VocĂȘ quer sua saudosa juventude
Suas aventuras
E sexo, sexo, sexo
e sexo, sexo, sexo
NĂŁo mede suas palavras
VocĂȘ sĂł me quer por eu ser sua Ășnica fonte de atenção
e sexo
Pergunto Ă s tĂȘmporas e ao vento como seria se estivesse bem
Qual Ă© a moral dessa estĂłria?
Setecentos quilĂŽmetros de saudade e agonia
Pra quĂȘ?
VocĂȘ nem confia em mim...
Pra quĂȘ,  se vocĂȘ precisa de alguĂ©m perto?
Como Ă© amar sem confiar?
Vamos descobrir na convivĂȘncia, sĂł?
Não deu uma quaresma, tu estava nos braços de outro
até ser escorraçado
E se nĂŁo o fosse?
Eu, pelo contrĂĄrio, nĂŁo posso sequer olhar para os lados
Porra, se queria me deixar livre porque me amou primeiro?
 Jå que na tua horta não chove mais, é melhor me manter nas grades
Onde a gente vai parar se pra mim o sexo Ă© a maior troca de energia entre dois
e pra vocĂȘ nĂŁo passa de uma necessidade fisiolĂłgica?
E sexo, sexo, sexo
Sexo e cerveja
PaixÔes fugazes
Aventuras no sentido mais puro da palavra
Menino, tu Ă© um perigo.
E me dĂłi cada uma dessas palavras.
VocĂȘ quer sua vida de volta, e dela eu nĂŁo faço parte.
Vazio Ă© o que eu sinto.