FINALMENTE
O ponteiro gira sem parar Inexplicavelmente a me torturar Estranhamente nĂŁo sinto o tempo passar Em cada segundo, um infinito particular O silĂȘncio me consome Em um grito mudo por seu nome E vocĂȘ surdo a meus soluços Pedidos ocultos: nĂŁo me abandone Nas entrelinhas eu te amo Por covardia te abandono Na ferrovia estendido Jaz apenas um estranho Luto contra o luto Pela morte de quemâ ainda vive Em luto por um sentimento Que sobretudo, sobrevive. -ThĂfani Rocha















