n sei q tipo de pedido vc espera mas pensando mt num renjun com ciumes
[22:37] w/renjun
atenção. escrevi e reescrevi tantas vezes que no final saiu algo bem gay baitola boiola, tem muitas palavras no diminutivo e um injun manhoso
huang, que estava sentado no sofå de braços cruzados, apenas desviou o olhar para a televisão. fingiu assistir o programa de televisão aleatório que passava só para te ignorar de propósito.
â sĂ©rio, renjun? vai mudar essa carranca ou tĂĄ difĂcil?
sem resposta.
e o motivo dessa estranheza toda? com certeza foi te ver conversando com jeno a noite toda sem dar atenção para ele.
renjun nunca foi do tipo de demonstrar chateação e tampouco ciĂșmes no relacionamento, mas nĂŁo quer dizer que nĂŁo sentia. hoje por exemplo, apĂłs voltarem do apartamento de chenle, ele ficou totalmente estranho do nada.
â quer saber, foda-se. se tu quer continuar com essa birra toda, que tu continue sozinho porque eu cansei. â jogou as mĂŁos para o ar em redenção e foi em direção ao banheiro. estava cansada do dia exaustivo, havia trabalhado a tarde inteira com papeladas, alĂ©m de ter passado a manhĂŁ toda na faculdade. de combo, tinha esquecido do convite dos amigos entĂŁo logo apĂłs o trabalho teve que se arrumar correndo para se encontrar com eles.
claramente não queria ganhar mais um bÎnus nesse dia corrido e sabia que discutir com renjun não levaria a nada além de uma briga desnecessåria.
tomou seu banho e foi para o quarto, encontrando o namorado na cama com uma carinha triste e arrependida. facilmente teve seu coração amolecido e se rendeu a conversa que antes queria evitar.
â vocĂȘ vai falar comigo agora, injun? â perguntou ao se deitar ao lado dele. recebeu um aceno com a cabeça e um abraço tĂmido como resposta.
â me desculpa... â ele disse baixinho, com o rostinho sob seus seios e um biquinho nos lĂĄbios.
â ah, amor... me conta o que aconteceu... â vocĂȘ levou os dedos aos fios macios, fazendo um cafunĂ© gostosinho no namorado que te apertou ainda mais no abraço.
â me perdoa, por favor. eu sei que fui infantil, mas Ă© que... â ele suspirou tenso, fechando os olhos com firmeza tentando nĂŁo se chatear com o ocorrido de mais cedo.
â mas Ă© que?... â instiga renjun a te responder.
â mas Ă© que eu nĂŁo gostei nenhum pouquinho de te ver de brincadeirinha com o jeno...
â hĂŁ?
â vocĂȘ e ele passaram a noite toda conversando e trocando risinhos um com o outro, nĂŁo gostei nenhum pouco de ver ele de sorrisinhos pra minha namorada. â disse enquanto fazia carinho em sua cintura, com a carranca de mais cedo voltando de novo.
â Ă© sĂ©rio isso? â vocĂȘ suspirou cansada, soltando um riso fraco.
â Ă© sĂ©rio. â renjun se levanta e fica de frente para seu rosto â vocĂȘ ficou o dia todo ocupada, mal teve tempo pra mim, dai quando a gente finalmente tem um descanso e um tempinho de lazer pra ficar entre a gente e nossos amigos vocĂȘ preferiu ficar maior parte dele junto com o jeno e os olhinhos sorridentes dele...
â nossa... sinceramente... eu nunca pensei que teria esse tipo de conversa com vocĂȘ, jun. â vocĂȘ riu, achando graça do rostinho do namorado.
â eu tava com saudades... e me senti deslocado... perdĂŁo, amor. â renjun diz envergonhado, voltando a te abraçar, dessa vez com o rosto escondido entre seu pescoço e ombro.
â tĂĄ tudo bem, bobinho. sĂł nĂŁo faz mais esse tipo de coisa, quando isso te chatear fala comigo, tĂĄ legal? â vocĂȘ segura a carinha dele e faz um carinho nas bochechinhas.
â tĂĄ...
seus lĂĄbios vĂŁo de encontro com os do namorado, num selinho gostoso de boa noite.
â me desculpa de novo...
â tĂĄ tudo bem, agora vamos dormir!
â tĂĄ bom â ele ri.













