
seen from Switzerland

seen from Switzerland
seen from China

seen from Palestinian Territories
seen from Thailand
seen from Czechia
seen from United States
seen from China
seen from Austria
seen from Canada
seen from China
seen from United States
seen from Taiwan

seen from Germany
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Spain

seen from China

seen from United States

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
O erro da nossa geração é achar que beleza é mais importante que amor.
Lembre - se:
Em caso de emergência, ore. Em caso de sucesso, agradeça.
13 de Junho de 1978:
E eu estou aqui, sentada neste balanço em um parque perto de casa. Eu gosto de vir aqui a noite, normalmente após o jantar. Neste horário aqui fica deserto, não se vê nenhuma alma vagando, concordo que é meio perigoso mas, nunca teve indícios de assassinatos ou estupros nessa região. A noite está perfeita, o céu foi tomado pelas estrelas, a lua cheia com tamanha beleza que chega a tirar o fôlego, e o vento leve tocando suavemente em meu rosto, fazendo com que meus cabelos se movimentem. Ah, a lua cheia. A época em que me lembro dele com mais força do que em qualquer outro dia. Por que? Porque uma vez ele me disse, “Está vendo a lua? É a mesma que nos une, não importa o quão longe esteja, mas aqui é a mesma lua do que aí, e ela me transporta até você…”, desde então, em toda lua cheia em que olho para o céu, me lembro dele, dos nossos planos, das nossas palhaçadas e loucuras. Confesso que essas lembranças ainda me tiram muitos sorrisos, lágrimas, sono e sossego. Conforme a noite vai ficando mais escura, o vento fica mais gélido, as estrelas agora parecem brilhar com mais força. As lembranças vão tomando conta da minha mente fazendo com que eu derrube uma lágrima. “Ele nem deve se lembrar de mim - falando sozinha, sorrio ironicamente. - e eu aqui, sofrendo com cada lembrança que parece querer de propósito passar em câmera lenta em minha cabeça.”, elas me torturavam pouco a pouco, me fazendo sentir raiva, ódio, saudades, tristeza, mágoas e outros milhares de sentimentos, todos acumulados aqui dentro. Escuto uns passos ao longe, pisando nas folhas secas que caíram com os ventos de outono. Os passos pararam perto de mim, me viro lentamente e lá estava ele, lindo como sempre, seus olhos fitando os meus, ficamos parados sem nenhuma reação por alguns segundos, quem sabe minutos, eu estava tão nervosa que perdi a noção do tempo. Ele se aproximou e sentou-se no balanço ao lado do meu:
-- Bela noite né? - disse ele.
-- Sim, muito bonita. O que está fazendo aqui? Se perdeu? Sua casa é do outro lado da cidade."
-- Nossa que grossa! - resmungou ele.
-- Eu já vou voltar pra casa, já está tarde. - me levantei do balanço mesmo querendo ficar lá, observando cada detalhe dele, quando ia dar um passo para frente ele me interrompeu.
-- Eu lembro quando nós vinhamos para cá, você sentada no balanço enquanto eu empurrava. - ele dá um grande sorriso irônico. (ironia sempre foi a especialidade dele). - "Nós", isso já não existe a um bom tempo né?
-- Eu acho que nunca existiu um "nós".
-- Então não significou nada para você? - disse ele olhando para baixo, agora sem toda aquela ironia insuportável.
-- Sim, significou muito para mim, e por mais que eu tente não me importar, continuo me importando... - me sento novamente no balanço, com a cabeça baixa, quase não se ouvia a minha voz, porque se falasse um pouquinho mais alto, ele perceberia que eu estava segurando para não chorar. - (...) Mas do que adianta só um se importar? Só ter sido significativo para um? Do que adianta só um cumprir com as promessas que os dois fizeram? Do que adianta só um ter falado sério quando disse "Eu te amo"? Não adianta nada, não muda nada, só faz com que esse "um" que se importa sofra. - engoli o choro, ele ainda estava de cabeça baixa, olhando para o chão e se balançando lentamente sem tirar os pés do chão, levantei a cabeça e falei alto e firme. - Então, para de dar uma de "vítima" porque nós dois sabemos que pra você eu não passei de mais uma "putinha" particular sua! Eu que não signifiquei nada pra você! E o que você veio fazer aqui? Me atormentar?
Ele continuou mudo, apenas tirou um envelope do bolso de seu casaco, segurou-o por alguns minutos, calado. Eu também fiquei quieta, esperando a resposta dele em relação ao que eu havia dito anteriormente. Mais alguns segundos calado, ele levantou devagar a cabeça, virou-se para mim, pude ver seus olhos vermelhos e as lágrimas deslizando pelo seu rosto até cair no chão. Eu senti que se piscasse, não conseguiria mais segurar o choro, olhando para ele daquela forma, por milésimos de segundos, senti que eu estava enganada, que ele havia se importado e que ainda se importava. Ele sorriu e estendeu uma mão com o envelope, com a outra enxugou suas lágrimas que ainda desciam de seus olhos involuntariamente. Peguei-o e olhei para o envelope branco, só havia o meu nome escrito nele com letras pequenas e redondas. Ele se levantou devagar e disse:
-- Eu sinto muito, você tem razão, eu sabia que estaria aqui mas, não sei bem o que vim fazer ao certo. Me desculpe. - virou-se e foi caminhando entre as folhas secas, seus passos foram se afastando até que não ouvi mais nenhum som além do canto dos grilos.
Continuei ali, sentada sozinha naquele balanço olhando para o envelope, com medo de abri-lo. Olhei no celular e já marcava nove e meia da noite, me levantei e comecei a caminhar até em casa. Meus pais não estavam, haviam ido a uma viagem de negócios, a mamãe foi no carro do meu pai, deixando o dela para mim caso eu precisasse para alguma emergência. Chegando em frente a minha casa, hesitei em entrar, sabia que se entrasse e fosse até ao meu quarto escuro, desabaria, choraria como um bebê recém-nascido quando sente a horrível dor no peito ao respirar pela primeira vez. Começou a ventar mais forte, fazendo com que meu corpo estremecesse, peguei a chave em meu bolso e fui em direção a porta, destranquei-a e entrei. A sala estava um breu, com as mãos, procurei o interruptor e ascendi a luz, joguei a chave em cima do sofá e fui para a cozinha, abri a geladeira - uma das minhas manias, abrir a geladeira para pensar na vida. - olhei um pouco os alimentos que tinha, queijos, bolo, frutas, leite... Confesso que não procurava nada lá, fechei-a, subi as escadas e caminhei até meu quarto que fica no final do corredor no segundo andar da casa. Entrei no quarto, escuridão total, não procurei ascender a luz, apenas fechei a porta e tirei os sapatos, me joguei na cama e agarrei meu travesseiro com força. O envelope que ele me dera ainda estava em minha mão, liguei meu abajur que fica ao lado de minha cama em um criado-mudo, sentei-me com as pernas cruzadas - colocando o travesseiro em meu colo. - e comecei a observar o envelope mais um pouco antes de abri-lo, ainda acho que não abri de imediato por medo de ler algo que me magoasse ainda mais, que destruísse o pedacinho que ainda restava do meu coração. Abri lentamente o envelope branco, com cuidado para não rasga-lo, de dentro dele, tirei um papel rosado que exalava um perfume suave, desdobrei-o e comecei a ler:
"Oi... É eu não sou muito bom em expressar meus sentimentos e muito menos escreve-los, eu sei que o começo ficou uma bosta, quem começa uma carta hoje em dia com um simples "Oi"? Bom, eu estou sentado na minha escrivaninha, ah você sabe muito bem que eu ODEIO escrever né? Mas olhando para este quarto me veio tantas lembranças que... Senti necessidade de sei lá. Escreve-las? Deixar marcadas em um papel para quem sabe um dia alguém ler e se emocionar? Ou então se identificar? Ou então, apenas escreve-las para que quem sabe você chegue a lê-las. - É, eu não tenho nenhuma intenção de entregar esta carta à você, eu estou é achando uma forma de tirar toda essa dor que não se foi com o meu mar de lágrimas. - Lembra quando chegamos bêbados de uma festa que entramos de "penetra?" Você estava tão linda, com as bochechas vermelhas de tão bêbada, mal se aguentava em pé e mesmo assim ficava me provocando, mordendo seus lábios rosados e brincando de poli dance no batente da porta. Lembra aquela noite que você pulou a janela de sua casa e veio de carona até a minha? Maluca mesmo, poderia ter sido violentada pelo motorista, fiquei tão bravo com você, mas confesso que foi uma das noites mais felizes da minha vida, eu e você, nós no meu quarto assistindo um filme de terror bobo, agarradinhos na cama comendo pipoca. Lembra quando eu estava doente? Gripe eu acho, eu estava de cama e você veio e passou a noite aqui comigo, dormimos de conchinha, você cuidando de mim, brigando para que eu tomasse o remédio que tinha um gosto horrível e me mimando. Apesar de não parecer, eu me lembro de cada detalhe desses dias, na verdade, de todos os dias que passei ao seu lado. Sei que não cumpri com nossas promessas, não deu tempo de realizar nossos planos, sei também que a culpa de ter perdido a mulher da minha vida é minha. E essa saudade, essas lembranças me faz escrever. Sabe, eu sinto tanto a sua falta, eu choro quase todas as noites, eu me perdi, fiquei sem rumo, sem destino e sem vontade de viver. No começo eu te ligava todas as noites, as vezes você me atendia, eu tentava dizer o que estava sentindo mas não dava tempo porque ao ouvir a minha voz, você desligava o telefone. Eu ia até a sua casa e seus pais sempre diziam que você não estava, mas eu sabia que você estava lá. Até que então eu cheguei a me limitar á apenas ficar do outro lado da calçada, ficava sentado na guia olhando para a sua janela, acho que eu esperava que você a abrisse e que quando me visse lá, desse um belo sorriso, o qual mexe comigo de uma forma que sei lá, me faz ter vontade de guarda-lo só para mim. As vezes sinto vontade de fechar os olhos e nunca mais abri-los. Me desculpe minha pequena, sei que "Desculpa" não muda nada, não resolve nada, mas é a única coisa que eu consigo dizer no momento. Me desculpe. Desculpe não ter dado toda a atenção que você merecia, me desculpe por te-la feito chorar inúmeras vezes, me desculpe cada vez que fiz com que você sentisse ciúmes de propósito. Eu te amo muito, e a cada dia que passa sinto mais raiva e ódio de mim. Eu já não sei o que é adormecer, mas sabe... O meu maior desejo é que você seja feliz, que você encontre o cara que realmente te mereça, que lhe dê toda a atenção necessária, que cuide de você e que não lhe faça ciúmes só para se sentir o "tal". Eu te amo demais para desejar que você me ame, pois sei que você merece alguém muito melhor que eu"
Eu terminei de ler a carta, algumas palavras nela estavam borradas por culpa de minhas lágrimas que escorreram do meu rosto até cair na folha enquanto eu lia. Minhas mãos tremiam, coloquei a carta em cima do criado-mudo, agarrei novamente meu travesseiro e chorei. Chorei por aproximadamente uma hora, o relógio do meu celular marcava dez e meia da noite, levantei sem pensar, desci as escadas de casa - quase me jogando do primeiro degrau para chegar mais rápido ao andar de baixo. - peguei as chaves do carro da minha mãe de cima da mesa da sala de jantar e sai em rumo a casa dele. No caminho, quase bati o carro em um ônibus, eu estava a 120 km/h, chegando a casa dele, parei o carro do outro lado da rua, fiquei dentro dele uns minutos, parada com ele desligado. Fiquei pensando no por quê dele me entregar aquela carta sendo que nela dizia que ele não a entregaria. Desci do carro, atravessei a rua e toquei a campainha de sua casa. Ele não abriu-a, dei uns passos para trás e percebi que não havia nenhuma luz acesa, então comecei a gritar pelo seu nome até que um dos vizinhos saiu:
-- Desculpe mocinha, mas ele não está.
-- Como assim não está? O senhor sabe para onde ele foi?
-- Olhe eu o vi saindo com umas malas, acho que foi viajar.
-- Viajar? - Corri para dentro do carro, liguei-o e dirigi o mais depressa possível para o aeroporto. Chegando lá, o procurei nas filas onde compram os passaportes, nada dele lá. Até que então me cansei, sentei em uma das cadeiras de espera e comecei a chorar, coloquei o rosto entre as minhas mãos, chorei durante um bom tempo, até que senti alguém tocando em minha cabeça, não olhei para trás para ver quem era:
-- Meu Deus, eu o amo! Acabei de perder completamente o homem da minha vida, a pessoa com quem eu quero passar o resto da vida, ter filhos com o sorriso dele, ter um lar. Eu o perdi. Perdi. Perdi pra sempre. - Disse eu soluçando. - Ele foi embora sem ao menos se despedir. QUE DROGA! COMO PUDE DEIXA-LO IR? COMO? MEU DEUS EU O AMO MUITO!
-- Eu te amo muito mais pequena... - Eu me virei para trás rapidamente, e lá estava ele, chorando como um bebê querendo o colo protetor de sua mãe, me levantei quieta e o abracei forte, muito forte. - E eu quero viver o resto de minha vida com você amor, iremos ter filhos, com o meu sorriso e seus olhos, envelheceremos juntos e nos amaremos cada dia mais.
-- Promete?
-- Sim. E dessa vez, irei cumprir com a minha promessa.
-- Você disse que não me entregaria a carta, por que no final entregou-a?
-- Porque... Não sei, foi como uma forma de despedida eu acho.
-- Eu te amo meu princeso!
-- Eu te amo minha pequena!
-- Sua?
-- Minha, só minha!
-- Meu, só meu! -- Apenas um conto. (Poeta-Agridoce)
ás vezes por detrás dum :" não aconteceu nada" está :" não conto porque vou chorar"

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Querido Português, não quero saber se o seu Passado é Perfeito ou Imperfeito. O que passou, passou, vamos seguir em frente!
sou teimosa, ciumenta, confusa, stressada e bruta e ainda assim consigo ser a pessoa mais sensivel do mundo.