Esteban Kukuriczka, Francisco Romero & Rafael Federman as THE STRAUCH COUSINS Adolfo 'Fito' Strauch, Daniel FernĂĄndez & Eduardo Strauch in LA SOCIEDAD DE LA NIEVE / SOCIETY OF THE SNOW (2023)
Los primos Strauch se encargan del trabajo mĂĄs doloroso. El que nadie quiere hacer. Fito es quien elige los cuerpos que los tres cortan a escondidas, apartados de la mirada del resto. AsĂ logran contener la locura de los que comen.
The Strauch cousins handle the most painful job. The one no one wants to do. Fito chooses the bodies that the three cut up. Out of sight. Where the rest of us can't see. So that they keep the ones who eat from losing their minds.
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avisos: fofura, relacionamento estĂĄvel, muitas palavras repetidas, intimidade, o tĂtulo de artigo, sentimentos romĂąnticos por argentinos, menção a sexo e outras coisas ilĂcitas.
"E pensar que bem aqui nesse lugar vocĂȘ gargalhou igual uma louca quando me viu pessoalmente." Ele fala beliscando levemente seu braço para depois acariciar. Se fazendo de ofendida, dĂĄ um tapinha fraco na coxa dele e levanta a cabeça para encarĂĄ-lo.
"Ah, bebita, eu fiquei com preguiça." Ele reclama com uma voz dengosa e os lĂĄbios formando um bico enorme. Felipe estava sentado na tampa do vaso com o corpo todo molenga enquanto vocĂȘ estava na frente do espelho terminando de fazer sua rotina de cuidados noturna.
"Meu Deus, o que foi, Felipe?!" Pergunta sem paciĂȘncia, mas suaviza sua voz quando vĂȘ a expressĂŁo tristonha no olhar do seu namorado. "Pipe, o que vocĂȘ quer que eu faça, amor?" Volta a questionar, agora se aproximando para abraçå-lo, tomando cuidado para nĂŁo tocar a pele avermelhada e se contentando em acariciar os cabelos enroladinhos.
"Cuidame, porfi." Ele pede manhoso, enfiando o rosto entre seus seios e enroscando os braços fortes ao redor da sua cintura.
VocĂȘ nĂŁo diz mais nenhuma palavra, se soltando suavemente do abraço, o que faz Pipe reclamar, entĂŁo pega seu hidratante mais potente, passa nas mĂŁos e esfrega nas costas musculosas, atenta a qualquer sinal de desconforto do argentino, que sĂł emitia sonzinhos prazerosos com a sua massagem e com a sensação de alĂvio na pele irritada. Tentando alcançar mais ĂĄreas, se inclina mais para frente, agora focando em espalhar o creme nos ombros e braços do seu namorado.
"Que bela visĂŁo." Ele murmura, sorrindo perverso e mordendo os lĂĄbios com os seus peitos bem na frente do rosto dele se remexendo a cada movimento seu.
"Para com isso, seu safado." VocĂȘ resmunga, puxando levemente os cabelos da nuca dele e em seguida espalhando mais da loção pelo peitoral musculoso.
"JĂĄ era..." Felipe fala em um tom sofrido com o rosto corado agora por razĂ”es totalmente diferentes da queimadura solar, descendo o olhar para baixo, com isso, vocĂȘ segue o olhar e vĂȘ a elevação marcada na toalha branca, na hora torcendo seus lĂĄbios e fingindo que nĂŁo sentiu seu ventre se contorce com a imagem pecaminosa.
"Mas vocĂȘ nĂŁo tem jeito mesmo. Depois reclama quando eu hesito em fazer massagem em ti." vocĂȘ diz com uma decepção falsa, balançando a cabeça em negação e se aproximando para dar um beijo demorado nos lĂĄbios carnudos. Felipe geme satisfeito, segurando seu rosto com as duas mĂŁos grandes e sorrindo ao terminar o beijo com selinhos rĂĄpidos, depois esfregando o nariz no seu.
"NĂŁo tenho culpa se eu sou o homem mais sortudo do mundo."
Apesar de todos os pontos altos do seu relacionamento, tinha uma parte que vocĂȘ tinha noção ser incomparĂĄvel: o jeito que vocĂȘs sĂŁo tĂŁo Ăntimos. NĂŁo se tratando sĂł do aspecto sexual, mas sim, de ter cumplicidade e uma conexĂŁo incrĂvel. Por isso, lembra logo no inĂcio do namoro de vocĂȘs como AgustĂn tinha receio de te pedir carinho e certas coisas, ele vinha de um relacionamento complicado e muitas vezes vocĂȘ que incentiva ele a sempre expressar o que ele deseja.
"Bem aĂ, amor." Ele geme ao sentir suas mĂŁos pressionarem e massagearem a panturrilha dolorida depois do jogo intenso. VocĂȘs jĂĄ tinham essa rotina hĂĄ alguns meses onde apĂłs todo jogo vocĂȘ massageava os mĂșsculos cansados e tensionados do uruguaio.
"TĂĄ se sentindo melhor?" Pergunta se debruçando para deixar um beijinhos no meio das costas dele enquanto Della Corte se mantia deitado de bruços durante a sua massagem nos membros posteriores dele. Era uma delĂcia tocar no corpo forte e gigante do seu namorado, ele era ao mesmo tempo tĂŁo macio e rĂgido, quase todas as vezes as noites de pĂłs-jogo terminavam em sexo sĂł pelo tanto que vocĂȘ ficava fogosa e desesperada, se esfregando nele igual uma gatinha.
"Sim, cariño, sĂł vocĂȘ mesmo pra me deixar bem." Diz afetuosamente se virando um pouco e pegando uma das suas mĂŁos para dar um beijo demorado com os lĂĄbios em um sorriso contente e relaxado.
VocĂȘ sente o rosto esquentando com o elogio e a forma que ele te olhava com tanto amor e paixĂŁo. Nunca tinha vivido algo assim tĂŁo intenso e confortĂĄvel, AgustĂn mudou totalmente a sua visĂŁo sobre o que realmente era estar apaixonada e ser amada.
"Vira de novo aĂ pra eu terminar aqui e nĂłs irmos dormir." Fala acariciando o rostinho dele com as costas da sua mĂŁo e voltando a descer os toques pelo ombros torneados.
Colocou um joelho em cada lado do quadril dele para poder desfazer os nĂłs nos mĂșsculos mais precisamente. Na hora que vocĂȘ senta nas coxas gigantes, agora pressionando os dedos com mais afinco na pele dele, Agustin geme e se arrepia ficando tĂŁo fogoso quanto vocĂȘ.
"Ay, amorcito... Acho que quando vocĂȘ terminar aĂ a gente nĂŁo vai ir dormir nĂŁo."
Te deixando deitadinha na cama confortĂĄvel, com o ar ligado e as janelas fechadas para nĂŁo te incomodar, logo Rafa se apressa para ir no mercadinho e farmĂĄcia comprar tudo que precisa para cuidar de ti.
Algumas horas depois vocĂȘ acorda com o seu namorado acariciando suas costas te oferecendo mais uma pĂlula, uma bolsinha de ĂĄgua quente e uma tigela com frutas geladas cortadas em cubinhos junto com alguns chocolates. E claro que, como uma mulher sensibilizada pelos hormĂŽnios da menstruação, lĂĄgrimas imediatamente brotaram nos seus olhos, o que fez a expressĂŁo de Rafa mudar de calma para preocupada em milissegundos.
"O que foi, querida? VocĂȘ nĂŁo gosta disso? E-eu comprei mais umas coisinhas caso vocĂȘ nĂŁo queira comer isso?" Ele pergunta limpando com os polegares as pequenas lĂĄgrimas que haviam escorrido pelo seu rosto.
"Matias, para!" VocĂȘ ralha batendo na mĂŁo do seu namorado que nĂŁo te deixava em paz desde que vocĂȘ saiu do banho e começou a se maquiar. Iam para um festa mais tarde e o MatĂas nĂŁo parava de mexer em cada uma das suas maquiagens, perguntando tudo ou dando a opiniĂŁo dele sobre o que achava de cada uma.
"Eu sĂł quero ver a cor desse de perto, mor." Ele diz voltando a pegar o blush que estava na sua mĂŁo. "Como pode ser roxo e ficar meio, sei lĂĄ, rosa, cara, isso nĂŁo entra na minha cabeça." Continua falando sujando mais ainda a pele clara do braço dele com vĂĄrios tons e cores de maquiagem, pois tudo o que vocĂȘ passava ele ia lĂĄ e passava no prĂłprio corpo, com certeza atrasando ainda mais vocĂȘs dois jĂĄ que ele nem se quer tinha começado a se arrumar.
"Matias, por acaso vocĂȘ ia usar algo roxo na sua bochecha? Ă sĂł colorimetria." Responde tentando voltar a se concetrar em passar o lĂĄpis preto na sua linha d'ĂĄgua sem furar seu olho, que acompanha os movimentos do garoto mais um vez mexendo na sua necessaire agora pegando um curvex e franzindo o cenho tentando pensar para que caralhos servia isso.
VocĂȘ morde os lĂĄbios para tentar conter um sorriso bobo, porque era impressionante como mesmo te aborrecendo, Matias continua sendo o homem mais singular e fofo aos seus olhos. Fixando seu olhar no espelho, dando um Ășltimo ajuste nas suas sobrancelhas enquanto seu namorado ainda se mantinha distraĂdo com os seus itens de beleza.
"Vem cĂĄ, deixa eu te mostrar como funciona." Diz se virando na direção dele que te entrega o curvex com uma expressĂŁo desconfiada. "Fecha os olhos." Comando segurando o rostinho atraente dele com uma mĂŁo na mandĂbula.
"Que? eu nĂŁo, vai que vocĂȘ coloca isso no meu mamilo e gira. NĂŁo gosto dessas coisas, princesa." Ele fala em um tom enojado, retraĂdo, depois apoiando as mĂŁos nas suas coxas para brincar com os fiapos da sua saia jeans.
"Matias, para de graça e me obedece logo." Ralha com rispidez, apertando as bochechas branquelas levemente para tentar manter a atenção dele.
"Seus cĂlios sĂŁo bem curtinhos, acho que vai ficar muito bom em vocĂȘ." Diz se aproximando e prendendo os fioszinhos marrons na curva do objeto para dar uma definição e levantanda nos cĂlios do seu namorado. Quando termina de fazer dos dois lados, distribui um beijo em cada bochecha e por fim no nariz grande.
Quando vocĂȘ diz que ele jĂĄ pode abrir os olhos, Matias abre com cautela como se fosse ter alguma grande mudança, apĂłs isso, procura o espelho mais prĂłximo, se olhando e tentando ver a diferença.
"Ok, não mudou porra nenhuma." Reclama inclinando a cabeça em vårios ùngulos para tentar ver se realmente tinha mudado algo.
SĂł que, na maioria das vezes, vocĂȘ sĂł queria mais e mais de Valentino e vice-versa. Por isso, combinaram que todo fim de semana se dedicariam exclusivamente um ao outro, aproveitando os dias lentos e preguiçosos para fazer o que queriam juntos. Hoje a programação estava um pouco mais animada jĂĄ que ambos acharam que seria totalmente tranquilo passar o dia jogando mario kart, mas claro que seu lado competitivo nĂŁo deixaria isso ficar assim.
"VocĂȘ perde pra bot e vem me culpar. Essa vai ser a Ășltima pra acabar contigo logo." Bufa irritada dando inĂcio a mais uma partida prometendo que seria a Ășltima.
Valentino gargalha abertamente com a sua ameaça vazia. VocĂȘ sĂł grunhe e lança um olhar raivoso na direção dele, escolhendo um outro personagem para tentar ganhar dessa vez. Por mais que se apaixonasse por ti em momentos que era carinhosa e gentil, nĂŁo podia evitar sentir o coração acelerar mais ainda com o seu lado mais esquentadinho, mesmo quando era direcionado a ele.
"Vai rindo que daqui a pouco vai ficar sem namorada e sem video game que eu quebro tudinho."
Como esperado, apesar dos outros competidores no lobby, seu namorado guardou todos os itens para usar em vocĂȘ, adorando como a cada um podia ver seu Ăłdio aumentando. Na hora que ele ia cruzar a linha de chegada na Ășltima volta, percebe que sua vocĂȘ estava sentada toda torta no sofĂĄ com o rosto emburrado, os olhos magoados fixos na tela, por isso, desacelara e se permite cair na penĂșltima curva. Na hora, vocĂȘ se ajeita começando a falar rapidamente como ele era ruim e quando finalmente vocĂȘ ganha a corrida na hora dĂĄ um pulo, largando o controle para bater palminhas animadas.
"Ă... eu acho que o feitiço voltou contra o feiticeiro." Ele fala saindo do jogo, mas na hora vocĂȘ o interrompe. Valentino sentiu um arrepio percorrer a coluna com a antecipação de qual seria sua prĂłxima ideia.
"NĂŁo, nĂŁo desliga! Agora eu quero jogar mario party." Fala animadamente jĂĄ pegando o controle dele e configurando a partida para vocĂȘs dois.
Se ele quase ficou sem escutar com seus gritos no mario kart, nĂŁo conseguia nem imaginar o que o aguardava em um jogo de sorte. Entretanto, nĂŁo podia mentir, estava ansioso por todo momento que viveria contigo.
Depois de dois meses nas fracassadas aulas de dança, Esteban sugeriu uma coisa um pouco mais normal: aulas de confeitaria para casais. Apesar de saber cozinhar ambos nĂŁo eram tĂŁo bons com sobremesas, por isso estavam dispostos e animados com a premissa. SĂł que, claramente, seu namorado cometeu um erro na hora da inscrição e colocou vocĂȘs em uma turma de intermediĂĄrios, o que foi ainda mais engraçado do que as aulas de dança, pois a discrepĂąncia entre a sobremesa de vocĂȘs dois para os outros casais era evidente. Ainda mais que Kuku se recusava a usar o Ăłculos dele afirmando que ainda enxergava bem e na hora da receita as medidas saiam totalmente incorretas.
Em comemoração ao fracasso de vocĂȘs em tudo que tentaram fazer, Esteban planejou um jantar no restaurante mais elegante da cidade afirmando que mereciam comer algo bom depois de tantas bolos com sabores intragĂĄveis.
Agora, ambos secavam as lĂĄgrimas ao relembrar da vez que Esteban foi te girar e acabou te fazendo cair de bunda no chĂŁo.
"Ai, SimĂłn, eu nĂŁo aguento mais." VocĂȘ choraminga se apoiando dramaticamente na parede da academia. Desde que SimĂłn te convenceu a malhar junto com ele todos os dias era a mesma histĂłria. Por ser noiva dele, pensou que talvez ele fosse pegar leve contigo quando vocĂȘ começasse a reclamar do peso ou do exercĂcio. Tinha vontade de esganar ele todo dia quando ele aumentava a carga ou te mandava fazer mais repetiçÔes. Pelo menos quando chegava em casa vocĂȘ mostrava quem realmente comandava a relação.
"Bora, doçura, prometo que quando chegar em casa vou fazer massagem no corpo inteiro" Ele fala te guiando para deitar novamente e posicionando a barra com os pesos no seus quadris, nem liga para o seu rosto emburrado que jĂĄ tinha amolecido com as promessas dele, mas ainda sim, se encontrava com um bico birrento. Em seguida, se abaixa para sussurrar no seu ouvido: "Te massagear todinha com a minha lĂngua."
Por exemplo agora, apĂłs passarem o dia em uma lojinha de produtos de skin care estavam ambos deitados na sua cama com mĂĄscaras faciais de remoção de cravos e outros n benefĂcios que vocĂȘs nem ligavam de verdade.
Relutante, vocĂȘ levanta da cama se sentindo mais ridĂcula ainda de ter estae com uma mĂĄscara preta na cara. Assim que vocĂȘ se aproxima o suficiente, Francisco te puxa para os braços dele, descendo o zĂper do vestido que vocĂȘ usava lentamente. Ele ajeita seu cabelo ao redor do seu rosto, depois de subir a saia pelas suas pernas com uma certa dificuldade nos quadris e coloca o top pela sua cabeça ajustando ao redor da sua cintura.
"Eu amo minha bonequinha." Ele cantarola depois colocar a roupa inteira e te empurrar para a frente do espelho grande no quarto. Seus olhos vagam por todos os defeitos que encontra, pensando como sua celulite na perna aparecia, sua barriga se sobressaia a roupa e seus ombros pareciam largos demais para as alças delicadas.
"Para, Fran." Fala tentando empurrar as mĂŁos do argentino para longe das ĂĄreas que vocĂȘ nĂŁo queria atenção.
"NĂŁo, nĂŁo, gatinha." Ele ralha te segurando e pegando seu queixo para te fazer encarar o reflexo de vocĂȘs dois. Era realmente adorĂĄvel olhando por esse lado. Seu namorado alto e magrelo quase te engolindo com o tamanho dele, as mĂŁos grandes segurando sua cintura, os olhinhos verdes te admirando como se vocĂȘ fosse a criatura mais perfeita do mundo. Pareciam perfeitos por mais que as inseguranças surgissem aos olhos dos outros talvez nĂŁo parecia que vocĂȘ se odiava em certos momentos.
Apesar de vocĂȘ ser uma pessoa metĂłdica e que gosta de sempre estar envolvida em todos os planos, se sentia confortĂĄvel deixando tudo nas mĂŁos do argentino, que adora cuidar de vocĂȘ e te trata como uma princesa. AgustĂn cuidava minunciosamente de todos os detalhes deixando sua cabecinha descansar e ficar relaxadinha sĂł se importando em se divertir.
"Do que precisa, capitão Pardella?" Pergunta bebericando a taça de champanhe enquanto ele se aproximava para sentar do seu lado no pequeno sofå da årea externa do barco.
VocĂȘ sorri, corando com a demonstração de afeto do seu companheiro. Mesmo depois de todos esses anos ele te deixava de igual uma adolescente apaixonada recebendo atenção do garoto que gostava.
Manhosa, vocĂȘ se espreguiça todinha com um suspiro extasiado, murmurando baixinho uma confirmação para o seu marido. Em seguida, move as mĂŁos para dedilhar as tatuagens no peitoral avermelhado pelo sol, tracejando o desenho como sempre fazia, jĂĄ era uma mania sua e AgustĂn amava sentir seus dedinhos apreciando cada partezinha da pele dele.
Mesmo com ambos ansiosos pelos planos que tinham para aquela tarde, nĂŁo conseguiam sair da bolha de intimidade que criaram no meio do mar. Para outros poderia parecer que estavam perdidos, mas vocĂȘs sabiam que estavam onde pertenciam: nos braços um do outro.
"Vem tomar banho comigo, princesa." Fernando diz depois de recuperar o fĂŽlego e dando um beijinho na sua testa. VocĂȘ sĂł responde com um resmungo sonolento, fechando os olhos e deitando a cabeça no peitoral do mais velho. "Vamos logo, eu te carrego, vai." Ele fala com a voz rouca em meio a um bocejo enquanto acaricia sua cintura.
"Segura no meu pescoço, minha querida." Ele comanda prontamente posicionando seus braços ao redor dos ombros torneados e te impulsionando para pular no colo dele, o que vocĂȘ faz com um suspiro assustado mesmo sabendo que ele nunca te deixaria cair.
"Fecha os olhinhos e vira pra mim, amor." Ele te orienta abrindo cada produto e deixando na bancada prontos para passar em ti. Na hora que vocĂȘ o obedece, Fernando começa a suavemente aplicar os cremes e seruns em ti, cuidadosamente massageando sua pele com os dedos grandes.
Fernando não consegue evitar um sorriso ao ver sua carinha sonolenta no meio dos lençóis, encarando-o enquanto suas mãos batiam no travesseiro dele pedindo que se apressasse para deitar.
"Ficou com saudades foi?" Ele pergunta risonho ao se deitar, te trazendo para deitar no braço dele e se deliciando com a forma carente qur vocĂȘ logo o abraçou. "NĂŁo precisa se preocupar, eu vou sempre estar aqui, princesa."
Ao ser colocada na cama pelo seu namorado, reclamou quando ele foi para o banheiro, estendendo a vogal do apelido carinhoso: âFĂȘ! CadĂȘ vocĂȘ amorzinho?â, foi respondida por uma risadinha do moreno seguida de um âTĂŽ aqui, guapaâ. Sentiu a cama se mover quando ele se sentou ao seu lado, âUfa, tava com saudade jĂĄâŠâ brincou ainda de olhinhos fechados, sĂł abrindo eles ao ouvir o barulho do lĂquido sendo chacoalhado dentro do recipiente, olhando para ele com uma expressĂŁo confusa e recebendo um sorrisinho de volta, enquanto balançava a cabeça, te achava uma graça quando bĂȘbada, muito mais expressiva que o normal.
Brincava com o cĂłs do seu short enquanto sorria safado para vocĂȘ, que, novamente, nunca conseguia resistir ele. âDale, mami⊠Deixa eu te ajudar a relaxar, hm?â
Tinham poucas pessoas sentadas na arquibancada durante a partida, afinal, o jogo nĂŁo era tĂŁo interessante assim: era apenas um amistoso entre seu time e o de outro curso. Mas mesmo assim, como sempre, Vogrincic estava sentado ali, com a cĂąmera em mĂŁos registrando apenas a jogadora favorita dele, sorrindo ao ver pela tela quando vocĂȘ olhava de volta para ele, com um sorriso enorme nos lĂĄbios. Capturava suas jogadas e suas comemoraçÔes, tirava fotos magnĂficas que eram dignas de se pararem num museu, pelo menos para ele, achava vocĂȘ encantadora quando fazia essa carinha de concentrada, mesmo com o rosto suado ou o cabelo bagunçado.
âFicaram lindas, Enzo⊠NĂŁo sabia que vocĂȘ gostava tanto de esportes assimâ. Ele te olhou com uma expressĂŁo engraçada, âEu nĂŁo gosto, eu gosto de vocĂȘâ, vocĂȘ riu com a revelação. âApesar de eu ter me sentido que nem meu pai quando ele assiste futebolâ, nisso, ele começou a imitar o pai dele gritando âGol!â e xingando o time oposto, sĂł continuando para fazer vocĂȘ gargalhar mais ainda. VocĂȘ tampou a boca dele para ele parar, sua barriga jĂĄ doĂa de tanto rir, a imitação continuou por mais que fosse abafada pela sua mĂŁo, mas logo se cessou quando ele começou a rir junto com vocĂȘ. âNĂŁo acredito que seu pai vĂȘ jogo assim⊠Que engraçadoâ, a palma que silenciava seu ficante foi parar na sua barriga, se acalmando das gargalhadas. âTe juroâŠâ, ele disse bobinho enquanto te olhava com ternura, âQuer conhecer ele?â.
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