Mochachino Aqua Men featuring Nick Denbeigh

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Mochachino Aqua Men featuring Nick Denbeigh

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Nick D' & The Believers - Wanted
from Columbus (Ohio)
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So Jeff finally has his Nick!
Congratulations? Is that important knowledge for everyone to know or…?
Natal, época de alegria, felicidade, amor caridade, mas acima de tudo: hipocrisia. Bem, como devem ter notado, em meus últimos posts adotei uma forma diferente de escrita. Não mais coisas tão densas e tristes, agora coisas leves e cotidianas. Porém o Nicholas A. de antes voltou e não consegue mais falar sobre isso. Natal, ano novo, tempo de festas, pseudo-alegrias, promessas e falsa caridade. É incrível como todos nos enchemos de um falso amor, de uma falsa solidariedade. Isso me irrita. Mas eu não quero criticar o natal. Na verdade não sei mais o que quero. Esperei ansiosamente por minhas férias, porém tudo que consegui com ela foi tristeza. Gosto da tristeza e de maneira alguma reclamo. Não sei, sinto-me mais racional, mais forte, mais inteligente. Não sei explicar. Acho que poucas coisas no mundo te ensinam e te fortalecem tanto quanto a tristeza. Como diria Vinicius de Moraes "Mas pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza". Mas ao mesmo tempo que a venero, a odeio, a detesto e a adoro. É uma briga de dicotomias e de sentimentos que por quase sempre acabam por terminar em blasé e apatia. Mas apatia e também sinônimo de tristeza, logo ela é sempre mais forte que eu. Acho que estou apenas cansado. Do mundo, das pessoas, das coisas, da vida. Essa sociedade de parvos estúpidos que são tão facilmente iludidos por promessas de ano novo quedificilmente serão cumpridas pela própria incapacidade humana de se levar a sério. Enfim, estou triste mas estou feliz com isso. Tenham um bom dia/noite e lembrem-se: "Arte nunca vem da felicidade" - Nicholas A.
Na vocação para a vida está incluído o amor, inútil disfarçar, amamos a vida. E lutamos por ela dentro e fora de nós mesmos. Principalmente fora, que é preciso um peito de ferro para enfrentar essa luta na qual entra não só o fervor mas uma certa dose de cólera. Não cortaremos os pulsos, ao contrário, costuraremos com linha dupla todas as feridas abertas.
Amar no geral e no particular e quem sabe nos lances desse xadrez-chinês imprevisível.
Ousar o risco. Sem chorar, aprendi bem cedo os versos exemplares, não chores que a vida é luta renhida. Lutar com aquela expressão de quem vai caçar borboleta, ah, como brilham os olhos de curiosidade. Sei que as borboletas andam raras mas se sairmos de casa certos de que vamos encontrar alguma... O importante é a intensidade do empenho nessa busca e em outras. Falhando, não culpar Deus, oh! por que Ele me abandonou? Nós é que O abandonamos quando ficamos mornos. Quando a vocação para a vida começa a empalidecer e também nós, os delicados, os esvaídos. Aceitar o desafio da arte. Da loucura. Romper com a falsa harmonia, com o falso equilíbrio e assim, depois da morte - ainda intensos - seremos fantasmas claro de amor. - Nicholas A.

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A vida é gangorra meu bem. O mundo é gangorra, o amor é gangorra, tudo, gangorra.
Todo topo e toda queda fazem parte da vida, altos e baixos são marcas que fazem parte de nós. E não, não adianta perder a cabeça, arrancar os cabelos, gritar, espernear, perder a razão e o senso. É isso o que acontece, se não tiver jogo de cintura você cai se subir de mais, e se não tiver força de vontade você não sai do chão rumo ao topo tão cedo. Na vida a questão não é sobreviver, a questão é sobre viver, e saber viver faz toda a diferença. O importante é dar importância às coisas que realmente têm importância a você, e só. O mundo pode estar explodindo à sua volta, mas para saber se manter equilibrado na gangorra da vida é preciso aprender o que realmente vale a pena valorizar. Assim nessa teoria meio torta e pessoal, não parece ter muito sentido, mas pondo em prática é bem mais simples do que parece. - Nicholas A.
E é essa a fase do momento: recolher. Fase de selecionar tudo, de pensar antes de agir, de ficar um pouquinho na solidão pensando nas coisas. Preferindo um final de semana em casa sem nada para fazer do que ir para a curtição e conhecer gente vazia.
Preguiça de conhecer gente que não me acrescenta em nada. Sem paciência para conversinhas do tipo: eu já bebi isso e aquilo; meu carro tá ali fora por isso que hoje não estou bebendo; ah você é fraco demais por não beber isso e aquilo.
Quando alguém me chama para sair e digo que não estou afim é uma guerra. Se me perguntam qual a boa do final de semana e respondo que é ficar em casa é outra guerra. Eu sou o desanimado, depressivo, triste e solitário. Porraaa não posso mais ficar em casa porque estou sem paciência para certo tipo de coisas e pessoas não??? Será que ninguém entende que eu preciso ficar um pouco sozinho, na minha companhia??? Que trabalho durante a semana toda e tem dias que eu fico cansado pra porra??? Que às vezes quero só minha cama e um bom filme, que uma companhia iria me fazer bem, mas como não tenho vai a minha mesmo???
Eu não estou solteiro, estou sozinho. Sem nenhuma luz no fim do túnel. Em menos de 2 meses apostei minhas fichas em 2 garotas (em tempos diferentes é claro) e não deu certo. Jurava que ia vingar e não deu em nada. Tenho uma amiguinha ai que está até se humilhando para sair comigo, mas eu não quero, não rola mais, não tem mais graça. Eu tô cansado disso, de expectativas, de coisas vazias, de pessoas vazias, tô cansado de gente que não me acrescenta, por isso que me afastei de muita gente. Eu tô cansado de sair com gente por carência. Eu tô cansado de sair com gente para dizer que eu beijei na boca. Cansado de sair com gente que não bate que eu não sinto nada. Eu tô cansado de apostar minhas fichas em alguém e não dá certo. Cansadoooooo de correr atrás do amor e ele não aparecer, não dá nem o ar da graça e é por isso que resolvi me recolher. Me iludo menos, não crio expectativas e sofro menos. Pelo menos minha solidão é real, justa, justificável e digna.
Às vezes acho que estou crescendo. Bate a solidão, saudade e carência eu arrumava um jeito de resolver isso. Ligando para uma amiguinha, para meus amigos, saindo para a balada. Procurava soluções que iriam resolver meu problema naquela hora, mas que depois eles iram voltar. Minhas resoluções de problemas eram vazias, frias, pois a qualquer momento a carência, a saudade e a solidão voltavam e eu voltava a “fazer besteiras”. E acho que estou crescendo porque quando a carência, saudade, solidão bate na porta mais uma vez eu me recolho. Deixo-a bater e uma hora eu sei que ela vai cansar pois não irei dar confiança a elas e se vão. Vão ver que aqui não tem prioridades e nem atenção.
Estou começando ver que essa fase de recolhimento é uma nova fase que se inicia em minha vida...a do amadurecimento! - Nicholas A.
Muitas vezes nos humilhamos muito para uma pessoa. Gostamos, nos entregamos, fazemos loucuras até e a pessoa não dá valor em nada do que fazemos. Talvez essa pessoa não seja a certa para receber nosso amor. Talvez a pessoa não seja digna de receber o seu amor (sentimentos) verdadeiro. - Nicholas A.