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Coleção "As Mães", em ordem da esquerda pra direita e para baixo estão as obras "Mãe Nanã", "Mãe Iemanjá", "Mãe Iansã", "Mãe Yewa", "Mãe Obá" e "Mãe Oxum".
Feitas todas por mim, sem uso de inteligência artificial. Por favor, não roubar, repostar ou usar sem devidos créditos e perguntar antes 💛
@/artemaribiscardi no Instagram.
Oxum e Iemanjá reinam em mim ✨
Carrego em mim a força e a doçura de duas águas sagradas. De Iemanjá, herdei o amor que transborda, a empatia que acolhe e o cuidado com quem está ao meu redor. É ela que me ensina a olhar o outro com compaixão, a ser proteção e porto seguro. 🌊
Com Oxum, aprendi algo tão necessário: olhar para mim com o mesmo carinho que ofereço ao mundo. Ela me mostra que amor não é anulação, é equilíbrio. Que eu também mereço receber, mereço me cuidar, mereço ser meu próprio rio de doçura. 💛
Sou feita de mar e de rio, de calmaria e de força. Sou filha das águas que ensinam a amar – aos outros, mas também a mim mesma.
Sou doce como o mel de oxum e forte como as ondas do mar de Iemanjá 💛🩵.
Axé! ✨
Sempre penso que tudo retorna para as águas: as respostas, as questões, as novas direções da vida, o colo. A água é princípio e memória, líquido amniótico, possibilidade de germinação, a maior parte do nosso corpo. Não existe vida sem água. Como não existe vida sem Yemanjá e Oxum. Nascemos e caminhamos para a eternidade com Ori — e Ori é Yemanjá. No culto, Oxum é mãe do renascimento, a dona dos cinco búzios abertos. Não há iyaô sem Oxum. Não há matriarcado sem Yemanjá. Sem Elas, sem vida. Bendita seja a água que preenche nosso corpo-quartinha — e que nunca seque. Bendito seja o ilá que chora, porque celebra a vida. Bendita seja a água, semente da eternidade. E assim seguimos, como peixes, para frente: sempre fortes, como as águas. Sempre fortes, como Ìyá Ìyá. —AgustinhoArt on Instagram

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Debruce-se sobre as próprias águas antes de emprestar o espelho a qualquer outra pessoa.
Não é vaidade. É zelo.
A dona da água doce sabe de um segredo que a pressa do mundo insiste em esquecer. Nenhuma correnteza generosa brota de nascente seca. Antes de ser o rio que fertiliza, nutre, banha aldeias inteiras, Oxum é primeiro a nascente. O ponto quieto, particular, onde a água ainda não pertence a ninguém além de si mesma.
É ali, na nascente, que ela se demora. Contempla-se na superfície límpida. Cuida de cada curva do próprio leito, desobstrui as pedras que um dia poderiam turvar seu curso. Ama-se sem pressa, sabendo que beleza verdadeira exige tempo e presença.
Por isso, ela pode ser generosa depois. Água poluída não purifica nada por onde passa. Só a correnteza que corre limpa, cuidada em sua origem, chega às margens carregando fartura ao invés de resto.
O amor-próprio de Oxum não é sobre se admirar sozinha e ficar por aí. É sobre entender que o amor que ela oferece ao mundo, aos filhos que gera, amantes que aquece, searas que rega, existe em abundância porque a fonte foi honrada primeiro.
Antes de sair distribuindo beleza e afeto, pergunte à sua própria nascente: “Como você está?”
Que a sua água esteja potável antes de banhar qualquer margem.
#oxum #orixá #axé #matrizafricana #saravá
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Creating/inventing
Taking care of peacocks
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Marcus Wood and Fatima Carvalho, Devotees of Oxum, 2008.
Source: Celeste-Marie Bernier and Hannah Durkin - Visualising Slavery: Art Across the African Diaspora (2016: 263)