16DEZ17
VocĂȘ quer sua saudosa juventude Suas aventuras E sexo, sexo, sexo e sexo, sexo, sexo NĂŁo mede suas palavras VocĂȘ sĂł me quer por eu ser sua Ășnica fonte de atenção e sexo Pergunto Ă s tĂȘmporas e ao vento como seria se estivesse bem Qual Ă© a moral dessa estĂłria? Setecentos quilĂŽmetros de saudade e agonia Pra quĂȘ?
VocĂȘ nem confia em mim...
Pra quĂȘ,  se vocĂȘ precisa de alguĂ©m perto?
Eu te amo? Tu me ama?
Como Ă© amar sem confiar? Vamos descobrir na convivĂȘncia, sĂł? NĂŁo deu uma quaresma, tu estava nos braços de outro atĂ© ser escorraçado E se nĂŁo o fosse?
Eu, pelo contrĂĄrio, nĂŁo posso sequer olhar para os lados
Porra, se queria me deixar livre porque me amou primeiro?
 Jå que na tua horta não chove mais, é melhor me manter nas grades
Onde a gente vai parar se pra mim o sexo Ă© a maior troca de energia entre dois e pra vocĂȘ nĂŁo passa de uma necessidade fisiolĂłgica? E sexo, sexo, sexo Sexo e cerveja PaixĂ”es fugazes Aventuras no sentido mais puro da palavra Menino, tu Ă© um perigo. E me dĂłi cada uma dessas palavras. VocĂȘ quer sua vida de volta, e dela eu nĂŁo faço parte. Vazio Ă© o que eu sinto.








