CarĂȘncia | Michael B. Jordan
⥠Sinopse: âToda a carĂȘncia que vocĂȘ sente por Michael sĂł Ă© dissipada (mesmo que aos pouquinhos) quando vocĂȘ o tem vivo e presente, juntinho a si, inteiro em vocĂȘ.â
⥠GĂȘnero: Smut, + 18, literatura adultaÂ
⥠Avisos: Michael B. Jordan x VocĂȘ â mas aqui vocĂȘ nĂŁo Ă© mencionado como (S/N), certo? Apenas por apelidos carinhosos como âamorâ, âvidaâ, âlindaâ e por aĂ vai⊠VocĂȘ chama o Michael de âMikeâ.
⥠Notas da autora: Esse homem alugou um triplex de luxo na minha cabeça. Estou totalmente rendida a ele, então é aquilo⊠não teve jeito, não consegui resistir e tive que escrever com ele.
Michael B. Jordan deveria ser um elogio, sabe? Tipo⊠âCara, vocĂȘ tĂĄ muito Michael B. Jordan hoje.â
Isso daqui tĂĄ o puro suco do flop (e a autora aqui tem noção disso), mas sinceramente espero que tenha ao menos um coraçãozinho. đ©·
O corpo corpulento de Michael me acolhe de forma calorosa e familiar. Seu corpo Ă© como um corpo casa, ouso dizer, minha casa particular. E Ă© bom senti-lo assim, depois de tanto tempo longe.
Genuinamente, sinto, a quentura aconchegante que irradia do seu corpo grande, ricocheteando de um jeitinho bom, ao sentir, contra o meu, que emana um nĂvel de carĂȘncia absurdamente alto e exageradamente exagerado â tudo em uma dose elevada de desespero â por ele em cada poro meu.
Seus braços enormes e mĂŁos fortes e calejadas serpenteiam e vagueiam de forma despretensiosa ao redor do meu corpo, permitindo-me sentir a textura e a maciez aveludada de cada relevo dos seus mĂșsculos deliciosos, deslizando sobre minha pele nua, no vai e vem incessante de suas mĂŁos inquietas.
Seu peitoral, esculpido por um amontoado de carne voluptuosa â consequĂȘncia boa de sua disciplina e idas mais do que excessivas Ă academia â comprime gostosamente meus seios contra sua fortaleza de mĂșsculos, em um abraço apertado demais, a ponto de quase me deixar sem fĂŽlego, nĂŁo deixando lacunas visĂveis entre nĂłs.
Estamos grudados como se tivĂ©ssemos sido colados â um ao outro â por uma supercola.
Um suspiro longo e preguiçoso escapa do meu ser, carente em demasia por ele â como jĂĄ foi mencionado â apreciando mais do que o necessĂĄrio cada gesto e movimento dele na minha pele.
Estamos nus, desprovidos de roupas, como uma obra renascentista exposta em um museu renomado e visitado por turistas ao redor do mundo. SĂł que o nosso museu Ă© o nosso quarto, a nossa cama.
Estou pairada ao alcance dos seus olhos, assim como ele estĂĄ ao alcance dos meus, admirando cada vertente do seu rosto bonito e pleno, muito bem acomodada em suas coxas fartas, fingindo â com certa falha â nĂŁo sentir seu pau pincelando suavemente a entrada molhada da minha bucetinha, enquanto reprimo meus gemidinhos com mordidinhas nos lĂĄbios, encarando-o.
A carne dos meus låbios se solta lentamente quando sua boca roça a minha, beijando-me.
â Porra, amorâŠ
Ele suspirou baixinho, com a boca colada Ă minha, quando a cabecinha avantajada e roxa do seu membro me invadiu sorrateira. Mas, para o meu desespero (e desejo desenfreado), ele nĂŁo se afundou completamente. Eu gemi tĂŁo baixinho quanto seu suspiro, frustrada.
â Posso meter tudo, baby? â inquiriu com os olhinhos brilhando, num pedido ansioso. â Hmmm? Posso, amor? â reforçou o pedido, mordendo meus lĂĄbios de propĂłsito e soltando-os com lentidĂŁo, de maneira torturante, gemendo com a boca colada na minha quando a minha resposta demorou a sair. â AmorâŠ? â sua voz era de pura sĂșplica.
â Pode, Mike... mete tudinho em mim, amor! â assenti freneticamente, em uma concordĂąncia necessitada e afoita, fazendo um biquinho choroso. â Mete em mim... â pedi, sussurrando em seu ouvido, mordendo o lĂłbulo da sua orelha.
Seu pau entrou um pouquinho mais, lentamente, preguiçoso e perigoso, centĂmetro por centĂmetro se afundando no tempo certo dentro da minha cavidade quente e âvergonhosamenteâ Ășmida â por ele. Minhas paredes internas se abriram com graciosidade ao redor do falo grande e pesado dele, recebendo-o e acomodando-o fundo e por inteiro ali.
Um arrepio percorreu todo o meu corpo com a sensação esplendorosa de tĂȘ-lo dentro de mim. Minha buceta se molda perfeitamente ao seu pau.
â Michael... â gemi manhosa, escondendo meu rosto na curva do seu pescoço, inalando seu cheirinho pĂłs banho, banho tomado hĂĄ minutos atrĂĄs. O cheirinho dele tambĂ©m me remete a casa.
Ouvi ele expirar todo o ar preso nos pulmÔes, suspirando dessa vez um pouco alto demais, mas ainda assim, ele permaneceu quieto, paradinho, imóvel dentro de mim, apreciando as sensaçÔes e os apertos que recebia em troca.
â Caralho! â gemeu, apertando meu corpo mais ainda.
Sem pressa alguma de se mover, ele poderia ficar quanto tempo quisesse assim, parado, morando em mim, que eu nĂŁo me importaria, desde que eu pudesse senti-lo, duro e firme. Preso a mim.
Porque fazem exatamente duas semanas que eu nĂŁo o sinto assim. Duas semanas que passaram lentas e melancĂłlicas demais.
Foram dias e dias de tortura, de vazio, de dor pela ausĂȘncia dele. E agora, bem⊠agora eu sĂł quero ele dentro de mim, encaixadinho em mim, com minha buceta o apertando.
Porque minha buceta e minha memĂłria pecaminosa sentiram e lembraram a dor do vazio da sua presença em mim ao longo dessas semanas. E agora, eu tenho a sua presença viva e pulsante dentro de mim, mas⊠bem mais fundo do que senti na Ășltima vez. E eu sĂł o quero ali.
â Amor... â murmurei, com a voz abafada em sua pele, ainda escondida nele. E, conhecendo como me conheço, sei que nĂŁo vou me afastar tĂŁo facilmente dele, da sua pele lar. Eu vou morar nele.
â Vai ficar escondidinha aĂ, Ă©? â questionou retĂłrico, beijando meu ombro.
NĂŁo precisei responder, porque ele jĂĄ sabia a resposta, mas ainda assim balbuciei, em meio ao ĂȘxtase das sensaçÔes que eu sentia ao ter o seu pau dentro de mim.
â Aham!
â Eu pensei que vocĂȘ estivesse desesperada para levar uma boa surra de pau, amor... VocĂȘ se jogou nos meus braços igual a uma vagabunda sedenta por pica quando cheguei em casa, mas veja sĂł... Parece que minha putinha nĂŁo quer apanhar hoje, nĂ©? â ele zombou brincalhĂŁo e atrevido demais para minha carĂȘncia.
â Eu sĂł estava... â engoli o restante das palavras, parando para apreciar e sentir a maciez aveludada da sua pele quentinha em minha bochecha pressionada contra ela. â Eu sĂł estou com saudades, Mike... Eu... eu amo tanto vocĂȘ, amor. â minhas mĂŁos percorreram seus ombros largos lentamente, descendo atĂ© onde meu braço alcançava, arranhando suas costas levemente, sentindo sua pele sob minhas digitais. Ele reagiu suspirando, falhado e pesado.
â EntĂŁo me enganei e vocĂȘ nĂŁo quer uma surra de pau, do seu Mike? Poxa, linda! Qual Ă©? Onde foi parar minha putinha... hein? â provocou ousado.
â Michael! Para de me provocar, vai⊠â repreendi com a voz chorosa e infantil demais, quase inaudĂvel, mas ele ouviu e riu.
â Vai ficar escondidinha aĂ atĂ© quando?
â Eu sĂł quero sentir seu pau assim, bem paradinho, dentro de mim, Mike⊠à tĂŁo bom... por favor, amorâŠ
â Meu amor estĂĄ carente, Ă©? TĂĄ carentinha de sentir o pau do seu homem morando dentro da sua bucetinha, Ă©, linda? VocĂȘ nem estĂĄ no perĂodo fĂ©rtil pra estar tĂŁo carente assim⊠porra, amor!
Ele conhece todas as nuances das minhas fases de carĂȘncia, conhece minhas açÔes e reaçÔes diante do que ele me faz sentir sob seus toques quando estou assim, e sabe identificar todas â Ă s vezes Ă© humilhante descobrir, atravĂ©s disso, o quĂŁo carente por ele eu sou.
... sou extremamente carentinha por esse homem e pelo pau dele.
Como agora, por exemplo, ele percebeu, com seu jeito malandro e observador, que eu estou carente pelo seu pau, e nĂŁo carente por causa do humilhante perĂodo fĂ©rtil (que curiosamente jĂĄ passou e, infelizmente⊠ele nĂŁo estava em casa para me ajudar).
Ele percebeu, ou ao menos, eu espero que tenha percebido, que eu estou altamente bĂȘbada de uma carĂȘncia que se ganha e se intensifica quando ele fica fora de casa por dias a fio.
Que se ganha quando ele me impede de tĂȘ-lo sĂł para mim. De tomĂĄ-lo em mim.
â Aham! Posso... amor? Por favor... â pedi.
â Pode, vida! Mas... sĂł se vocĂȘ me deixar te foder bem gostosinho depois, vocĂȘ deixa, linda?
â Deixo, Mike... vocĂȘ pode me foder bem fundo e bem gostosinho depois⊠â murmurei com veemĂȘncia.
A sensação de estar presa em seus braços, sentindo o seu pau morando em mim, era o sentimento que minha carĂȘncia precisava sentir para ser dissipada aos pouquinhos. Para saciar todo o meu anseio de senti-lo assim, dentro de mim. Para me entregar por completo e me delietar inteira.
Meus dedos permaneciam dedilhando a pele das suas costas, descendo e subindo em uma dança lenta, enquanto eu permanecia escondida em seu pescoço, de olhos fechados, sentindo o contorno do seu comprimento viril em mim.
â Eu te amo, Mike... â segredei em sua pele cor de chocolate, no limite extremo do meu amor por ele.














