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No aguanto estar, voluntariamente, tantos días sin hablarte, pero yo sé que tú sí, que tú aguantas, que no te importa, que así estás más tranquilo. Y saber eso me duele, pero me obliga a mantener mi decisión. Sé que tú estás estudiando o jugando o viendo vídeos o haciendo cualquier cosa menos estar dándole vueltas al asunto como lo hago yo. Siento que me ahogo. Me gustaría ser igual de fuerte -¿o indiferente?- como tú. Pero como leí por ahí: uno comienza fingiendo frialdad y termina por sentirla.
No hay soledad que se compare a la de ser mujer.
Marcela Serrano. Libro: Para que no me olvides.
Aunque parezca un contrasentido, se necesita más valentía para ser contestataria en democracia que en dictadura.
Marcela Serrano. Libro: Para que no me olvides.
Nada le gusta más a Juana que sentirse buena en tierra de malos.
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Los clichés siempre tienen un fondo de verdad.
Marcela Serrano. Libro: Para que no me olvides.
Bookland - 'Dieci donne' di Marcela Serrano
Casa editrice: Universale Economica Feltrinelli pubblicazione: 2013 pagine 144 – 288 facciate traduttore: M. Finassi Parolo – T. Gibilisco – che come sempre ringrazio Marcela Serrano, scrittrice figlia di scrittori. Cilena, quarta di cinque sorelle, è famosa (per me era sconosciuta) per esplorare, nei suoi romanzi, la condizione femminile. E’ vissuta, per alcuni anni, in Italia dopo il colpo…
Nós que nos amávamos tanto – Marcelo Serrano
Quando lemos muito em seguida um segundo livro de um autor (raras exceções feitas aos muuuito bons!) a sensação é que há uma certa repetição... Os temas femininos se repetem como no primeiro livro que li (dez mulheres). Enfim, um bom livro, mas não espetacular, mas, como sempre, tem bons trechos:
“Sara diz a Maria que acredita que esse foi um problema de geração. Lembra-se de que a ela só acreditava no coletivo. Sente dores ao recordar que suas identidades individuais eram pisoteadas sem que tivessem nenhum cuidado com suas características psíquicas. Na época, as experiências vitais eram as políticas e ideológicas. Neste sentido, foram guerreiras. Não é em vão que foram marcadas, em toda América Latina, pela Revolução Cubana e, mais tarde, em outro nível, pelo maio francês. Foi, de fato, uma geração de militâncias trepidantes. Não tiveram tempo para lutas pessoais; essas não tinham urgência”
“- Ela fazia as compras, a limpeza, cozinhava e lavava a roupa. Todas as suas horas eram dedicadas aos outros: ao filho e a mim. Nunca vou me esquecer de um dia, um dia qualquer sem nenhuma importância especial, em que estávamos conversando na cozinha e ela parou para beber água. Em vez de deixar o copo em cima da pia e voltar a conversar, lavou, enxugou e guardou o copo no armário. E aí alguma coisa fez click dentro de mim. Eu havia assistido a cenas semelhantes muitas vezes quando era criança e estava em companhia da minha babá. Ela era a única pessoa que lavava, enxugava e guardava seu copo imediatamente. Na minha infância, ela era a única pessoa próxima a mim que não era servida por ninguém. Ninguém lavaria o copo que ela usara. Compreendi, então, o papel que minha mulher havia assumido. Senti pena e solidariedade. Anos depois, quando, por fim, ela passou a dar mais importância a sua vida do que à minha, já era muito tarde. Eu não tinha má vontade e entendia o problema do ponto de vista intelectual. Mas ,no que se refere aos sentimentos, eu já não saberia viver sem ser o centro de tudo. As minhas sugestões eram diretrizes....”