â â â â â đč NAGI REALMENTE QUER aprender a fazer sexo oral e, mesmo depois de demonstrar bastante habilidade, ainda sente que tem muito a aprender com sua querida amiga e professora â vocĂȘ.
ă €cw đđ +18 MDNI!! pwp, fem!reader, afab!reader, conteĂșdo explĂcito, personagens envelhecidos (+20), relacionamento nĂŁo estabelecido, sexo oral (f!recebendo), facesitting, meio sub!nagi, leitora soft!dom, elogios, nagi mentiroso, negligĂȘncia de prazer
Nagi nĂŁo se lembrava exatamente de quando aquele acordo amigĂĄvel havia começado. E, se vocĂȘ perguntasse, ele tambĂ©m nĂŁo saberia dizer por que diabos tinha feito a proposta para começo de conversa.
Tudo começou com uma reclamação sua sobre o ex-namorado â um idiota que, segundo vocĂȘ, era pĂ©ssimo em sexo oral. Nagi, com sua tĂpica preguiça e expressĂŁo entediada, soltou um comentĂĄrio aleatĂłrio:
â Eu provavelmente tambĂ©m nĂŁo seria bom nisso.
VocĂȘ riu, mas ele continuou te encarando com aqueles olhos indiferentes.
â Me ensina.
E vocĂȘ, talvez pela surpresa, talvez pela curiosidade, aceitou.
O que era para ser uma Ășnica vez se estendeu. E se repetiu. E se tornou algo rotineiro, quase semanal. Nagi aprendia rĂĄpido â ele sempre aprendia rĂĄpido quando queria. Em poucas semanas, jĂĄ era melhor que qualquer outro cara que vocĂȘ tinha conhecido. Mas sempre, sempre, dava um jeito de prolongar as "aulas".
â Ainda nĂŁo estĂĄ bom â ele dizia, com a voz arrastada, lĂĄbios brilhando com saliva e baba de boceta. â Posso melhorar.
E vocĂȘ deixava. E ele voltava a enterrar o rosto entre suas coxas abertas.
Naquela noite, o quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave que entrava pela cortina entreaberta. VocĂȘ estava deitada na cama, completamente entregue, as pernas abertas para ele como um presente. Os cantos dos seus lĂĄbios entreabritos brilhavam, Ășmidos, e Nagi observou aquilo por um longo segundo antes de se mover.
Ele nĂŁo era de pressa. Nagi Seishiro era preguiçoso para quase tudo â levantar da cama, ir para os treinos, responder mensagens. Mas ali, entre suas coxas, ele se transformava.
Deslizou uma mĂŁo sob seu monte de VĂȘnus, erguendo-o levemente com cuidado, enquanto abaixava a cabeça. A saliva acumulada em sua boca escorreu quente quando ele lambeu, devagar, sua fenda Ășmida. Umedecendo, provando, preparando.
Sua lĂngua deslizou para fora, longa e grossa, arrastando-se lentamente por todo o comprimento â da base do perĂneo atĂ© a ponta sensĂvel do clitĂłris. VocĂȘ prendeu a respiração quando o sabor explodiu na boca dele: forte, picante, com um leve amargor que fez o corpo de Nagi reagir de um jeito que ele nunca admitiria em voz alta.
Seu pau pulsou violentamente dentro da calça, dolorido e ignorado.
Porque Nagi nunca se tocava durante aquilo. NĂŁo era sobre ele. Era sobre vocĂȘ. Sobre o som dos seus suspiros, sobre o jeito que seus dedos enrodilhavam os lençóis, sobre como seu quadril se movia instintivamente em direção Ă boca dele.
Ele adorava aquilo. Adorava de uma forma que nunca imaginou ser possĂvel.
Sempre foi o cara desligado, apĂĄtico, que nĂŁo movia um mĂșsculo sequer para as tarefas mais bĂĄsicas. Preguiçoso por natureza, acomodado por escolha. Mas quando se tratava de comer sua boceta?
Nagi Seishiro colocava esforço.
Ele colocava vontade.
Colocava a lĂngua, os lĂĄbios, os dedos quando necessĂĄrio â e principalmente, colocava aquele olhar semicerrado, meio entediado, que contrastava perfeitamente com a intensidade com que te devorava.
Agora, com o rosto enterrado entre suas pernas, ele alternava entre lambidas longas e preguiçosas e movimentos circulares precisos no seu clitĂłris. Sentia cada pequeno tremor do seu corpo, cada arrepio, cada vez que vocĂȘ tentava fechar as pernas instintivamente e ele as empurrava de volta com os ombros.
â Fica assim â murmurou contra sua pele, a voz abafada, quente. â Deixa eu continuar.
VocĂȘ gemeu algo que poderia ser o nome dele, mas saiu embaralhado. Nagi sorriu â um sorriso pequeno, quase invisĂvel â contra sua carne Ășmida.
Ele sugou seu clitóris com cuidado, depois com mais pressão, até te sentir à beira. Então parou.
â Nagi... â vocĂȘ reclamou, a voz falhando.
â Ainda nĂŁo estĂĄ bom â ele disse, erguendo o rosto brilhante, os olhos meio cerrados encontrando os seus. â Posso melhorar.
E antes que vocĂȘ pudesse responder, ele voltou a enterrar o rosto entre suas pernas, mais uma vez, como se nĂŁo houvesse nada no mundo que ele preferisse fazer.
Porque, no fundo, nĂŁo havia.
Nagi estava concentrado, a lĂngua deslizando em movimentos lentos e precisos, quando sentiu seus dedos enterrarem-se em seus cabelos brancos.
Mas, diferente das outras vezes, vocĂȘ nĂŁo apenas segurou. VocĂȘ puxou.
Com força.
Um fio de saliva ainda ligava a lĂngua dele ao seu clitĂłris quando vocĂȘ o afastou, erguendo o rosto dele para que te olhasse. Nagi piscou, confuso, os olhos meio turvos e os lĂĄbios brilhantes, inchados de tanto te chupar.
â Senta â vocĂȘ ordenou, a voz firme apesar do peito ofegante.
Nagi franziu a testa levemente, mas obedeceu. Sentou-se sobre os calcanhares, entre suas pernas, as mĂŁos apoiadas nas coxas macias. Ele parecia quase inocente assim â cabelo desgrenhado, bochecha levemente corada, olhos entreabertos te encarando como se esperasse instruçÔes.
VocĂȘ se sentou na cama, ficando de frente para ele. Passou os dedos pelo cabelo dele com um toque quase carinhoso, e Nagi instintivamente inclinou a cabeça, se entregando ao afago como um gato preguiçoso.
Foi entĂŁo que vocĂȘ apertou.
Seus dedos enrodilharam os fios brancos e vocĂȘ puxou a cabeça dele para trĂĄs, expondo o pescoço longo e a linha da mandĂbula. Nagi prendeu a respiração, mas nĂŁo reclamou. NĂŁo se mexeu. Apenas deixou.
â VocĂȘ diz que nĂŁo estĂĄ bom â vocĂȘ começou, a voz baixa, controlada. â Mas a gente sabe que isso nĂŁo Ă© verdade, nĂŁo Ă©, Nagi?
Os olhos dele se arregalaram por um segundo â surpresa, talvez â mas ele rapidamente os semicerraram de volta, tentando disfarçar. VocĂȘ conhecia aquele olhar. Era o mesmo que ele usava quando tentava esconder que se importava.
â VocĂȘ Ă© bom â vocĂȘ continuou, soltando o cabelo dele e deslizando a mĂŁo para o rosto, o polegar traçando a linha do maxilar atĂ© o queixo. â VocĂȘ Ă© Ăłtimo, na verdade. EntĂŁo por que continua inventando desculpas?
Nagi desviou o olhar por um momento, algo raro. Ele sempre te encarava com aquela indiferença calculada, mas agora... agora ele parecia quase desconfortåvel.
â SĂł acho que... â ele começou, a voz arrastada, mas vocĂȘ apertou o queixo dele entre os dedos, forçando-o a te olhar.
â Olha pra mim quando estou falando com vocĂȘ.
Ele obedeceu. E, pela primeira vez, vocĂȘ viu algo diferente naqueles olhos. Algo que ele nĂŁo conseguia esconder.
â Se vocĂȘ quer continuar fazendo isso â vocĂȘ disse, devagar â tudo bem. Mas nĂŁo vai ser mais com desculpas. VocĂȘ vai pedir.
Nagi piscou.
â Pedir?
â Isso. VocĂȘ quer me comer com essa boca? EntĂŁo pede. Fala o que vocĂȘ quer fazer comigo.
Ele ficou em silĂȘncio por um longo segundo. Seu pau continuava dolorido dentro da calça, negligenciado, mas ele nĂŁo fez menção de se tocar. NĂŁo era sobre isso, nunca foi.
Seus olhos escureceram ligeiramente.
â Quero... â ele engoliu em seco. â Quero deitar vocĂȘ de novo e chupar atĂ© vocĂȘ gozar na minha boca. Quero comer a sua boceta.
VocĂȘ ergueu uma sobrancelha.
â NĂŁo foi tĂŁo difĂcil assim, foi?
Nagi nĂŁo respondeu, mas seus dedos apertaram suavemente suas coxas, um gesto quase impaciente vindo dele. VocĂȘ sorriu, satisfeita, e soltou seu rosto.
â EntĂŁo deita.
Ele foi se inclinar para te deitar de volta, mas vocĂȘ segurou seu ombro.
â NĂŁo eu. VocĂȘ.
Nagi franziu a testa novamente, confuso, mas deitou-se de costas na cama, como vocĂȘ pediu. Ficou ali, olhando para vocĂȘ com aquela expressĂŁo entediada, mas havia algo por trĂĄs dela â antecipação, talvez.
VocĂȘ se moveu sobre ele, montando em seu rosto antes que ele pudesse processar. As coxas de cada lado da cabeça dele, os joelhos firmes na cama. Nagi olhou para cima, para vocĂȘ, para o caminho que se abria diante dele.
â VocĂȘ disse que queria me chupar atĂ© eu gozar â vocĂȘ lembrou, a voz vindo de cima. â EntĂŁo chupa.
Nagi hesitou por apenas um segundo â um segundo em que vocĂȘ viu a fagulha de algo novo nos olhos dele. Excitação. SubmissĂŁo. Desejo.
EntĂŁo ele ergueu a cabeça e enterrou o rosto entre suas pernas com uma urgĂȘncia que vocĂȘ nunca tinha visto nele.
A lĂngua dele encontrou seu clitĂłris imediatamente, faminto, e vocĂȘ segurou nos cabelos brancos para se estabilizar enquanto ele trabalhava. Mas agora o controle era seu. VocĂȘ ditava o ritmo, o Ăąngulo, a pressĂŁo. Quando ele acelerava demais, vocĂȘ puxava seus cabelos, obrigando-o a diminuir. Quando ele desacelerava alĂ©m da conta, vocĂȘ apertava as coxas contra o rosto dele em aviso.
Nagi obedecia a cada comando.
E parecia adorar cada segundo.
VocĂȘ olhou para baixo, para a visĂŁo do garoto mais preguiçoso que conhecia completamente entregue, devorando vocĂȘ como se fosse a Ășnica coisa que importasse. Os olhos dele estavam fechados, mas ocasionalmente se abriam para te olhar â e quando isso acontecia, vocĂȘ via algo cru, exposto.
Ele não estava mais fingindo indiferença.
â Isso â vocĂȘ murmurou, a voz trĂȘmula enquanto o prazer se acumulava. â Assim. Bom garoto.
Nagi gemeu contra vocĂȘ â um som abafado, baixo, que vibrou direto no seu clitĂłris e fez sua visĂŁo embaçar por um instante. Ele estava gemendo. Nagi Seishiro, que mal esboçava reação para qualquer coisa na vida, estava gemendo contra sua boceta enquanto vocĂȘ usava a boca dele para se satisfazer. Quando vocĂȘ o chamava de bom garoto.
O orgasmo veio rĂĄpido, intenso, queimando cada terminação nervosa. VocĂȘ segurou a cabeça dele firme contra si, as pernas tremendo, enquanto ele continuava lambendo, sugando, te ajudando a descer da montanha-russa.
Quando finalmente soltou, afrouxando o aperto nos cabelos dele, Nagi deixou a cabeça cair de volta na cama, ofegante. O rosto dele estava completamente molhado, os olhos turvos, os låbios vermelhos e inchados.
VocĂȘ se inclinou para frente, apoiando as mĂŁos no peito dele, e olhou para baixo.
â Ainda acha que nĂŁo tĂĄ bom.
Nagi piscou lentamente, a respiração ainda pesada. Demorou um segundo para ele responder, a voz mais arrastada que nunca.
â ...Posso melhorar.
VocĂȘ riu, balançando a cabeça.
â Mentiroso.
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masterlist.













