when I am sick everybody tells how beautiful my skinny body is so I have a hard time wondering if I am the only one sick
Veronica Marques
seen from United States

seen from Russia

seen from United States
seen from South Africa
seen from China

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Canada

seen from China

seen from Malaysia

seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from Canada
seen from Poland
seen from Belarus
seen from United States

seen from Poland

seen from Brazil
when I am sick everybody tells how beautiful my skinny body is so I have a hard time wondering if I am the only one sick
Veronica Marques

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Vomitava borboletas mortas de um amor adoecido Só pra depois sentir As lagartas de amor se remoendo Cedo demais Para serem vomitadas Logo mais Ao perceber Que o novo amor Já não lhe satifaz
Veronica Marques
— Vemos sua temperatura? — disse ela, indo procurar um termômetro eletrônico na mesa. — Está mais alta do que o normal. Seus olhos âmbar voaram para os dele. — Por seu braço. — Não, por seus olhos.
Amante Vingado -- J. R. Ward
É estranho imaginar-me presa num emprego entediante, ganhando dinheiro para sustentar-me durante toda uma vida sabendo que no final das contas isso foi em vão. É horrivelmente assustador pensar em quão rápido minha vida vai passar. É uma das piores coisas em ser atéia. Saber que no final das contas você não tem uma fodida segunda chance. Que se você não fizer o que te faz feliz agora, nunca fará. É uma das poucas coisas que eu concordo com a Biblia Sagrada: conhecimento demais nos faz sofrer. As vezes eu acho que as pessoas com religião são mais felizes. Elas acreditam que podem refazer os erros, ou até mesmo viver um pouco mais do que o pretendido. Não estou aqui para falar de religião alguma. Na verdade, sequer sei porque estou escrevendo isso. É como se uma sensação sufocante se apossa-se de mim ao pensar que não terei tempo para fazer tudo que quero. É sufocante saber que no final das contas ninguém é fodidamente livre de verdade. Estamos sempre presos na escola, depois na carreira e no final das contas, -- quando a morte finalmente chegar -- perceberemos que não fizemos merda nenhuma. Talvez eu demore dias para terminar esse texto, ou apenas uns minutos. Talvez meus gatos continuem miando por atenção enquanto eu digito freneticamente em frente ao computador. A janelinha do fodido msn piscando. E eu continuou com essa maldita sensação de sufocamento. Droga, que merda de escritora que eu sou. Só queria ser livre. Livre. No final das contas, percebo, que ninguém de verdadeiramente feliz quando se é livre. A liberdade é dolorida de se conseguir. Queremos apenas a sensação de tê-la. A sensação de podermos fazer o que der na fodida telha. A vida é uma tremenda vadia e a liberdade verdadeira é sua fodida aprendiz.
Ando vendo Sons Of Anarchy e escutando Sex Pistols demais... -- Verônica Marques
Eu sempre fui muito forte, sabe? Depois de pequena a vida fodia comigo. Com uns quatro anos meu pai arrumou as coisas dele e foi embora de casa, me deixando sozinha até minha mãe chegar do serviço. Superei e perdoei o desgraçado. Com 7, minha vó teve um infarto na minha frente, no meu quarto. Até hoje minha mãe diz que ela estava viva ao chegar no hospital. Eu sei que é mentira. Eu vi os olhos dela. Vi ela gritando "vai embora, vai embora!" e esmurrando o chão do meu quarto. Não tinha mais vida ali. Depois disso, minha mãe entrou em depressão. Quinze dias sem comer, beber, chorar, falar. Só fumar. Eu fiquei do lado dela todo o tempo. Segurando na mão e esperando a vizinha da frente trazer comida e falar comigo como se nada disso tivesse acontecendo. Eu não chorei nesse tempo todo. Minha mãe superou, eu superei. Com uns 10/11 anos minha casa foi inundada. A água levou metade dos moveis. Vi o desespero no rosto da minha mãe. Vi minhas coisas indo embora. Superei, me reconstruí. Mas com meus fodidos 12 anos, eu regredi. Me deixei abalar por causa de coisas bestas como a opinião alheia. Minhas "amigas" diziam que eu não era boa o suficiente. Eu comecei a ficar deprimida. Minha mãe percebeu. Ela me perguntava, e eu não respondia. E isso acabou com nosso relacionamento. Uma pisciana tentando desvendar o coração de uma taurina? Isso nunca ia dar certo. Foi quando eu comecei a me cortar. Eu já fazia isso desde pequena, sabe? Mas não sabia o que fazia. Por exemplo: eu errava algo, e em punição eu pegava uma pedra e apertava no meu braço até marcar, ou mordia minha língua até sangrar. Eu não consegui esconder por muito tempo. Briguei com minha mãe e me cortei na frente dela, o que foi a gota d'água. Policia, hospital, dramas. Paulo resolveu finalmente ser pai e quis me ajudar. Acabei fazendo um dos maiores erros da minha vida: me apeguei a religião por causa dele. Depois de tantos anos de carência, pensei que se o agradasse ele iria se importar comigo. Mais uma vez, eu criei brigas em casa por isso. Achava minha mãe impura, assim como eu. Nesse meio, nessa confusão, eu quase morria todos as dias. Acordar era como levar um tiro na boca do estomago por ainda estar viva. Até que eu conheci uma pessoa. Uma mineira que tem preguiça até de falar, que não penteia o cabelo e que tem uma voz linda. Começamos a nos conhecer, e ela com um jeito descarado conseguiu conquistar minha confiança, o que é algo quase impossível. Na época, ela sofria por um amor. O mais irônico era que a menina que ela gostava morava na mesma cidade que eu, e se bobiasse já teríamos nos encontrado em encontros de tumblr. Eu fiz de tudo pra ajuda-a com isso; ajudei-a a passar mal bocados quando a menina brincava com o coraçãozinho dela... Ia dormir pensando em como ela estaria, se estava bem ou mal. Ela é a unica pessoa que sabe tudo o que eu sinto. Mesmo. Ela é a unica que sabe todas as minhas razões. Nem mesmo minha mãe, que seria a pessoa mais próxima de mim sabe o quanto a creme -- apelido lindo dela, não? -- sabe. Até que chegou um dia que ela começou a se machucar. Foi o mais profundo dos cortes que eu pude sentir. Uma pessoa que eu amava estava triste ao ponto de se cortar. Ela mandou uma ask "eu me cortei" em anonimo no dia. Eu sabia quem era na hora. Comecei a chorar, coisa que eu nunca tinha feito por ninguém. A menina que tinha salvo minha vida estava se machucando. Só então que eu percebi o que minha mãe sentia. O desespero que é quando você vê alguém que ama nesse fundo de poço. Eu fiz de tudo para ela parar. Ela parou. Ela mudou. Ela cresceu. E agradeço a tudo que considero sagrado por isso. Eu vi ela crescer como pessoa, como mulher. Eu vivencie angustias dela, assim como ela vivenciou as minhas. Eu vi a animação dela quando ficou com a primeira menina, até seu atual amor. Rimos juntas. Briguei varias vezes com a minha mãe só pra ficar um pouquinho mais no computador pra conversar com ela. Briguei, brigo e brigarei com quem for preciso por ela. Mas agora a gente tá distante, não sei. É estranho. Não é como era antes. E isso é ruim. Eu só queria que tu soubesse que eu nunca vou te esquecer. Porque se não fosse você eu não estaria aqui. Te devo minha vida, amiga. Irmã. Eu te amo, porra.
Se eu acreditasse em Deus, diria que foi ele te mandou pra mim...

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Meu. A palavra gritou em minha mente. Meu e ninguém toca. A necessidade absurda de provar isso para tudo e todos era gritante. Senti um leve cutucão no braço. -- Quem é ele? Ele é meu, quis gritar. Suspirei. -- Ninguém.
Meu. -- Verônica Marques
Enquanto no Pit, Vishous saiu do chuveiro e gritou como uma menina, chocando-se contra a parede de mármore. Wrath estava de pé no banheiro, um grande homem vestido de couro do tamanho de um maldito Escalade. — Cristo, meu senhor! Por que assusta a um irmão?
Amante Revelado -- J. R. Ward
O que sinto por você é algo inexplicável. Quando te vejo é como se alguma coisa explodisse dentro do meu peito, fazendo bater tão forte que eu poderia morrer. Eu quero te proteger, como se tudo o mais a sua volta fosse perigoso. E você, por ironia do destino, acaba me protegendo. E mais ironico ainda é você não precisar de mim dessa forma.