Prisão de Beto Castro vira o jogo na disputa pela presidência da Câmara de São Luís
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Prisão de Beto Castro vira o jogo na disputa pela presidência da Câmara de São Luís

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Acciones contra el narcoterrorismo en Brasil
Operación “Panóptico” contra el crimen organizado en cuatro estados brasileños El Grupo Especial de Trabajo para Combatir el Crimen Organizado (Gaeco) puso en marcha una importante operación contra el crimen organizado, ejecutando 559 órdenes de arresto en Paraná y otros tres estados Oipol & Oijust Unidad OSINT Global Operación, cooperación, traducción y edición actualización 16 de junio de…
Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis
Operação Fluxo Oculto é feita pelo Gaeco e a Receita Federal Agência Brasil Publicado em 28/05/2026 - 08:39 São Paulo Versão em áudio
Reprodução: © Tomaz Silva/Agência Brasil O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal fazem uma operação nesta quinta-feira (28) em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Rio de Janeiro para investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis. O objetivo é desmontar um esquema de fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro no setor.
O foco principal das autoridades é sobre seis fintechs – que atuam como bancos paralelos – e também para comprovar a adulteração de combustível com uso de solvente (nafta). A operação tem o nome de Fluxo Oculto e é uma nova fase da Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e de investimentos. As investigações do Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que funciona com compensações financeiras internas entre distribuidoras e postos de combustíveis e fundos de investimentos administrados pelo PCC. A facção criminosa atua também no desvio de nafta petroquímico para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura forte para venda de solventes a empresas fantasmas. Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão, com apoio dos Gaecos, dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná. Edição: Graça Adjuto
Segunda fase da Operação Gabarito mira candidatos investigados por suposta fraude em concurso público de Mazagão
O Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/AP), cumpriu, na manhã desta terça-feira (26), dois mandados de busca e apreensão em Belém (PA), no âmbito da segunda fase da Operação Gabarito, que investiga suposta fraude no concurso público da Prefeitura de Mazagão. A ação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial…
Operação "Ponto Final": GAECO mira cartel e fraudes em licitações na Grande Florianópolis e região norte. Investigação apura esquema de superfaturamento e corrupção em obras públicas que operava desde 2020.

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Ministério Público e PF fazem operação em SP contra corrupção policial
Quatro suspeitos já foram presos Agência Brasil Publicado em 05/03/2026 - 08:33 São Paulo Versão em áudio
Reprodução: © Polícia Federal/divulgação O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), realiza operação especial para combater um esquema de corrupção policial que dava proteção a uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.
O grupo criminoso é formado por doleiros, operadores financeiros e pessoas com experiência em lavar dinheiro. Até o momento, quatro suspeitos foram presos. A Operação Bazaar conta com o apoio Polícia Federal, a Polícia Civil e a Força de Combate com a Polícia Federal (Ficco). De acordo com as investigações do Gaeco, o grupo criminoso fazia pagamentos constantes a agentes públicos e policiais civis, manipulava investigações, realizava fraudes processuais e destruíam provas de investigações. “Assim, os criminosos, de forma coordenada, asseguravam a continuidade de suas práticas e evitavam ser responsabilizados por seus crimes”. Segundo informações do MPSP, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão – inclusive em delegacias -, além de 11 mandados de prisão e seis mandados de intimação relativos a medidas cautelares diversas direcionados a integrantes da organização criminosa, advogados e policiais civis. Edição: Aécio Amado
Brandão indica defensor público para interventor em Turilândia por 180 dias
TJMA mantém prisão de prefeito e primeira-dama de Turilândia
O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) decidiu manter a prisão dos acusados por um desvio estimado em R$ 56 milhões no município de Turilândia (MA), incluindo o prefeito e a primeira-dama. Esta decisão ocorreu após o pedido de exoneração de dez promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), motivado por…