@institutoluizgama O cartório que inicialmente se recusou a registrar com o nome de Samba o filho do cantor Seu Jorge com sua companheira Karina Barbieri, nascido no último dia 22, com o argumento de que se tratava de nome “incomum”, reavaliou a decisão após a repercussão nas redes sociais e permitiu o registro. “Diante das razões apresentadas, que envolvem a preservação de vínculos africanos e de restauração cultural com suas origens, assim como o estudo de caso que mostrou a existência deste nome em outros países, formei meu convencimento pelo registro do nome escolhido, que foi lavrado no dia de hoje”, disse a registradora Kátia Possar em comunicado divulgado à imprensa ontem (26). Segundo com a lei de Registros Públicos, de 1973, alguns nomes podem ser vetados no momento do registro, caso os oficiais julguem que a opção possa trazer prejuízos futuros à criança, resultando em preconceito e bullying. “Os oficiais do registro civil não registrarão prenomes suscetíveis de expor ao ridículo os seus portadores”, diz o texto. Entretanto, não há uma lista de nomes proibidos no país, e o critério depende dos pais e do registrador. Samba, como a própria registradora reconheceu, é um nome existente em outros países. 📷 Reprodução/ Internet #institutoluizgama #luizgama #direitoshumanos #antirracismo #racismo #injuriaracial #vidasnegrasimportam #seujorge #samba https://www.instagram.com/p/Cn7bHOOve7b/?igshid=NGJjMDIxMWI=












