I own nothing but my voice on this track.
This is very raw. I've recorded it in honor to my kitty, who died. Eases the pain, singing, you know. Hope you all like it. 'Till next time in a better mood, I hope.
From the heart,
Liiz

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This is very raw. I've recorded it in honor to my kitty, who died. Eases the pain, singing, you know. Hope you all like it. 'Till next time in a better mood, I hope.
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Liiz

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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#Liiz #Liindis #Sol
Esos viajes ajajjajaa #Liiz #Locuras (en Tintal Plaza)
I own nothing but my voice on this track. I don't plan to let this track out a long time.... actually I recorded it 'cause I had a fight with my mother and it broke my heart, she said some mean things and I stood in silence, just listening... absorbing. I usually sing when I'm sad and then I decided to record this. Some parts are out of tone because I nearly cried so I hope you all forgive me.... well, that's it. Thanks to everyone that will listen/listened to it.
Happy Birthday Liz!
Go wish thecordialcat a happy birthday because it's her birthday and shit.
...
I should go to bed.

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Clarity
Claridade.
É a primeira coisa da qual eu tenho consciência, antes mesmo de ter aberto os olhos.
Um cômodo muito claro, uma janela muito grande. É o que vejo.
Estou deitada numa cama de lençóis tão brancos que parecem até fantasmas.
Engraçado, minha cabeça dói mas eu me sinto tão bem.
Sento-me na cama, meus pés descalços tocando o chão. Depois de uma grande espreguiçada, resolvo levantar.
O quarto é amplo e mobiliado com móveis um pouco antigos.
Estou vestida com uma camisola muito branca e leve, com um laço na cintura e desenhos vermelhos engraçados.
Resolvo, então, ir até a janela.
O que vejo do lado de fora é um jardim enorme, mal consigo ver o portão da propriedade tão grande é o jardim, mas é muito mal cuidado, com aspecto de abandono. Cheio de folhas caídas e árvores mortas. Lá embaixo há um homem, possivelmente o jardineiro desleixado, com uma..... seria uma caixa de ferramentas ou um kit de jardinagem? Não posso afirmar.
O homem estava cavando um buraco.
O vento está soprando muito frio então fecho a janela e me dirijo em direção à porta.
A porta abre-se para um corredor longo, com janelas igualmente grandes á do quarto em que eu estava. Longas cortinas brancas movimentam-se a favor ou contra o vento.
A mais ou menos cinco metros de distância no longo corredor, há um cachorrinho arranhando uma das portas. Ele choraminga, desesperado pra entrar. Quando percebe a minha presença é como se entrasse em estado de alerta, mas depois relaxa e continua a arranhar a porta.
Vou até ele e abro a porta.
No quarto em que ele desejava entrar, há uma moça dormindo na cama encostada na parede. Ela está encolhida e com as costas viradas para a porta.
O cachorrinho entra no quarto e se deita, satisfeito ao pé de sua cama.
Eu fecho a porta o mais silenciosamente possível.
E então me encontro novamente no longo corredor cujo fim apresenta uma escada em espiral.
Não me arrisco a explorar outros quartos e invadir a privacidade das pessoas, então apenas resolvo descer a escada. Um hall muito bonito é onde ela termina.
Um piso de mármore claro com desenhos esverdeados, móveis bonitos e classudos.
Não vejo ninguém por aqui, além do homem no jardim e a moça adormecida. Será que eu levantei cedo demais?
Resolvo continuar explorando a casa.
Não lembro como cheguei aqui ou de quem é a casa, ou o que estive fazendo aqui.
Mas eu me sinto tão...... leve.
Vejo uma cozinha, através de mais um longo corredor.
Há um som lá.
Com certeza a empregada já deve estar providenciando o café da manhã das pessoas que aqui vivem.
Me dirijo então para a cozinha e me deparo com um cômodo vazio.
O som que ouvi era de um rato remexendo a podridão em uma das panelas. O cenário é asqueroso, mofo pelo chão e paredes, coisas podres, manchas pretas, pássaros com vísceras à mostra, sangue,
Meu estômago revira de nojo e eu saio em busca do banheiro mais próximo para vomitar.
Ao abrir uma porta qualquer na esperança de que seja um banheiro, dou de cara com um espelho e a visão me choca mais do que qualquer outra coisa que vi na vida.
Eu me vejo.
Mas a questão é: Como eu me vejo uma vez que estou sem olhos?
Meu rosto está completamente deformado, meu crânio está amassado, há uma crosta de sangue seco entupindo meu nariz e meus olhos se foram.
Minha camisola tem realmente um laço na cintura mas os desenhos vermelhos engraçados são cortes, possivelmente machadadas.
Eu não consigo acreditar no que vejo.
Saio correndo em busca de ajuda e ao chegar no hall me deparo com o homem que estava no jardim.
Em seu ombro ele carregava a moça adormecida. A moça vestida em uma camisola bonita com desenhos vermelhos. A moça sem olhos.
E em sua mão esquerda jazia o cadáver de um pequeno cachorro.