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Winter 2017
Quem me dera! Quem me dera não me apaixonar por cada homem que vejo, Ser como uma pedra, pudera. Dura como granito. Não carregar calor Nem amor. Trazer-Lhes comigo só dor. Mas já não a trago? Sim, sim, Vem em mim. Não Neles, nunca Neles. Quem me dera! Quem me dera que Eles me sentissem Sofressem, pudera. Que Lhes doesse, que um espelho tivessem. Não me mentissem Nem me devorassem. Trazer conforto, carinho, mimo. Mas é só isso que é preciso? Não, não, É respeito e lealdade. Mas disso não há Neles, nunca Neles.
Júlia Varela, 10/11/2018
Na cidade não há estrelas. Mas todas lutam para ser uma, Pisando o brilho de uma das outras, Ou pelo menos aquilo que nas almas resta. E eu sinto uma enorme vontade De pegar no lápis e criar, De sujar uma folha branca, Mas já não sei brilhar. Em Lisboa não há estrelas. As que havia desapareceram. Não há tempo para brilhar Onde o que importa é só ganhar.
Júlia Varela, 4/6/2018
Meu anjo da guarda, Minha Lua, Que me mira nua, Que anda na vanguarda. Protege-me de tudo, Não me leva nada. Comigo sempre na jornada E a sua luz macia como veludo. Os olhos um mundo, Os braços um porto. Tal o conforto Que uma hora passa a segundo. No tempo de partida Só resta a saudade, Mas há que ir para a cidade E deixar a mãe querida.
Júlia Varela, 2017

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Destróis a imagem Que de ti tenho, A pessoa honesta Que afinal não és, Que me tem, ou pelo menos Me tinha em consideração. Não sou bonita o suficiente? Estúpida o suficiente? Há sempre melhor, não é verdade? Olho para ela e questiono-me O que será que ela tem que eu não. Só queres atenção, Se te ignorar Voltas para me atormentar. Sou parva, mas tu... Dasapontas-me, João.
Júlia Varela, 2017
Não ouças os rumores Que a cidade te grita! O ruído dos tambores, Tão forte que irrita, E o som ensurdece Quem realmente se aborrece. E por mais que tente Não resisto ao teu ar matreiro, À tua mente brilhante Nem ao charme cativante. Sabes que não consigo argumentar, Pelo menos contra ti não. Paro de raciocinar Mesmo com toda a razão!
Júlia Varela, 1/5/2017
A voz fica rouca E a vontade é pouca De te deixar partir, De te deixar fugir. Leva as memórias numa caixa, Diz ele em voz baixa. Mas há de evitar o esquecer? Há de te enlouquecer! Dizes que sou fraca, Mas é disso que se trata? É isso que é tão grave Que serve de entrave?
Júlia Varela, 2016