á á ïŒâ Plus Boy
á á á á á á PervÂĄ Mark Ă Reader
TW: Sexo. Mark Ă© estranho e passa vergonha. Se nĂŁo gosta, indico nem passar dessa linha.
Mark Ă© um pervertido.
Mas nĂŁo Ă© como se ele se orgulhasse disso.
O sinal tocou exatas quatro badaladas antes de Mark irromper pela porta da sala de aula. O local se tornou um circo e ele era a atração principal.
O garoto engoliu em seco antes de puxar o colarinho do uniforme, abaixar a cabeça e entrar.
â Bom dia, Lee!
â Sua professora disse com as mĂŁos na cintura e um sorriso amigĂĄvel.
â Bom dia. - Ele se curvou levemente.
Mark era o prĂłprio estereĂłtipo de um pervertido.
Voz baixa, bolsas escuras sob os olhos, uniforme que, mesmo que estivesse no tamanho exato, parecia enorme em seu corpo e o cabelo bagunçado.
Sim.
Este era o mais marcante.
Uniforme bem-passado e sapatos limpos, mas ainda assim seu cabelo parecia um ninho de passarinhos de tĂŁo desarrumado.
Qualquer um poderia reconhecer um pervertido tĂŁo aparente quanto ele.
O garoto coçou o topo da cabeça enquanto jogava sua mochila no chão. Ao se acomodar melhor em seu acento, Mark ouviu passos apressados no corredor. Arrumando melhor sua armação, ele passou a analisar melhor os sons. Logo uma gloriosa visão passou pela janela de sua sala.
Era ela.
Seus låbios se entreabriram para soltar um leve suspiro. Ultimamente Mark esteve interessado em uma garota da sala ao lado. Não é como se ele pedisse por isso, mas seus olhos sempre iam, instantaneamente, em direção a ela. E nada mais entrava em sua cabeça depois que ele a via.
â Mark, vocĂȘ poderia me dizer o que a garota do 3Âș ano tem de tĂŁo interessante? â Seus olhos assustados foram imediatamente em direção a professora, que sorria travessa para o mais novo.
O garoto apertou os låbios enquanto abaixa seu olhar para suas mãos tremulas. Seu rosto estava quente, seu corpo estava quente. Tanto que nem mesmo sua cabeleira bagunçada poderia esconder o ardor de suas bochechas.
â JĂĄ que vocĂȘ me parece familiarizado com [Nome], leve estes livros atĂ© a biblioteca e entregue para ela.
Foram longos minutos de silĂȘncio antes de Mark dizer. â O quĂȘ?
E logo os alunos caĂram acima de um humor completamente histĂ©rico. A sala ao lado deveria estar se revirando rente Ă tanto barulho.
â Foi o que vocĂȘ ouviu, Mark. Vamos, venha aqui.
Ele estava tremendo.
Tanto que sentiu uma dormĂȘncia horrĂvel em suas pernas. O garoto andava lentamente atraindo olhares, sorrisos e comentĂĄrios desavergonhados de seus colegas.
â Aqui. â Eram apenas dois livros, mas para um garoto tremulo e de poucos mĂșsculos, pareciam 5. A professora sorriu presunçosa enquanto arrumava o cabelo do garoto. â NĂŁo demore.
Ao sair da sala, Mark logo colocou os livros entre o braço e as costelas e bagunçou seus fios novamente.
â Droga. â A biblioteca nĂŁo era longe. NĂŁo havia tempo para pensar em algum plano e fugir nĂŁo era uma opção. â Se concentre.
Com confiança, Mark empurrou a porta, o que causou um grande estrondo, atraindo a atenção de todos os alunos presentes ali.
â Merda... â Ele encolheu. Timidamente, ele caminhou atĂ© a mesa de [Nome], esta que o esperava com um sorriso amigĂĄvel. Sua atenção deslizou de seus olhos brilhantes atĂ© sua saia. Ela parecia tĂŁo bem naquela saia.
Mark faria de tudo para que sua saia fosse 5 cm mais curta. Seu olhar subiu, procurando alguma brecha em sua camisa, se os botÔes fossem mais separados, seria o måximo.
â OlĂĄ, Mark! â Ela se levantou.
Oh, nesse momento ele se sentiu tĂŁo pequeno perto dela. Seus olhos passearam por ela por completo, ansiando por cada centĂmetro de seu corpo.
Sim. TĂŁo linda. TĂŁo... Ah...
â Mark?
Ele estava agradecendo mentalmente pela chance de presenciar tamanha beleza de perto. Aquela garota e um copo de ĂĄgua. Era exatamente o que ele precisava.
â Mark?
Era tĂŁo perfeita. Ela se sentiria atraĂda por alguĂ©m como ele?
â Mark, eu estou te chamando, porra! â Seu olhar escureceu.
Foram longos minutos antes de Mark responder. â O quĂȘ?
â Os livros.
â Ah! Os livros. â Ele rapidamente os estendeu em direção a garota, inconscientemente forçando-os contra seus seios. â Oh, cĂ©us! Eu sinto muito! â Ele gritou, atraindo a atenção de todos. Aquilo o amedrontou. Sem ao menos ter a chance de se despedir, Mark correu para fora da biblioteca.
â Humph, que cara estranho. â Ela murmurou.
Ao chegar do intervalo, o garoto procurou por um canto isolado. Ao sentir que estava sozinho. Ele apertou seu punho e mordeu sua prĂłpria mĂŁo.
â Porcaria! Como eu posso ser tĂŁo burro?
â Vamos lĂĄ, [Nome]! NĂłs diga o que achou dele. â Era uma voz conhecida.
Mark rapidamente se escondeu atras da mĂĄquina de lanches.
â Eu jĂĄ disse. Achei ele estranho. â Mark sentiu suas bochechas esquentarem. Que bela primeira impressĂŁo!
â Ele parecia mais interessante nas OlimpĂadas de MatemĂĄtica. â Ela deu de ombros.
â Talvez ele estivesse tĂmido por estar tĂŁo prĂłximo de vocĂȘ. Vamos lĂĄ, [Nome]! DĂȘ um desconto a ele.
â Tsc, me dĂȘ um tempo. â Ela revirou os olhos. â DĂȘ um fora daqui, vĂĄ!
Com um bico raivoso, a garota deixou o local. [Nome] soltou um longo suspiro antes de se virar para a mĂĄquina de lanches.
â Quer foder?
Foram longos minutos antes de Mark deslizar de seu esconderijo e falar. â O quĂȘ?
Formulas, juventude e desejos.
Uma descrição em 3 palavras do que é a puberdade para Mark.
E agora ele estava na cabine de um banheiro pouco usado descobrindo o que isso significa.
Ele estĂĄ sentado sobre a tampa do vaso sanitĂĄrio com a garota de seus sonhos entre suas pernas.
â VocĂȘ... â Ele gaguejou. â Me acha atraente?
Ela sorriu. â Achar vocĂȘ atraente? â Ela massageou suas coxas enquanto deslizava a lĂngua molhada por seu pescoço. â Perguntaram como vocĂȘ me descreveria e vocĂȘ respondeu âConvexo em cima e Convexo em baixoâ. Com toda certeza eu nĂŁo te acho atraente.
Seus dedos deslizaram por entre suas pernas, massageando o volume em suas calças. O rosto do garoto estava vermelho novamente. NĂŁo se sabe se o motivo foi o comentĂĄrio ou o toque tĂŁo Ăntimo. Seu pau jĂĄ estava fora de suas calças e seus olhos estavam presos em seus seios gordos, que pareciam tĂŁo bem naquela camisa branca. Sua mĂŁo tremula, lentamente, deslizou atĂ© eles. Estava quente. Ele apertou. As mĂŁos da garota subiam e desciam enquanto ela observava o quĂŁo desavergonhada eram suas açÔes.
â O que estĂĄ olhando? â Um tapa seria uma recompensa perfeita. Ele pensou.
â Eu quero entrar em vocĂȘ.
â NĂŁo. â Ele tremeu.
Ainda vestida, [Nome] apenas puxou a saia para cima e sentou em seu colo. O choque Ăntimo fez seu corpo arrepiar, mas ela nĂŁo parecia nem um pouco afetada.
Sua boceta vestida ia para frente e para trĂĄs. Mark sentia seu corpo espasmar violentamente. Seus gemidos poderiam ser ouvidos por qualquer um que passasse por aquele corredor. [Nome] beijou seus lĂĄbios trĂȘmulos antes de se aproximar de seu ouvido.
â VocĂȘ Ă© sĂł um pervertido de merda, nĂŁo Ă©? â Ele tremeu. â Responda. â Apertando a tampa do acento, o garoto balançou a cabeça violentamente.
â Eu sou.
â VocĂȘ queria que minha saia fosse mais curta? â Seus Ăłculos desceram pela ponte de seu nariz, efeito dado pela quantidade horrenda de suor que saia de seus poros.
â Queria...
â AtĂ© onde? â Sua mĂŁo subiu lentamente por suas coxas, parando poucos centĂmetros abaixo de sua cintura.
â AtĂ© aqui... â [Nome] puxou seus fios bagunçados com um olhar claro de desgosto.
â Isso Ă© nojento, vocĂȘ sabia?
Os Ăłculos de Mark jĂĄ haviam caĂdo, seus olhos brilhantes e sua franja suada estavam bem aparentes para ela.
â Eu sinto muito. â Ele apertou os olhos quando sentiu seu orgasmo se aproximando.
â VocĂȘ sente? â Seus dedos lentamente desabotoavam sua camisa.
Mark sentiu um forte brilho contra seus olhos. Ele havia encontrado ouro. Seu rosto rapidamente se enterrou contra seus seios. Ele mordiscava e chupava cada ĂĄrea que estivesse Ă vista.
â VocĂȘ nĂŁo parece arrependido. â Ele fez uma longa pausa. Seus lĂĄbios se entreabriam com um choque tĂŁo intimamente agressivo e ele logo gozou, enterrando seu rosto suado entre seus seios.
Empurrando sua cabeça, [Nome] levantou do colo do garoto. Organizou suas vestes antes de voltar sua atenção a ele que, ainda exposto, tentava controlar sua asma com uma bombinha.
â Tenha uma boa aula, Mark. â Ela sorriu amigĂĄvel antes de sair.
Foram longos minutos de silĂȘncio antes de Mark responder. â O quĂȘ?
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