sem domesticar demais
As marcas estão lá.
A toada é sim e não.
Não está na mão de quem está afim. E eu já não acredito mais, nem em mim.
É muita ilusão. E eu, tão coração.
E depois, nossos sentidos já não são um misto de loucura e euforia.
Mas acelerando, eu ainda sinto alegria.
Na pressão, eu vivo a vida entre o máximo e o meu silêncio.
Acalmaram.
No ronco da fúria, o toque desses dedos compridos aperta teu som e me faz melodia.
Eu me lembro do acordeão. Tenho tanto romance na pele.
A poesia é saudade.
E fico tão sozinho.
Eixo Noir

















