Louhan (21 x 29.7 cm)
Oil Pastel: Mungyo Gallery Paper: Canson Graduate Mixed Media
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Louhan (21 x 29.7 cm)
Oil Pastel: Mungyo Gallery Paper: Canson Graduate Mixed Media
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Giải 2 VIETNAM CHAMPIONSHIP FLOWERHORN 2022 cùng #possavee 1/6/2022 King Kamfa . . . -------------------------------------------------------- #saigonfish, #sgfish, #flowerhorn, #flowerhornfish, #fishkeeping, #plantedtank, #arowana, #freshwatertank, #cichlids, #louhan, #louhankamfa, #kamfa, #monsterfish, #aquariumhobby, #freshwaterfish, #freshwateraquarium, #louhanfish, #aquarium, #fish, #kamfaflowerhorn, #flowerhorncichlid, #louhancencu, #cencu, #flowerhorns, #fishtank, #ikanhias, #kingkamfa https://www.instagram.com/p/Ced5kU2pMsh/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Tags: sex ☆ rough sex ☆ bath/tub sex ☆ size kink ☆ press match (?) ☆ multiple orgasms ☆ blowjob ☆ dirty talk ☆ slightly body worship ☆ friends with benefits ☆ cum eating ☆ a lot of kisses
Deus ajude.
Ter uma relação de amigos e benefícios queria dizer que ela nunca sabia se a outra parte queria mais amizade ou benefícios, dependendo do dia.
E se tinha uma coisa que Lou entendia, era de tentar decifrar o que Zixuan queria quando aparecia na sua porta no meio da semana e sem avisar até que estivesse na portaria do prédio lá em baixo, choramingando pra ela abrir e deixar ele subir, provavelmente fazendo o maior drama da face da terra na frente do porteiro e só reforçando o boato que corria pelo prédio.
Sobre Lan ser seu namorado; um muito chorão, inclusive.
Pelo interfone, ela não sabe se ele interrompeu seu caminho pra um banho de banheira merecido porque veio passar a tarde jogando conversa fora ou se vai prensar seu corpo em uma parede assim que passar pela porta, mas espera pacientemente pra descobrir quando a campainha toca e ela não faz questão nem de soltar a toalha que tinha nas mãos antes de colocar a cabeça no corredor.
— Marquise implicou com você? — Pergunta com cuidado, analisando seu rosto contorcido, mas não emburrado, o que a faz chegar na outra opção plausível. — É o trabalho, não é?
E é assim que ela mal espera ele começar a reclamar depois de confirmar com a cabeça, abrindo mais a porta para que Lan entre e feche a porta, antes dela se aproximar pra beijar sua bochecha e agarrar sua mão, lhe oferecendo um sorriso bonito o puxando pro corredor atrás dela.
— Me conta no banheiro, vamos tomar banho juntos.
Independente de ter sido uma sugestão inocente, ela nem quer pensar em quantas vezes eles já tinham feito isso antes, quando começa a se despir em um canto e ele em outro, sentindo o homem tocar seu corpo a cada centímetro de pele exposta como se ele estivesse ansioso por aquilo há um tempo. Cintura, quadris, bunda, seios e pescoço, a puxando pra um beijo necessitado e quente que quase faz ela esquecer da torneira ainda ligada e jorrando água quente e vapor por todo cômodo.
Lou descobre ali que vai ser uma tarde sobre benefícios, mas não vai reclamar quando sente o pau dele semi duro cutucando sua coxa antes deles entrarem na banheira juntos, com Zixuan a puxando pra sentar no colo dele e colando seus braços fortes em sua cintura assim que a água quente abraça os dois.
Ela sempre escuta sobre os problemas dele, mas acha fofo como ele fica irritado mesmo com as coisas mais simples, a ponto de segurar a pele dela com mais força enquanto desabafa contra seus lábios, quando ela não está beijando seu rosto e mordendo seu pescoço. E ela sempre tenta ajudar como pode.
— Eu acho que a maior parte do seu estresse é só porque você já é uma pessoa estressada e isso é cansativo. — Han diz com doçura, começando rolar os quadris em cima do colo dele, esfregando a buceta em seu pau. — Mas não é nada que eu não consiga resolver. Sorte a sua.
Fosse com conselhos sábios ou só avisando que ia dar pra ele até que Lan esquecesse do que o incomodava, em primeiro lugar, ela não sabia, mas tem a certeza de qual opção ele escolheu assim que o sente puxar seu cabelo úmido com força e atacar seus lábios com um beijo de verdade agora. Lou não sabia que estava com tesão até sentir ele duro e pulsando debaixo dela quando ela desce uma das mãos pra bombear seu cacete e o escuta suspirar e quase derreter na mão dela.
— Você só precisa usar minha bucetinha apertada pra aliviar essa tensão toda, não é? — Pergunta em um tom inocente, erguendo o corpo em cima do dele, encaixando a ponta da rola em seu buraco encharcado. — Você só precisa me comer com força pra esquecer tudo, até me deixar larga e implorando pra meter dentro de novo.
Ela sabe muito bem o que está fazendo quando desce em cima do caralho dele, contraindo suas paredes e deixando ele sentir o quanto ela ficou molhada e quente por sua causa assim que rebola com tudo enterrado no fundo e solta um gemido longo com o sentimento de ser preenchida daquele jeito. E ela sabe que não vai conseguir calar a boca uma vez que começa a quicar nele, tão rápido que a água começa a espirrar pra fora da banheira cada vez que ela fica empalada naquele cacete grosso e que deixa ela bem esticada e trêmula, sentindo a ponta acertar cada um de seus pontos sensíveis.
— Foda-se, seu pau é tão grande. O maior que eu já montei. — Se aquilo só vai aumentar o ego dele depois, ela nem se importa, se jogando pra cima e pra baixo nele como se só sentir aquilo tudo entrar importasse, todo aquele desespero fazendo seus seios balançarem freneticamente na frente do rosto dele. — Tão fundo… eu tô te sentindo tão fundo. Porra!
As mãos dele apertando sua bunda e sua boca trabalhando nos bicos sensíveis de seus seios, com certeza é o que empurra ela pro orgasmo mais rápido, porque ela não ia mesmo durar com aquele homem chupando sua pele enquanto a segura com posse e geme dizendo que ela é uma vagabunda deliciosa, se desfazendo em cima dele com plena consciência que eles iam acabar trincando aquela banheira.
Mas ela não liga. Nem pra banheira, nem pra sua buceta inchada e dolorida. Ela quer mais.
— Você todo é tão gostoso… Me fode até descontar tudo em mim, me usa de depósito de porra. Por favor.
E ela sabia que ia conseguir mais se pedisse com jeitinho assim, envolvendo os braços no pescoço dele e as pernas em sua cintura, consciente que ele não ia deixá-la cair quando se levantou sem nem desencaixar e levou os dois pra cama dela. Despreocupada com qualquer coisa porque sabia que ele era forte e isso era sexy pra caralho, enquanto o beijava faminta e estrangulava o cacete dele por dentro, o provocando daquele jeito até ser prensada entre a cama e o corpo dele e começar a levar uma surra de pica pesada, com as bolas dele esmurrando sua bunda.
As paredes daquele apartamento eram finas demais pra abafar os gritos agudos que ela soltava a cada estocada funda, o som seco de sua cama batendo contra a parede cada vez que ele se enterrava nela e a voz profunda de Lan mandando ela dar gostoso e pegar o caralho dele todo sem reclamar, a tratando como a putinha depósito que ela implorou pra ser.
— Eu tô tão molhada, você tá metendo tão gostoso. — Gemia feito uma vagabunda, sabendo que o lençol estava úmido por causa de sua buceta vazando sem parar, enquanto revirava os olhos. — Soca mais forte, eu aguento. Eu quero tudo dentro.
Assim que ele segura seu pescoço em um aperto firme mas moderado, tem quase certeza que o sente martelando o colo do útero, com a ponta lambendo cada centímetro sensível dela por dentro enquanto bloqueava o ar em sua garganta, usando a proximidade de seus rostos pra engolir cada gemido seu quando seu corpo entra em combustão e ela começa a gritar alto sem parar. Seus vizinhos com certeza acham que hoje, ela morreu de tanto dar quando ela goza e nem por isso Lan para de meter na mesma velocidade como se quisesse partir ela ao meio.
— Na boca, eu quero leite na boca. — Implora manhosa e com os olhos cheios de lágrimas, quando sente ele pulsar dentro dela. — Deixa eu mamar até você gozar, por favor, preciso sentir o gosto da minha bucetinha na sua rola.
Ela quer choramingar de decepção quando fica vazia na buceta, mas Lan nem deixa ela reclamar, puxando seu cabelo pra ela ficar de joelhos na frente do caralho pesado e apontando pra cima, que ela aceita dentro da boca no segundo que o sente tocar seus lábios macios, chupando todo o comprimento dele sem ele nem precisar mandar. Coisa que ela faz com vontade, gemendo ao sentir o gosto dele misturado com o seu na língua, afundando mais a cabeça até ficar com a boca cheia dele, quando sente sua mão apertar seu cabelo e ele começar a estocar com força até acertar sua garganta. Fez questão de acariciar cada centímetro com a língua e mamar com propósito até receber sua recompensa.
Quente, gostosa e em um jato tão espesso e longo que ela achou que ele não fosse mais parar de gozar, mas engoliu tudo mesmo assim, tomando o cuidado de lamber e limpar ele todo pra garantir que nenhuma gota ia ser desperdiçada.
— A próxima vez que precisar de um alívio, não precisa atravessar a cidade de pau duro. — Lou murmura em um tom doce, envolvendo a cabeça sensível com a boca, chupando como se fosse um pirulito, fazendo um "pop" com a boca quando termina. — Amigos servem pra isso e eu sempre posso fazer uma visita.
(Not so) Chilling Adventures: Lou Han
Contos e fantasias. Pode e vai ser alterado no futuro. Inferno.
Ela tinha dez anos, Claudia ainda usava saias de tule por cima do pijama e uma coroa na cabeça quando saiam na rua e Daniel já era meio grandinho pra escutar histórias antes de dormir, mas essa é uma das mais antigas memórias que Lou tem de sua infância: sentada no chão da sala de uma das (muitas, muitas mesmo) mansões do avô enquanto ouvia o mesmo falar como tinha ido parar ali. Muitos anos atrás.
— Nossa vida já era boa na Coreia, mas ela queria que seus pais tivessem mais oportunidade, então viemos pra cá… — E continuaram sendo ricos ali, ele devia acrescentar, mas não acredita que os três já tenham noção de tudo que eles são, e tudo que estão destinados a ter quando ele ir de Girls Generation, então transforma aquela parte em algo mais humano e humilde. Na medida do possível. — Mas eu iria pra qualquer lugar, por ela. E faria tudo de novo, por ela, só porque ela disse que tinha vontade.
Só porque sua avó queria, seu avô tinha deixado cultura, raízes e todo o mais pra ir pra outro país completamente diferente. Só porque sua avó queria, e se aquilo não soasse completamente e doentiamente romântico, a Lou de dez anos já sabia que parecia trágico, a ponto de fazê-la apoiar uma mão no coração e sentir pena do homem mais velho, independente do sorriso feliz e tranquilo que ele ostentava no rosto, ao virar a cabeça pra observar sua esposa tocando piano do outro lado da sala.
Não é que ela pense que nunca vai encontrar um amor assim, nem que ela sinta que não mereça, mas não consegue se imaginar interrompendo os sonhos de outra pessoa só pra realizar os seus e, principalmente, não sente que tem poder e nem direito sobre a vida dos outros e que ninguém deveria ter sobre a sua, também.
E é com isso que ela cresce, não só tentando ser um indivíduo solto na sociedade, como longe de seu sobrenome também.
— Você sabe que não precisa estudar, né? Que se vocês estalar seus dedos, seu pai pode comprar essa universidade toda pra você e assinar um milhão de documentos dizendo que você se formou com honras, indo a todas as aulas ou não. — Sua roomie indaga, indignada com a imagem exausta de Han em cima dos livros, enquanto a Fraternidade bruxa que fazem parte está prestes a derrubar a casa com mais uma festa, em plena segunda-feira. — Bota uma saia de puta, cola glitter nessa cara e vem rebolar com a gente!
— Meu pai pode gastar tudo com jogo do dragãozinho e eu ficar pobre, sabia? — Ela mesma sabe que seria impossível, mas quer ter a razão, enquanto tira os óculos pra coçar os olhos. — E mesmo se não fosse o caso, eu tô amando a ideia de ser psicóloga e me especializar em dramas infantojuvenis, sabia? Só coisa boa.
E aí que em seu estágio, ela tenha que ouvir sobre meninos inseguros com o tamanho do pau com fimose e meninas desesperadas pra fazer rinoplastia? Ela meio que ama clinicar, ama sentir que pode ouvir e ajudar alguém e que ninguém se importa de onde ela vem ou quem ela seja. Ela quer ter uma profissão e uma carreira porque quer ser alguém, e se isso significa que ela vai ter que faltar a todas as festas e viver em celibato, que seja. No futuro, talvez, seja melhor.
Quatro anos depois, faltando seis meses pra se formar e se tornar uma profissional de verdade, ela só não sabia que o futuro ia ser mesmo melhor.
E que ia compensar tudo.
— Você não parece feliz em estar aqui, docinho. — Lou não faz ideia de quem é a garota emburrada e debruçada no balcão no lado de fora da ilha do bar, mas precisa passar um pano com álcool ali antes que as coisas fiquem nojentas e seu chefe venha encher o saco, mesmo que ela esteja trabalhando ali por hobby e nada mais que isso. — Alguém te deu um bolo ou…?
— Meu irmão mais velho acha que passar o sábado a noite lendo sobre casos criminais, não é vida. — A morena torce o nariz, antes de se afastar e liberar espaço para Lou, encolhendo os ombros como se pedisse desculpas por existir. — E eu não tô dando conta mais.
Se o irmão dela for o cara comemorando cada feito na mesa de sinuca atrás delas, Lou consegue entender o drama da garota, depois de quatro anos convivendo com festeiros inimigos do fim, ela meio que entende tudo e não pensa duas vezes antes de soltar um último comentário.
— Bom, você pode ir pra casa. Eu aviso ele que você teve uma enxaqueca e eu fico lá fora até você conseguir um jeito seguro de voltar.
Tinha sido fácil, ajudar Marquise a colocar o casaco e jogar conversa fora até ela ir embora, e Lou acreditava que também ia ser fácil chegar no rapaz barulhento e avisar que a irmã dele não vinha mais pro resto do happy hour.
E foi fácil, tão fácil que nem se lembra como terminou sem roupa e de quatro levando macetada de um cara que tinha acabado de conhecer, mas que definitivamente sabia o que estava fazendo quando puxou seu cabelo e a chamou de vagabunda. De repente, ela descobriu o que tinha perdido em todos aqueles semestres que não foi pra nenhum barzinho, uma festinha, uma social que fosse. De repente, ela descobriu como era ser comida com força depois de implorar por isso.
Seus vizinhos também descobriram, mas como achava que ia ser coisa de uma noite só, meio que não ficou preocupada.
Até começar toda segunda-feira com uma prova fechada com glória, e um bilhete debaixo de sua porta mandando ela fazer menos barulho nos fins de semana quando seu namorado viesse lhe visitar.
— A gente não namora, Mrs. Edgar. Ele é só um amigo… — Lou tenta convencer a senhora idosa que mora na porta da frente do aglomerado padrão de apartamentos, ignorando o fato de que está vestindo uma camisa masculina que não é sua e que seu corpo todo está marcado e inchado depois de dar por três horas seguidas. Em todas as posições possíveis na noite anterior. — Ele só vem passar um tempo depois do trabalho e a gente curte a companhia um do outro, quando eu não tô fazendo nada do meu TCC.
E meio que não era mentira, sabe? Às vezes eles até saiam por aí pra tomar um café juntos, porque Lou adorava a companhia de Zixuan, e não Zee, porque ela se recusava a chamá-lo por algo além do nome dele: eles eram íntimos suficiente pra falar sobre suas vidas pessoais mas só até certo ponto, e quando ele aparecia no bar na sexta e ela estava lá, quase sempre terminava o turno com a mão dele em sua cintura enquanto eles iam pra sua casa também. Ela ouvia sobre a semana dele, ao passo que ele ouvia sobre a dela antes de terminarem em seu sofá dando uns tantos amassos e irem pro quarto. O jeito que eles podiam passar o sábado todo se fundindo e o domingo adormecidos, não fazia ela pensar que eles tinham um relacionamento. Independente do jeito que ele evitava distraí-la dos estudos, independente do jeito que ele fazia questão de dar uma última passada de rola em todos os seus buracos pela tarde, só pra ela dormir tranquila e começar a semana bem e ele ir pra casa.
— Zixuan é só meu amigo. — A mais jovem diz com doçura, os olhos sorrindo junto com seus lábios. — Não precisa se preocupar, não vai acontecer de novo.
Se aquele teste de gravidez trouxa estiver certo, nada mais acontecerá de novo. Nem os cafés no meio da semana, nem eles conversando na sexta-feira enquanto ela termina de lavar os copos, nem as longas horas se beijando e pedindo pra ir mais rápido no escuro do quarto dela. Quando Lou se inclina em cima da pia e descobre os motivos dos enjoos e sua sensibilidade a tudo e todos, além do atraso daquele mês, ela tem certeza que aquelas duas linhas são um ponto final propriamente dito.
Um que ela aceita, mas escolhe não comunicar pra pessoa que ajudou a colocar aquele bebê dentro dela.
Ela pensa em ter que lidar com aquela amizade estranha e um bebê, sobre Zixuan e seu discurso de ser uma pessoa livre, sobre como eles talvez fossem jovens demais e não estivessem na mesma página, e sobre como ela queria defender aquele TCC e trabalhar com o que ela amava. Sem espaço pra drama com um homem que ela mal conhecia os sentimentos, e agora tinha medo de ter consciência.
Lou só tomou cuidado pra ser rápido: pediu demissão do emprego no bar na mesma semana que pegou seu diploma e foi ficar com seus avós idosos numa casa isolada, onde teve todo apoio e carinho que precisava pra continuar com aquela gestação e sem sentir necessidade alguma de expor pra alguém além dos mais velhos e seus pais. Só respondia as cartas de seus amigos, às vezes dos primos, mas estava focada mesmo era no processo seletivo pra clinicar em alguma escola que soubesse de sua condição médica e estivesse bem com isso, e assim que Ilvermorny lhe deu boas-vindas, não tinha mais nada a impedindo de se mudar com mala, cuia e uma bolsa maternidade de emergência.
Foram os seis meses mais malucos de sua vida, mas valeu a pena.
— Que tipo de emprego de jovem aprendiz… Te faz ficar nua na frente de uma câmera, Kaira?
Claro que valeu. E era só o que ela precisava… Pelo menos ela pensava que sim.

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