Sugestão de série: Dom - 2ª temporada A 2ª temporada traz mais detalhes sobre a complicada vida de Pedro Dom e os momentos posteriores a sua prisão, se tornando um dos criminosos mais famosos do Rio de Janeiro.

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Sugestão de série: Dom - 2ª temporada A 2ª temporada traz mais detalhes sobre a complicada vida de Pedro Dom e os momentos posteriores a sua prisão, se tornando um dos criminosos mais famosos do Rio de Janeiro.

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No primeiro post sobre indicação de séries percebi que boa parte da minha audiência gostou e tive diversos comentários legais, portanto voltarei a indicar uma série sobre direito semanalmente. A primeira foi vis a vis e agora vou indicar a série Dom que está no prime com 8 episódios e apenas uma temporada. Dom é uma das séries que mais gostei de assistir, ela conta muito sobre a realidade no Brasil, vícios de entorpecentes, tráfico de armas, de drogas, roubos, superação, perdas, e uma série recheada de tristes realidades do Brasil. Por ser baseada em fatos reais ela me deixou ainda mais curioso em querer assistir até o fim, indico ela para estudantes de direito por demonstrar as consequências de prática de crimes e como isso pode afetar na vida de toda pessoas. #pedrodom #criminologia #roubos #soudamasiosjc #dicasdanton #dicadireitopenal #processopenal #fatosreais #dicasdeseries (em São José dos Campos) https://www.instagram.com/p/CbPyCdoOwJR/?utm_medium=tumblr
No som do Caxabaxa: O.C.L.A
A Organização Celestial do Livre Arbítrio (O.C.L.A) iniciou suas atividades em 2009. Mesclando um rap sofisticado pela estética do jazz e dos elementos da música brasileira, como os próprios caras dizem, O.C.L.A é “Música brasileira tocando no teu som: Zilla Sonoro no mic, no beat Pedro DOM mostrando pra todo mundo a nossa construção, Chico Buarque na letra e Airto na percussão. Falo o que sinto, sinto o que vivo, vivo a ORGANIZAÇÃO CELESTIAL DO LIVRE ARBÍTRIO. Nossa missão é fazer a população se ligar no que será misturar o erudito e o popular, como já fez Villa Lobos, antigo compositor, cantar de alma e coração esse é o nosso louvor a Jah, Deus, Buda ou Alá, bumbo, caixa, tambor, pandeiro, cuíca e ganzá. Movendo a platéia no nosso disco de estréia, amigo punk eu sou conterrâneo da graforréia. Produção gaudéria de nível internacional continuando o legado do Tim Maia Racional”
Recentemente, lançaram o primeiro disco em um baita show no Teatro Paschoal Carlos Magno em Novo Hamburgo. Fui lá para conferir este espetáculo e sai chapado pela musicalidade dos rapazes. Não só eu, mas creio que todos que estavam por lá saíram com este sentimento. Grande show! Grande banda!
São 11 faixas da mais pura brisa sonora que compõem o álbum de estreia dos caras, “Orquestra Celestial do Livre Arbítrio”. Com músicos de "mão cheia" e muitas ideias na cabeça, O grupo é formado por Pedro Dom (pianista e compositor), Zilla Sonoro (mc), Marcelo Zion (mc), Yule Aurêh (mc), Patrick Bass (baixo) e Rodrigo Cordeiro (bateria). Se você curte a brisa sonora do The Roots, BBNG, Hocus Pocus, Projeto Nave, Zimun, João Donato, Baden Powell, Ahmad Jamal, Azymuth, Arthur Verocai e por ai vai, certamente vai curtir o som desses rapazes. Para tentar compreender um pouco mais das origens dessa pluralidade musical troquei uma ideia com o maestro do grupo Pedro Dom. Confere aí!
O.C.L.A surgiu em 2009. O que mudou de lá até aqui?
O.C.L.A. nasceu pouco antes de eu convidar o Patrick Bass pra tocar comigo, quando eu comecei a compor umas poesias ritmadas, dentro de uma linguagem instrumental brasileira. Naturalmente, as maiores referências nesse universo de canções vernaculares eram Tom Jobim e Baden Powell, para resumir em poucos nomes. Logo depois, entraram dois canários, Zilla Sonoro, exímio improvisador de rimas; e Marcelo Zion, dono de uma bela voz e que apesar de ter ficado longo tempo afastado por agendas com outros projetos, felizmente voltou a integrar completamente a Organização Celestial. Yule, um MC carioca, filho de músico, veio a enriquecer nossa textura com seus diferentes acentos e ideias jovens. No ambiente de orquestras conheci o Rodrigo Cordeiro, baterista que topou com entusiasmo fazer parte do grupo, pelo fato de ser algo novo e autoral. Este foi o processo de seis anos para chegarmos a presente formação, a que mistura através do combo rítmico (bateria, baixo e piano) e da linha de frente (3 vozes) o clássico, o jazz, a música brasileira, e gêneros contemporâneos pós-rádio como o rap.
Como foi o processo de gravação do disco?
Comecei a gravar o disco na casa do Leco (estúdio lenda viva) em 2010 quando ele tomou conhecimento, e abriu sua porta, para as gravações das composições que vieram a se materializar no nosso primeiro álbum: Orquestra celestial do livre arbítrio. Produzimos as músicas independentemente e dois parceiros, Ricardo Costa e Edo Portugal, ajudaram a concluí-lo com mixagem e masterização. Meu velho amigo, Bruno Schilling fez a arte gráfica. Este material foi publicado em 2014 pelo selo Loop Discos em colaboração com Momo King Records.
Vocês "bebem" de diversas influências e referências, como vocês definem o som da banda?
Procuramos fazer música. O jazz rap brasileiro é a síntese que mais se aproxima destes primeiros trabalhos.
Como é o processo de composição da banda?
O processo de composição desse disco partiu do teclado. De experimentações em overdub, em geral pensadas a partir do baixo e da harmonia, sendo agregados posteriormente a esta estrutura batida, rima, e por fim, improvisos melódicos diversos que resultam nos solos e coros. As letras do primeiro disco foram escritas por mim e pelo Lucas (Zilla) com adições das participações nas músicas em que elas aparecem. Sobre ideias, o grupo é bastante plural e procura exercitar a voz ativa de todos os integrantes.
Costumo dizer que cada um é um universo. E dentro desse universo, cada um carrega consigo uma série de influências. O que cada um leva de referências para a banda?
Para resumir muito a esta pergunta: Lucas e Yule são autênticos MCs, o que provém da cultura hip hop. Marcelo é adepto ao reggae rastafari, mas mal sabe ele que é um sambista de mão cheia. Patrick gosta da malemolência e dos grandes baixistas de funk. Um dos fatores que me chamou atenção no Rodrigo foi o fato de querer tocar temas de Bill Evans, além de ser um baterista técnico e com grande sensibilidade para o jazz. Eu acho tudo isso interessante, e procuro trazer referências de compositores mais antigos, como Debussy e VillaLobos, particularmente um período muito fértil, entre o romantismo e o modernismo, de tonalidade superexpandida.
O que a música representa para vocês?
A música representa, para nós, no primeiro instante um prazer inexplicável. O exercício desse prazer (acústico-neurológico-psicológico-corporal-espiritual) resulta numa troca energética e transborda em sugestão de ideias. Também é prática coletiva, a que tem o desafio inerente das noções pessoais de tempo, afinação e por fim, gosto estético.
É possível identificar diversas referências no som de vocês, principalmente da música brasileira. De tempos para cá, parece que a música brasileira vive um período de descobertas e redescobertas, principalmente para o público mais jovem. São artistas novos surgindo, artistas velhos se consagrando, discos esquecidos sendo redescobertos e por ai vai. Vocês sentem um compromisso de apresentar a música brasileira para o público de vocês?
Se trata de compromisso e naturalidade, o que é nativo. E também de relembrar de onde vem o "sampler".
Se eu fosse fazer aquela pergunta do tipo, quais os cinco discos que vocês levariam para uma ilha deserta, quais discos seriam estes?
1 - Antônio Carlos Brasileiro - Tom Jobim 2 - Coisas - Moacir Santos 3 - Blue Train - John Coltrane 4 - Sketches of Spain - Miles Davis 5 - 16 pieces - Hocus Pocus
Vocês se sentem encaixados em alguma cena?
Não necessariamente nos "encaixamos" numa cena. O que se busca fazer é arte sem concessões. É importante observar, como princípio, as condições ambientais, humanas, culturais, sociais e econômicas, né?
Quais os próximos planos do grupo?
O plano é circular com esse disco por aí. Já estamos com mais dois trabalhos em maturação, em breve serão publicados. O que posso adiantar são seus nomes: Arte do tempo e Estudo cromático.
Fiquem atentos!
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