Me because I’ve still haven’t been let into the face book group and it’s been weeks

seen from United States
seen from United States

seen from T1
seen from United States
seen from South Korea
seen from China

seen from Australia
seen from United Kingdom
seen from Russia
seen from Indonesia
seen from United States
seen from United States
seen from United Kingdom

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Malaysia
seen from China
seen from T1
seen from China
seen from Australia
Me because I’ve still haven’t been let into the face book group and it’s been weeks

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Encounters with Newly Formed Popculture Entities
I've recently been "hanging out" with a group of newly formed pop culture entities, and let me tell you, it's been an interesting experience. Encountering beings who aren't used to this experience, it's truly something else. I've enjoyed it. I've offered them food, chatted with them, watched their source with them. I'm going to start off slow, I don't want to scare them off. I am also going to start introducing them to the world slow, as well. Teach them what I know, see how it goes. If anyone has had similar experiences, I would love to hear!
Histórias de educadores e sua luta por inclusão
(Reprodução: Freepink/Banco Livre)
Quando um professor entra em uma sala de aula, pronto para começar mais um dia de trabalho, ele não se depara com os mesmos tipos de desafios e uma rotina cômoda, que se repete a cada dia sem novas surpresas. Pelo contrário. São 20, 30, ou até mais de 30, quando falamos de centros educacionais públicos, de indivíduos que necessitam de olhares e propostas únicas. Ao pensarmos em uma educação inclusiva, não há separação alguma de todas essas demandas.
Para Simone Gomes, professora da educação primária em escolas municipais de Suzano, cidade de São Paulo, é preciso ser feito um trabalho amplo para que de fato se possa incluir a todos no ambiente escolar.
“Quando se fala em educação inclusiva já pensamos nas crianças com deficiência, mas esquecemos que todos os outros também precisam ser incluídos. O ato da equidade vai além dos muros da escola, mas de certa forma começa lá. Dificilmente há um ambiente melhor para se trabalhar a inclusão do que a escola. Na escola todos se tornam iguais por ter as mesmas vivências e não por serem iguais nas habilidades somente ou nas condições sociais. A educação inclusiva deve ser também uma educação integral, livre de preconceitos e de abismos entre os alunos e os conteúdos do currículo.”, ressalta ela.
No entanto, os desafios encontrados são muitos. Por falta de uma melhor estrutura que deveria ser oferecida pelo governo brasileiro, profissionais da educação precisam constantemente se reinventar para superar as barreiras que surgem à frente. Rose Bin, professora intérprete de Libras, e que dá aulas para EJA (Educação de Jovens Adultos), no município de Ferraz de Vasconcelos, relata já ter se deparado com situações inacreditáveis.
“Uma vez, cheguei para dar aula para o EJA em uma escola e me apresentei como intérprete de Libras. Ninguém lá sabia porque eu estava naquele lugar, e eu então me apresentei novamente e contei que havia um aluno surdo, que precisava ser assistido. Ninguém sabia que ele era surdo. Quando foram checar no prontuário, descobriram na hora. Durante todo o tempo em que eu ainda não tinha chegado, eles achavam que o aluno era só quieto, que não respondia a chamada por vergonha. Quando eu cumprimentei ele com a linguagem de sinais, pude ver o olhar dele mudando na hora, com alívio.”
Sob diferentes perspectivas e um leque vasto de abordagens e formas de ensinar, professoras do ensino público do Brasil se deparam com um caminho que engloba cuidado, atenção e muito aprendizado. Cláudia Clemente, que dá aula para crianças no sistema público do bairro Cidade Tiradentes, também em São Paulo, conta com carinho como o tempo com um aluno em questão a modificou como pessoa e profissional.
“Tive um aluno com hidrocefalia, que tempo depois acabou perdendo boa parte da visão. Acompanhei ele durante quatro anos, vi ele saindo do ensino primário e entrando para o fundamental. Cada limitação deixada para trás era uma vitória não só para ele, mas para mim também. Costumo dizer que eu aprendi com ele, da mesma forma que ele aprendeu comigo. Coisas assim nos remoldam como profissionais, nos marcam profundamente.”
Todas elas, mesmo que de locais e cotidianos diferentes, conversam entre si sobre como a educação inclusiva é um processo mútuo, que ensina a todos, não apenas aos alunos que possuem algum tipo de deficiência. Ao contrário do que Milton Ribeiro, ministro da educação No Brasil, alegou em sua fala, que declarava que alunos PCDs podiam “atrapalhar” outras crianças, essas professoras mostram que a resposta é absolutamente o oposto: na verdade, elas ajudam a todos, que se desenvolvem sob um olhar que não deixa ninguém de fora. Exatamente como deveria ser.
Por equipe Vidas (Extra)Ordinárias
I hate it. Every little emotional thing makes me cry at the moment
I have so extreme PCDs after the State Champs & As It Is concert. I miss them so fucking much!

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Santander lança programa de capacitação para PcDs para atuar em assessoria de investimentos no Amapá
A Iniciativa “Habilidades Não Tem Limites” prepara profissionais para atuar no modelo do Santander AAA, assessoria de investimentos do Banco Santander O Santander lançou o programa de formação “Habilidades Não Tem Limites”, uma iniciativa exclusiva para Pessoas com Deficiência (PcDs) que tem como objetivo ampliar o acesso à carreira em assessoria de investimentos no Brasil. O programa é uma…
Vemos o capacitismo
Uma vez, eu estava vendo um jogo de rugby para testar a tv do meu escritório. Então, encontrei uma amiga que é deficiente no facebook. Nós estávamos conversando quando eu vi os belos jogadores neozelandeses e australianos. Eu falei que estava objetificando eles em tom de brincadeira com ela e nós rimos disso. Mas logo me pergunto como as pessoas não nos aceitam com os nossos desejos e o senso de…