Ai, o que ela deve tá pensando, agora, ein? Já que eu penso nela e outrora vem. O tempo me atropela eu moro longe dela, romance de novela, só ela que traz meu bem. É pura sinestesia, ápice no prazer no teu cheiro, toque doce nos cabelos com zelo e calma… Minha palma toca a tua e a cena continua volúpia toma conta e o ambiente vira sauna. Pra sempre minha patroa, os dedos eu entrelaço, boca no ouvido dizendo: “Cê pede eu faço”. Relembrar é bom, só que eu quero é reviver, me liga quando puder que eu alugo um DVD, metade dos filmes vai se perder entre os lençóis e saudade morrer quando estivermos a sós…. E o resto vira freestyle deixa a luz apagada que eu leio seu corpo em braille.
Um poetaSANTificado













