notou que ele se referiu a ela simplesmente como "uma amiga". — Podemos conversar a sós por um minuto, Arthur? — Melinda perguntou, usando mais um de seus sorrisos sensuais. — Tenho uma ideia para um artigo sobre suas academias e gostaria de discuti-la. — Bem, acho que vou precisar de toda a publicidade grátis que puder conseguir.
Tome conta das damas, Ned. Volto num minuto.
Lua observou, consumida pelo ciúme, Arthur afastar-se com a loura. Já entrava numa depressão profunda quando Ned segurou-a pela mão. — Não se preocupe com aquela mulher. Eu a conheço. Era chefe de torcida quando Arthur e eu jogávamos na universidade.
Arthur chegou a sair com ela, mas isso foi antes de descobrir que Melinda tinha dormido com o time todo. — Sorriu com gentileza.
— Agora que ele encontrou uma garota decente como você, não vai mais sair com tipos como ela.
Não acha, Maria? Maria não parecia tão convencida disso. — O quê? Oh... não, claro que não.
Mas talvez não seja boa ideia deixar Melinda monopolizar Arthur. Há muitos outros repórteres querendo ser atendidos.
Eles olharam para o canto no qual Arthur e Melinda conversavam.