Se Oxum sorrir, eu sorrio, eu sou rio. Pedra de ouro lapidada na água doce, sou o tesouro que Oxum quis ter. Sou eu, a sua escolha e a sua certeza, Ela já sabia, e eu, sorria. Nas entranhas de suas terras molhadas a água pulsa firme, sustenta a vida, mata a sede e guarda segredos. Oxum é, e nada pode desmenti-la, se Ela lhe disser que sim, nada pode lhe negar, e se Ela lhe sorrir, sorria, seja ouro nas águas do rio. __ Texto: @diegowebber_ @paposdeaxe Fotografia: @ekodidefoto
Via Orí de Yalodê













