^áȘČnotas da autora: linguagem imprĂłpria!, fer mais velho que a reader!, sexo desprotegido (dnv, mas nada que deve ser repetido)!, um leve lactation kink!, fer sendo um super papai e um super maridinho!
^áȘČsinopse:: lobona mamĂŁe que tĂĄ insegura com o peso apĂłs o parto e Fernando maridinho ajudando ela.
Fer papai tem meu coração todinho.
đ đđđđđ đđ Fernando estava completo nu da maneira mais intimamente adorĂĄvel possĂvel, e por cima, babado. Ele sentia as mĂŁozinhas pequenas que tocavam a sua pele enquanto o argentino embalava em seus braços fortes, a fragilidade daquele bebezinho com poucos dias de nascimento. Ele via o rostinho, como estava encolhidinho nos braços do papai. O pequeno de nome Jorge tinha um dos dedos calejados do pai entre os lĂĄbios, coçando a gengivinha.
Ele alisou bem lentamente os poucos cabelinhos dele. "Shh.. tĂĄ tudo bem, o papai do pequenito estĂĄ aqui. Ele vai cuidar, vai dar muito carinho. O papai cuida de vocĂȘ... a mamĂŁe precisa descansar, nĂŁo Ă© pequenito?". Ele sussurrava para acalmar a mente do bebĂȘ. Ele poderia nĂŁo entender nadinha de nada, mas sentia o amor no ar.
Aquele cheirinho, os olhinhos tão inocentes que as vezes mal abriam, aquelas mãozinhas que seguraram com uma curiosidade o dedo do papai e levava até a boquinha.
Os olhinhos dele estavam fechados e nĂŁo viam muito, mas os dele brilhavam com uma admiração guardada pelo bebĂȘ. O argentino achava difĂcil viver sem aquilo, depois de descobrir o que era a paternidade. Estava sendo um pai babĂŁo, coruja mesmo. Mas nĂŁo sĂł por pequenito, como ele o chamava. Mas tambĂ©m pela sua esposa.
Naquela madrugada quase silenciosa, de domingo, fazia cerca de quarenta e um dias que o parto normal tinha acontecido. Era de se esperar que vocĂȘ estivesse cansada, se recuperando com a doce ajuda dele. Mas ele notava algo mais. Ele nĂŁo era bobo, mesmo que vocĂȘ negasse e tentasse focar sĂł no bebĂȘ, ele sabia que tinha alguma coisa errada, que te incomodava.
Percebeu sozinho. Vendo tudo aquilo Ă s escondidas: vocĂȘ com lĂĄgrimas nos olhos, mas que nĂŁo pareciam somente de alegria, viu a maneira preocupada que se olhava no espelho depois de um banho juntos e como deslizava os dedos contra a barriga, que ainda estava um pouco grandinha pelo tempo de puerpĂ©rio.
Mas aquela frase que vocĂȘ soltou antes de adormecer na noite do sĂĄbado, pesou no coração dele e confirmou o que estava presenciando nos Ășltimos dias. "Eu tĂŽ uma baleia". Caralho. A sua carinha de choro o matava. Porque nĂŁo sabia o que dizer.
Sim, ele notou que vocĂȘ engordou um pouco mas, vocĂȘ estava carregando o bem mais precioso de vocĂȘs. Notou e amou ainda mais. Ver seu corpo se adaptar para dar a luz ao menininho mais adorĂĄvel do mundo era a coisa que ele mais amou na sua gravidez. Seus desejos que ele amou atender, como vocĂȘ o olhava. E atĂ© quando vocĂȘs faziam sexo mais lentinho para nĂŁo machucar nem a vocĂȘ nem ao pequeno Jorginho, sĂł para matar a vontade dos dois. Mas nada aniquilava o mulherĂŁo da porra que vocĂȘ era. VocĂȘ o chamava de louco, quando no meio da noite ele te acordava com beijos molhados no pescoço, sussurrando como um homem necessitado.
"Eu preciso de vocĂȘ".
Ele precisava. NĂŁo precisava sĂł porque estar dentro de vocĂȘ era uma das suas coisas favoritas na rotina dele, mas porque a alma dele precisava da sua. Do seu consolo, dos seus beijos e abraços. E como ele sempre voltava a repetir, "nĂŁo deveria ser loucura eu querer transar com minha prĂłpria esposa toda hora. VocĂȘ Ă© muito tentadora, eu jĂĄ lhe disse isso".
VocĂȘ o deixava louco, seu cheiro o deixava louco, seus cabelos, seu sorriso meio torto de tanta paixĂŁo, e para ficar claro, vocĂȘ ser a mĂŁe do filho dele, que era a carinha todinha da mamĂŁe, deixava ele louco tambĂ©m.
Assim que o berço outra vez adornou a sonolĂȘncia do menininho, Fernando o colocou lĂĄ em um beijo suave, quase para que nĂŁo pudesse sentir. O olhou completamente bobo por mais alguns minutos, e foi retornar para os braços da esposa.
AtravĂ©s da porta entreaberta, ele foi ĂĄgil em reconhecer o chorinho baixo e abafado, mas que nĂŁo vinha do quarto de bebĂȘ. Era vocĂȘ. Ele nĂŁo demorou muito. Fechando a porta e se arrastando para ficar agarradinho com vocĂȘ embaixo da coberta, ele nĂŁo falou nada de inĂcio, mas as açÔes foram cruciais.
Os lĂĄbios dele se encostaram em seu ombro e os braços te envolveram com carinho e um cuidado, entendia seu momento e todas suas inseguranças, como se sentia, como estava se vendo. Ele fez um carinho em seu pescoço com o nariz e a deixou chorar um pouquinho, sentindo vocĂȘ amolecer nos braços cabeludos dele.
Quando seus olhos encontraram os dele, o sorriso dele era tĂŁo triste quanto o seu. Ele apenas segurou seu rosto entre os dedos compridos e sussurrou. "O que eu preciso fazer por vocĂȘ? VocĂȘ sĂł precisa pedir, meu anjo". Ele começou, dando uma pausa para deixar beijos carinhosos em seu rosto. "Vou atĂ© o cĂ©u por vocĂȘ. Me fale, sabe que eu amo sua voz. Es... todo para mĂ". Aquele sotaque latino rouco no seu ouvido te fazia tremer.
VocĂȘ se remexeu na direção dele. "Fer-". Com a voz chorosa, foi tudo o que pĂŽde dizer.
Naquele momento, Fernando queria poder arrancar os prĂłprios olhos escuros para que vocĂȘ visse o que ele estava vendo todos os dias, vendo vocĂȘ, naqueles quase seis anos de um relacionamento mais que bom. Como ele fazia que cada dia vocĂȘ se apaixonasse mais por ele. Com beijos, com presentes, mas com a presença dele em quase todos os momentos da sua vida.
Os beijos dos lĂĄbios dele terminaram em seus lĂĄbios gordinhos, com ele tocando seu rostinho que ainda estava um pouco inchadinho.
Puta que pariu, como era que vocĂȘ conseguia ficar mais bonita a cada segundo que ele te olhava? Devia ser um dom que sĂł vocĂȘ tinha, ele dizia. "Deixa eu provar o quanto vocĂȘ mexe comigo, nena... que vocĂȘ sempre vai ser a mulher mais linda desse mundo. A minha mulher". Ele quase pediu com os lĂĄbios colados em um beijinho nos seus.
O gemidinho que vocĂȘ deixou escapar ao vento, necessitado como de alguĂ©m que fazia um tempo que nĂŁo tinha um foda com o maridinho por causa da recuperação do parto, deixou ele completamente desarmado. Aquilo era tudo o que ele precisava.
Com um sorrisinho quase malicioso, ele torceu intensamente para que o Jorge dormisse o restante da noite e selou um beijo na sua testa, antes de se levantar e caminhar atĂ© a cĂŽmoda prĂłxima ao banheiro do quarto de vocĂȘs. Seu peito passou a arder, de saudade e de desejo, de amor por vocĂȘ. Um amor que tomava todo o corpo dele.
O amor dele por vocĂȘ era como um vĂrus do bem, que vinha cheio de tesĂŁo, de carinho, e de fantasias.
Seus dedos grossos foram mais ĂĄgeis que das outras milhares de vezes em encontrar o lubrificante Ăntimo, bem refrescante que ele mesmo fez questĂŁo de comprar para vocĂȘ. Fernando era um marido muito eficiente, desde que vocĂȘ vocĂȘ manifestou desejo de voltar a fazer amor com ele na gravidez, pesquisou tudo. Estudou tudo sobre como poderia dar prazer a vocĂȘ nesse perĂodo.
Quando se voltou para vocĂȘ, ele nem parecia aquele homem sĂ©rio e fechado que o mundo conhecia. Sua dancinha foi sĂł uma maneira de tirar um sorriso sincero, uma risada de vocĂȘ. A sua risadinha o fez suavizar. "Se divertindo, mĂŽ?".
De repente a cama aconchegou o corpo dele e afundou ao seu lado, ele tirou o lençol de cima de vocĂȘ e atĂ© ajustou o ar-condicionado para vocĂȘ nĂŁo ficar com frio. As mĂŁos dele deslizaram pelo seu ventre, desceram mais um pouquinho atĂ© suas coxas indo a parte interna.
"Eu vou cuidar de vocĂȘ, nena". Disse baixinho, inclinando o prĂłprio corpo na direção da sua boca. E vocĂȘ toda molinha jĂĄ. Selinhos foram deixados ali, enquanto ele abria o frasco do lubrificante para deixar uma das mĂŁos dele umidecidas. Aqueles mesmos dedos calejados deslizaram pele superfĂcie da sua fenda, brincando com as suas dobras e a preparando para aquilo que estava por vir.
A sua bucetinha estava mais ressecada no perĂodo de gravidez e iria continuar assim um tempo apĂłs o parto. Era o esperado para o momento, e ele sabia que precisava ir com mais calma, controlar seu prĂłprio tesĂŁo para nĂŁo sair nada errado e ainda assim dar o prazer que vocĂȘ merecia, entĂŁo o polegar circulou bem lento ali.
Um gemidinho deixou os seus lĂĄbios, baixinho e surpreso inicialmente. Ele sorriu para vocĂȘ. Depois ecoou junto com um pequeno sobressalto, quando o dedo indicador do argentino entrou bem devagarinho na sua entrada.
Para ajudar, ele derramou um pouco mais do lĂquido nas mĂŁos, atĂ© deixou escorrer na suas dobras, melando a parte interna das coxas e a virilha. Os movimentos começaram, o dedo calejado entrando devagar no buraquinho e saindo igualmente no mesmo ritmo. Ele acabou mordendo o lĂĄbio inferior, "VocĂȘ Ă© tĂŁo linda...". Ele sussurrou contra sua boquinha, te beijando antes de se deitar com o rosto entre suas pernas.
"E vou te mostrar o quanto". Fernando terminou de dizer, com beijos em suas coxas. A lĂngua molhada desceu e subiu em sua bucetinha, deixando a regiĂŁo sensĂvel e mais gostosa de saborear. Aquele era o passatempo favorito dele, o momento do dia que mais amava. Ver vocĂȘ daquela posição, segurando as suas perninhas para nĂŁo fechar enquanto ele te comia. Era tudo.
Os lĂĄbios do argentino se esbaldaram nas suas dobras, que ficavam mais molhadas com o tempo, brincando com o seu clitĂłris e com a entradinha enquanto chupava cada partezinha. "Amor~". VocĂȘ deixou escapar, e ele sorriu quase suspirando contra o local umidecido que vocĂȘ se remexia para roçar contra ele.
Uma mĂŁo subiu para brincar com o biquinho duro do seu seio farto de leite. Vez ou outra ele apertava a mama ou o mamilo entre os dedos dele. Devido a amamentação recente, o lĂquido branquinho melava os dedos dele com facilidade, mas esperando uma reação contrariada de Fernando, vocĂȘ sĂł recebeu um sorriso largo e malicioso.
Subindo vĂĄrios beijos tesudos pelo ventre e a sua barriga inchadinha, ele entĂŁo, chegou nos seus seios durinhos de tesĂŁo e de leite. A lĂngua do homem rodeou o biquinho, com um sorriso na boca. "Mi mujer... porque faz uma coisa dessa comigo, sabes nĂŁo posso perder o controle". Ele chupou. Chupou com vontade, sem nem sequer se importar com o gostinho do leite escorrendo na garganta dele. Ele adorou, se fosse ser sincero. Era quase afrodisĂaco. Ele te olhava, admirando suas feiçÔes de surpresa e excitação, ele tinha seu seio quase todo na boca, ainda dedando seu buraquinho e depois apenas roçava a ponta da lĂngua no seu mamilo.
VocĂȘ estava quase em choque, quase gozando somente nos dedos dele, sensĂvel, mas tambĂ©m confortĂĄvel e confiante que Fernando Contigiani nunca te machucaria. Fechando os olhinhos, deixando o corpo relaxar, os braços esticados na cama e a cabeça no travesseiro, ele se deixou aproveitar.
Afastando a boca de seus seios sĂł para se posicionar melhor entre suas pernas que fazia questĂŁo de deixar bem abertinhas para ele. Com um gemido gutural, ele entrou em sua bucetinha com a cabecinha dolorida, e respondeu com um sorriso quando vocĂȘ abriu os olhos arregalados.
"Sentiu falta de me ver te comendo... Senhora Contigiani?". Ele se movia devagarinho, com o controle da profundidade que podia e nĂŁo podia chegar dentro de vocĂȘ ainda. Tudo para nĂŁo te machucar, ele nĂŁo se perdoaria por isso. Uma mĂŁo deslizou para levar seu rosto na direção dos olhos dele novamente. "Olha para o homem que botou um filho em vocĂȘ, nena". Mas era ele que nĂŁo conseguia tirar os olhos de vocĂȘ.
Mesmo que nĂŁo entrasse completamente, ele gemia como um louco no seu ouvido, prestes a se deitando em cima de vocĂȘ. Ele entrava e saĂa quase como uma provocação, uma promessa silenciosa do que vocĂȘ fazia com ele.
Foi sĂł entĂŁo depois de muito vai e vem, de muitos gemidos e promessas sussurradas no seu ouvido, de tĂŁo sensĂvel que vocĂȘ estava, que nĂŁo demorou para ter um orgasmo e sentir o lĂquido espeço escorrer e melar o pau dele todinho. Ele continuou dentro por mais algum tempinho, usando da força em seus cotovelos na cama para beijar seu rosto todinho, com mais carinho e ternura.
Suado e ofegante, com o peito em um movimento irregular como o seu, ele pegou seu rosto nas duas mĂŁos, te olhando como se fosse o maior tesouro da vida dele. "Eu te amo, senhora Contigiani". Sussurrou quase sem conseguir falar. Notando seu estado bagunçado, mas tĂmido e adorĂĄvel, Fernando saiu de dentro de vocĂȘ, jogando o corpo nu em exaustĂŁo ao seu lado na cama. As mĂŁos do argentino te puxaram para mais perto, o nariz dele voltando a descansar no seu pescoço coberto pelas mechas de seus cabelos.
Ele deixou que a sua perna parasse encima da dele e sorriu com sua retribuição recĂproca. "Eu tambĂ©m te amo muito, Fer". O cafunĂ© em seus cabelos era para te fazer dormir primeiro, para que vocĂȘ se confortasse com o abraço apertado de tanto amor dele.
E naquela madrugada escura, na mais forte reafirmação de amor devoto possĂvel, vocĂȘ dormiu acolhidinha nos braços fortes e cabeludos de Fernando, e ele amou estar ali com a famĂlia dele.
^áȘČđđđđđ đđ đđđđ â nĂŁo consigo. eu preciso do fer sendo papai do meu baby (alguĂ©m notou a referĂȘncia do nome do nenĂȘ?).












