“Tudo o que nos acontece, tudo o que dizemos ou nos é relatado, o que vemos com os nossos olhos ou sai da nossa língua ou entra pelos nossos ouvidos, tudo aquilo a que assistimos (e do qual, portanto, somos em parte responsáveis), há-de ter um destinatário além de nós, e vamos seleccionando esse destinatário em função do que acontece ou nos dizem ou do que nós dizemos.
(...)
É por isso que algumas pessoas reaparecem.
É por isso que nos condenamos sempre pelo que dizemos. Ou pelo que nos dizem.”














