Si tú eres mi carnal, déjame ser tu ranchito
Si tú eres mi nopal, déjame ser tu taquito
Pa' llenar la pancita mamá, pancita de suadero
Con todo y cebollita, mamá
Vámonos de jaleo
Por la vieja Sonora la marea va subiendo.
-Manu chao
seen from China
seen from China
seen from Croatia

seen from Netherlands
seen from China
seen from Russia
seen from United States

seen from Kazakhstan
seen from United States
seen from Georgia
seen from China
seen from Philippines
seen from China

seen from United States
seen from United States

seen from Kazakhstan

seen from Malaysia

seen from Netherlands
seen from China

seen from Malaysia
Si tú eres mi carnal, déjame ser tu ranchito
Si tú eres mi nopal, déjame ser tu taquito
Pa' llenar la pancita mamá, pancita de suadero
Con todo y cebollita, mamá
Vámonos de jaleo
Por la vieja Sonora la marea va subiendo.
-Manu chao

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Estaria sofrendo Žižek de hipocondria moral?: por que a vitimização do homem branco heterossexual não faz sentido
O filósofo esloveno acusa a esquerda 'woke' de autoritarismo contra a masculinidade heteronormativa, afirmação que aponta para a culpa histórica e a apropriação de armas dos fracos para evitar a perda de privilégios
Texto de Azahara Palomeque no Lamarea.com traduzido por minha própria conta e risco.
A chamada esquerda 'woke' parece ter se tornado alvo de todos os dardos de diferentes posições no espectro político. Esse decalque do contexto americano, que foi popularizado pelo movimento Black Lives Matter como forma de denunciar o racismo que os esmagou, tornou-se gradualmente quase um insulto, geralmente nas mãos daqueles que não são capazes de tolerar críticas ou sentem seus espaços de privilégio minimamente ameaçados. Este é provavelmente o caso do filósofo esloveno Slavoj Žižek que, em artigo publicado recentemente no El País, chegou a acusar tal esquerda de ser “autoritária e intolerante” por, em sua opinião, aceitar todas as identidades exceto aquela do homem branco, heterossexual, que sofreria agressões equivalentes à violência política que é exercida em países como Rússia, Israel ou Irã.
Estas declarações são surpreendentes se considerarmos a aceitação massiva do trabalho de Žižek, uma estrela acadêmica que dá palestras em todo o mundo, protagoniza documentários e pontifica em tribunas de grande impacto midiático. No entanto [essas declarações] não só se baseiam habitualmente em falácias, como apontam, em primeiro lugar, para uma instrumentalização injustificada da categoria de vítima e, em segundo lugar, para uma espécie de culpa histórica que mina os esforços cívicos de construção de sociedades mais igualitárias.
Que neste ponto ainda seja necessário apontar como isto que se costuma chamar de "civilização" ocidental foi construído sobre ideais iluministas -mais tarde materializados em direitos- que só eram válidos para a população masculina branca -para os quais foi necessário elaborar cientificamente o ideia de raça- é verdadeiramente lamentável, quase tanto quanto ter que enfatizar a prevalência de tais iniqüidades, apenas parcialmente corrigidas hoje. Para sua reflexão, Žižek dá como exemplo um workshop, planejado em uma universidade americana, para aqueles que estavam “cansados de homens cis brancos”, evento que, não por acaso, nunca foi realizado porque o cancelaram.
O argumento é tão fraco que o próprio curso dos acontecimentos refuta as conclusões a que se pretendia chegar; na verdade, pode-se dizer que o artigo perde fôlego conceitual à medida que avança, e o próprio autor acaba reconhecendo que a hipotética discriminação dessa masculinidade hétero de pele clara só é encontrada em ambientes acadêmicos, apesar de tê-la comparado a uma espécie de racismo reverso análogo às práticas de regimes antidemocráticos.
Em um mundo onde as comunidades indígenas continuam sendo oprimidas, os direitos LGBT questionados ou banidos em tantos lugares; revogou o aborto e restringiu o voto nos Estados Unidos; e a ultradireita, vença ou não as eleições, costuma impor o quadro do debate público, esse lamentável choro de carpideira só pode ser descrito como uma tentativa dos privilegiados de adotar as armas dos mais frágeis. Veja o caso paradigmático de Donald Trump, um homem que soube instigar um golpe, sair ileso do processo de impeachment e se candidatar às próximas eleições (2024). A transformação das sensibilidades frente a uma vulnerabilidade real que afeta muitos grupos e a crescente popularização de seus protestos em canais alternativos tem estimulado a direita a emular algumas de suas estratégias de comunicação e se apresentar como atacada, algo que parte da esquerda hegemônica tem sido copiando ultimamente. Mas há mais.
Žižek menciona como aos homens cisgêneros de pigmentação clara “se lhes ordena sentir culpa” por pertencerem a esse grupo. Aqui nos deparamos com um fenômeno mais complexo que Natalia Carrillo e Pau Luque batizaram de "hipocondria moral" em seu livro homônimo. Segundo esses pesquisadores, tal patologia consistiria em julgar-se extremamente culpado por injustiças não cometidas; afeta principalmente a uma classe pequeno-burguesa e pode ser politicamente desmobilizador, pois revela um profundo narcisismo.
Segundo esta teoria, a culpa é autoinfligida, ninguém "a envia" aos sujeitos que dela padecem, embora o aspecto mais notável desse mal social seja, sem dúvida, o regozijo doentio no próprio 'eu' que não consegue se libertar deste movimento recursivo. Uma experiência pessoal ilustra bem isso: quando a polícia assassinou George Floyd, na Universidade da Pensilvânia – onde eu trabalhava na época – foi criado um clube de leitura para divagar sobre a “fragilidade branca”, conceito cunhado pela professora Robin DiAngelo que sublinha as dificuldades que essas pessoas enfrentariam ao falar sobre racismo. Diante do que considerei um exercício de autoajuda inútil, ou mesmo de expiação da culpa, recusei-me a participar. Qual não seria minha surpresa ao descobrir, dias depois, uma coluna do escritor Tre Johnson intitulada: “Quando os negros sofrem, os brancos só criam clubes de leitura”.
Talvez Žižek esteja cometendo levemente o pecado da hipocondria moral, é o que parece revelar indistintamente um texto cuja força argumentativa diminui progressivamente à medida que se aproxima do fim; talvez esteja sendo um pouco devorado pelo narcisismo e seja difícil para ele abandonar suas fronteiras e abraçar a responsabilidade e o compromisso social; poderia ser que, seguindo os ensinamentos de Gonzalo Torné no ensaio La Cancelación y sus enemigos, ele não consiga entender algumas “audiências emancipadas” que exercem seu direito de criticar, mas não excluem ninguém; ou, talvez, simplesmente teve um dia ruim e confundiu o maltrato contínuo que atinge os que vivem no limite e sua legítima demanda por justiça, com o leito macio das facilidades tradicionalmente estendidas ao homem branco heteronormativo.
«En el caso de Rondonia, donde siete de cada diez votantes apoyaron a Bolsonaro en la última elección, es probable que muchos simpatizantes de los bloqueos sean personas que viven de la venta ilegal de madera o de la minería irregular.»
Un recorrido, con paros en medio, por el Estado brasileño de Rondonia, donde siete de cada diez votantes apoyaron a Bolsonaro.
13 - IPCC, bipartidismo y Bucha. El nuevo informe del panel de especialistas de la ONU supone un canto a la acción basada en una transición que tiene como principio el ‘crecimiento verde’ y cierto tecnoptimismo. https://rodriguezamorin.blogspot.com/2022/04/13-ipcc-bipartidismo-y-bucha.html **************** Si te interesa leer el artículo, haz clic sobre mi foto (arriba a la izquierda) y entra en el enlace del Blog que hay en mi perfil. Gracias. #NoALaGuerra #Clímatica #LaMarea #LaCafetera #CarneCruda #LaBase (en Bucha) https://www.instagram.com/p/CcDtR1dKuHd/?utm_medium=tumblr
Ребята! Здесь тоже напишу, для тех кто сторис не смотрит 😎 10.07 в эту субботу я с футболками «La marea» буду в интересной локации - на @wakestation. 🌊🌊 Буду рада, если у вас получится прийти 🙃 #tiedye #tiedyefashion #tiedyelove #tiedyeclothing #lamarea (at Wakestation/Вейкстанция) https://www.instagram.com/p/CRB8070rTgQ/?utm_medium=tumblr

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
La marea
Si nada te ancla, si no tienes alta la vela
Pues te lleva la marea, pero y que si la marea te lleva a tierras de paz y felicidad, que si tú ancle te mantiene en aféanos que no puedes navegar.
Por ahora a mi que me lleve la marea por que hasta ahoy no ahí ancla que me detenga.
Tijuana coffee, coffee with rhum + blueberry cheese trifle=perfect combination on this very gloomy day in the Queen City of the South #LaMarea #CebuCity good to be back ❤ (at La Marea)
Paisajes #lamarea #infiesto #piloña #asturias #principadodeasturias #españa #spain #laespañavacia #paisaje #view #views #vistas #verde #green #caserio #thenorthofthespain #north #norte #casa #house #arquitectura #architecture (en Infiesto, Asturias, Spain)