Mate-me!
Mate-me! oh, me mate! Eu sou feito de carne Nascido para morrer
Meu sangue queima rubro Meu corpo esbelto é pútrido Serei miserável enquanto viver
Nesses calejados passos de lamúria Arrastei-me por uma inexistente cura Sou incapaz de suportar meu sofrer
À minha espreita, a morte anseia Inviável é a escapatória da cadeia Tantas saídas que ninguém pode escolher
Rogo aos céus e aos abraços surdos Clemência e piedade soam como nomes sujos Meu destino jamais irá me pertencer
Antes plantavam para colher Ninguém é mais digno de merecer Toda construção surge e sucumbe sem querer.
Por: Arovohk (O MOMENTARIUM)














