#Dofus - Une commande d'un dessin, l'Ecaflip est nommé Doflamingoh - 25 février 2014
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#Dofus - Une commande d'un dessin, l'Ecaflip est nommé Doflamingoh - 25 février 2014

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Querido amigo, Não creio que eu ainda estou a lhe escrever, mas, fazer o que quando não se a nada para fazer? Você me distrai da preocupação sobre a neve que cai lá fora. No momento, encontro-me em um trem que se encontra parado, porém deveria estar a caminho da cidade, mas a tempestade que está do lado de fora de minha janela não nós deixa prosseguir em nosso caminho. Enquanto eu lhe escrevo sobre a neve e sobre o trem, minha mente desvia-se para o rosto de Annabeth, por várias vezes, durante meu passeio de trem parado, eu lembrei-me de seu doce e misterioso sorriso. Devo lhe contar que, acho eu, nós demos um passo a frente e nenhum para trás. Antes de embarcar nesse trem parado, eu passei no restaurante e, pela primeira vez, ela retirou os cachos de seu delicado rosto, sorriu e falou diretamente comigo, e não com algo além de mim. Assim que percebi seu sorriso fraco eu retribui, acho que ela percebeu e então tentou, erradamente, fazer um biquinho, sem muito sucesso, para esconder seu sorriso. Quando ela veio me entregar meu pedido sorriu novamente e, finalmente, perdeu um pouco de sua vergonha ao falar comigo: -Érr… eu soube que o senhor irá para cidade, as pessoas comentam. - e então ela se calou ao perceber que eu havia ficado abismado, na verdade, eu fiquei surpreso pelo fato de ela (1º) ter falado comigo e (2º) saber de algo que só quem trabalhava comigo sabia. Porém eu não queria que ela parasse de falar, então embarquei em nossa curta conversa. -Vou!… Quero dizer, estarei entrando em meu trem hoje à noite. Eu não espera que você soubesse. - acho que soou grosso, mas agora eu já havia dito. -Não, não. Desculpe, o senhor está certo, eu não deveria saber. -Quero dizer, é que eu não moro na capital há tanto tempo, não sabia com quão agilidade as notÃcias corriam por qui. E por favor, não me chame de senhor, não sou tão velho assim. - e sorri para ela que retribuiu e continuou nossa conversa. -Sinto muito, o senh…. você possui nome? É que eu sempre lhe vejo por aqui, porém nunca consegui descobri como te chamam. - quer dizer que ela queria descobrir meu nome? -Me chamo Snowlly Vienne… mas pode me chamar de Snow. -Bom, Snow, me chamo Annabeth Tileni, porém pode me chamar de Ana… - e nossa conversa acabou, pois um senhor gorducho que estava na cozinha gritou, chamando-a. Antes de ir, ela sorriu para mim de um modo diferente. Mistério, malÃcia e cumplicidade rondava o sorriso que ela me deu. E então Annabeth se foi e eu também. Precisava me preparar para vim parar nesse trem parado. Aqui estou eu escrevendo para você e me forçando para manter o sorriso diferente de Ana em minha mente.
O Diário de Snowlly Vienne - Itália, antigamente...
Querido amigo... Sinto como se meu coração fosse o coração de um leão. Não sinto dor nem mágoas. Não sinto alegria nem tristeza. Sinto apenas o que achei que leões não sentissem. Sinto mais o tal sentimento do que quando meu coração podia ser comparado ao coração de um humano, sem força, sem humanidade, sem amor. É isso, eu sinto. Sinto amor. Amor... Mesmo meu coração sendo de um leão, mesmo eu não acreditando em amor, mesmo não sendo eu um leão, eu sinto amor. Ah, espero que um dia todos os humanos possam ter um coração de leão...
O diário de Snowlly Vienne - Esperanças em palavrasÂ
Querido amigo, Queria eu poder lhe contar minha história desde o seu inÃcio mais remotamente passado, porém, amigo, como disse, é um tempo antigo e eu já não me lembro do sol que nasce nas manhãs passageiras, sendo assim, não posso me dar a honra de lhe contar a minha história por completo... Porém, querido amigo, posso começar a te dizer o que, na verdade, eu vim dizer: sou um leão apaixonado. Lá estava ela, como sempre, dançando entre as mesas do restaurante em uma tentativa (meio falha, devo acrescentar) de conseguir espaço suficiente para seu pequeno corpo passar. Acho eu que sempre a deixo desconcertada, pois, enquanto ela está longe consigo ver seu rosto, seu sorriso triste e melancólico, seus olhos castanhos de uma claridade assustadora que escondem mais do que deixam aparecer, mas, quando ela vem me atender sempre obriga seu cabelo avermelhado roubar-lhe metade de suas feições, ela nunca olha em meus olhos, nunca fala diretamente comigo, mas sim com um vazio que ela encontra atrás de mim. Não compreendo por que tal moça mulher se acanha com a minha presença. Não gosto disso, porém, ela é tão bela e tão unicamente ela. Acho que a maioria dos cavalheiros que vão até o bar, não vão apenas para tomar suas cervejas, mas sim para admirar a beleza da bela moça. Hoje, depois que sai do bar após comer meu café da manhã (panquecas de chocolate, meu pedido de rotina), acendi meu cigarro perto de duas senhoras, o suficiente para escutar a conversa delas sobre a moça de delicadas feições. Elas falavam entre si que Annabeth (descobri que era esse o nome de minha donzela) não deveria estar ali, segundo as palavras de uma das senhoras: "Mais onde já se viu, uma menina tão jovem estar entre homens sem uma supervisão! Isso é um absurdo, você não concorda?" e a segunda senhora respondeu: "É claro que concordo, veja só a mãe de Annabeth morreu quando ela nasceu e, pelo que eu soube, o pai vive bêbado e é a filha que o sustenta. São esses tempos modernos..." Foi estranho saber um pouco da minha donzela por meio de reclamações de duas senhoras desconhecidas no meio da rua. As senhoras mudaram se assunto, sendo assim, eu apaguei meu cigarro e tomei meu caminho de volta para minha casa. Por fim, aqui estou eu a escrever para um amigo desconhecido sobre uma moça (linda) e desconhecida por quem me encontro apaixonado.
O diário de Snowlly Vienne - Itália, antigamente...