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Fim das redes sociais no Brasil
Para os que não sabem inglês: “Nota aos usuários (do Rumble) no Brasil. Devido a demandas do governo brasileiro (leia-se Alexandre de Moraes) de remover produtores de conteúdo de nossa plataforma, Rumble agora está inacessível no Brasil. Nós estamos recorrendo dessas demandas do governo brasileiro e temos a esperança de restaurar o acesso em breve.
Você já se preparou para viver sem redes sociais no Brasil em 2024? Se você sabe o que está se passando no Brasil certamente viu alguma publicação sobre a saída da rede social de vídeos Rumble do Brasil. Rumble é uma rede social de vídeos que surgiu no Canadá em 2013 com a proposta de preservar a liberdade de expressão em um momento em que empresas como Google, dona do YouTube, vinha censurando pessoas que apoiavam o presidente Donald Trump dos EUA.
Aqui no Brasil, o agente das trevas, Alexandre de Moraes, determinou ao Rumble o bloqueio do canal no Rumble do apresentador Monark, que deixou o país para não ser preso e hoje tem asilo político nos EUA, assim como Allan Santos. O Rumble, fiel a sua premissa básica, recusou o pedido de censura e optou por bloquear o acesso dos brasileiros a sua plataforma. É claro que se você entende minimamente de Internet já percebeu que usando uma VPN (Virtual Private Network) pode continuar acessando o Rumble sem problemas. Mas a maioria não quer ter esse trabalho.
O que eu vim aqui dizer a você e a todos que usam as redes sociais no Brasil, em caráter pessoal ou profissional ou ambos, é que a meta do governo ilegítimo de Lula da Silva e seus comparsas no TSE e STF é fazer com que as demais redes sociais sigam o exemplo do Rumble e deixem o Brasil.
Censura com máscara de "democracia"
Antes de se retirar para suas férias em praia privativa no nordeste, o presidente ilegítimo Lula da Silva publicou um decreto sobre “cibersegurança” que é a porta de entrada para a censura das redes sociais no Brasil. Certamente ele fez isso com o aval e suporte de seus parceiros de crime no STF. O governo já deixou claro que vai tentar aprovar no “congresso” - que mais parece a casa da mãe Joana - o PL 2630, que se propõe a “combater” as fake news mas, na verdade, vai criar um ambiente irrespirável para as redes sociais no Brasil, levando-as (TODAS) a adotarem a mesma atitude do Rumble.
Isso porque esse PL 2630 determina que as redes sociais serão responsáveis por aquilo que for publicado em suas plataformas - um absurdo que a Suprema Corte dos EUA já vetou - e, ainda, terão que remunerar obrigatoriamente os autores de conteúdos toda vez que alguém compartilhar um vídeo. Imagine só: se alguém compartilhar um vídeo da TV Globo, a plataforma (YouTube, Facebook, Twitter) terá que pagar um valor à TV Globo. Já imaginou?
Se isso for aprovado, e os deputados e senadores corruptos do Congresso vão garantir a aprovação desse absurdo, as redes sociais ESTARÃO FORA DO BRASIL EM 2024.
Assim como o Rumble em 2023.
Se você ainda não parou para pensar nas consequências disso, veja o seguinte: milhares de empregos serão perdidos, milhares de pequenas empresas que vivem da produção de conteúdo para redes sociais irão falir e a comunicação no Brasil vai voltar ao passado, quando, para nos informarmos, tínhamos que ligar a TV ou o rádio ou comprar um jornal.
E o Brasil se tornará igual à Coréia do Norte e China no que diz respeito ao bloqueio da Internet e das redes sociais. Aí vai aparecer o idiota útil que vai dizer: “Ah, baixa uma VPN que tudo estará resolvido”. O abutre Alexandre de Moraes já ventilou em uma entrevista a possibilidade de multar em R$ 100.000,00 qualquer um que for pego usando VPN em seu celular. Recentemente, a Gestapo particular de Moraes, a PF, abordou pessoas que usavam uma camiseta com os dizeres “FORA LULA” no Rio Grande do Norte, tirando fotos de seus RGs, para punição posterior, apenas porque protestavam contra o cachaceiro mór da República. Você duvida que os corruptos que governam o Brasil irão às últimas consequências para impedir o povo de continuar a se informar pelas redes sociais?
A culpa pelo que está acontecendo no Brasil é exclusivamente nossa. Somos capazes de uma revolta quando nosso time de futebol perde ou é rebaixado, mas silenciamos ante um governo e um judiciário corruptos que tentam transformar o Brasil numa ditadura comunista. Em 2024 as coisas vão piorar muito. Vamos continuar em silêncio?
Segundo um estudo da empresa Comscore, o Brasil é o terceiro país que mais consome redes sociais em todo o mundo. O estudo mostra que esses canais são a preferência dos brasileiros frente a outras categorias online, elevando o país à terceira posição entre as nações que mais consomem redes sociais em todo o mundo – atrás de Índia e Indonésia, e à frente de Estados Unidos, México e Argentina. Você pode ler a matéria toda aqui.
Isso significa que milhares e milhares de profissionais, que vivem de criar conteúdos para essas redes sociais, serão duramente afetados com o bloqueio às redes sociais no Brasil. Além disso, a única versão dos "fatos" que teremos à nossa disposição será a da TV Globo e outras redes corruptas, devidamente compradas pelo governo.
É preciso começar a mostrar a deputados e senadores o que vai acontecer a eles se eles permitirem que um governo e judiciário corruptos imponham a censura à Internet no Brasil. É hora de mostrar a eles que o apoio à censura terá consequências graves para eles. A omissão agora custará muito caro ao Brasil e a milhares de profissionais que lutam para sobreviver em um país onde apenas os corruptos e os bandidos prosperam.
Não se omita. O preço disso será avassalador.
Maravilhosa comunicação nova
Se você está lendo este texto, neste blog, certamente já sabe que o mundo da comunicação mudou muito. E isso impacta diretamente a sua vida, seu negócio, seu emprego, sua educação e sua relação com família e sociedade.
Sim ou não?
As velhas mídias como jornal, rádio, revista e TV estão em fase de extinção em função de uma total desconexão com as novas gerações e também devido a seu alto grau de comprometimento, negatividade e manipulação. Poucos se informam por meio desses dinossauros. Basta você saber que há 10 anos a faixa etária média do leitor do jornal Estadão no formato impresso era 55 anos. Como será agora? Ora, pessoas com mais de 55 anos já não são mercado para praticamente todos os produtos e serviços a venda nos dias de hoje, exceto planos de saúde, remédios e comida.
Há todo um vasto mundo que oferece informação mais verdadeira, mais relevante, mais significativa nas redes sociais, blogs, vídeos e aplicativos como Telegram e WhatsApp, além de Tik Tok e Kwai.
McLuhan
Nos anos 60, uma era de transformações acentuadas, especialmente nos costumes, Marshall McLuhan nos deu um conceito interessante e ainda pouco compreendido: "o meio é a mensagem".
Eis aí McLuhan em uma entrevista que ele deu a um canal de TV. Mas, espere um pouco! Você já viu essa imagem, não viu? Onde você já viu algo parecido? Você vai se lembrar!
McLuhan afirmou em 1964 que os meios de comunicação (jornal, rádio, revista, TV, redes sociais) não servem apenas como sistemas por onde as mensagens "passam". Preste atenção: segundo ele, cada meio de difusão de informação tem características próprias, intrínsecas, o que leva a efeitos específicos. Jornal é jornal e seu modo de dar informação é típico do veículo. Assim, qualquer transformação do meio de comunicação, especialmente em função de novas tecnologias, é mais determinante do que uma alteração no conteúdo.
Incrível, não?
A realidade está mostrando que McLuhan acertou no alvo.
Vamos pensar melhor nessa afirmação? De acordo com McLuhan, o meio "jornal" tem sua própria dinâmica e promove determinados efeitos. Como assim? Ora, no meio "jornal", tudo, literalmente tudo, do texto até a foto, passa pelos jornalistas, fotógrafos e editores. Eles são os responsáveis por "editarem" o que você lê. Você enxerga o mundo por meio dos olhos, ouvidos, narizes e bocas dos jornalistas. Você não enxerga o mundo diretamente. Eles funcionam como um filtro e te dizem, a todo momento, o que é importante e o que não é importante, o que é "verdade" e o que não é verdade. Vemos isso até os dias de hoje.
Além disso, o meio "jornal" não permite uma interação direta do veículo com o leitor, uma interferência pontual, como um comentário, que diga se aquela manchete, aquele texto ou aquela foto traduzem de fato a realidade compreendida pelo leitor. Por exemplo: imagine um jornal que começa a dizer que a vida nos Estados Unidos está se tornando caótica e não há como o leitor pontuar essa matéria dizendo que isso não é verdade. Mesmo que o leitor faça uma ligação ao jornal, mande um e-mail ou uma carta, essa contrainformação só será publicada se o jornal quiser.
Quando você se farta das mentiras do jornal, você troca de jornal ou para de ler esse veículo de informação. Ou muda de canal. Ou troca de estação de rádio.
O mesmo vale para as outras mídias tradicionais como revistas, rádio e TV. O controle da informação, do que é publicado ou transmitido, está nas mãos de um grupo de iluminados chamados "jornalistas". Compreendeu?
Seguindo a trilha aberta por McLuhan, o que vemos hoje? As mídias de comunicação ganharam uma abrangência muito maior. Vídeos, blogs, redes sociais, aplicativos de comunicação direta (Telegram), bancos de dados, bancos de textos, um mundo vasto, fragmentado e dinâmico, onde a comunicação tem um fluxo multidirecional, processual e interativo, anos luz a frente da mesmice proporcionada pelos dinossauros da informação.
Não é mais o jornalista quem diz o que é verdade. As reações, os desmentidos, até mesmo o que é ou não notícia, estão sendo determinados, cada vez mais, pelas pessoas comuns, por quem tem um celular ou computador, que pode gravar um vídeo e postá-lo em uma rede social ou aplicativo de mensagens.
Imagine um blogueiro que, hoje em dia, ouse afirmar que o "comunismo" é um modo de governo "mais humano" do que o capitalismo. Sua afirmações serão logo questionadas por uma legião de leitores que vai apontar, entre outras coisas, as milhões e milhões de mortes provocadas por um regime que tenta matar a individualidade e aprisionar as pessoas sob o comando de uma elite de iluminados.
Como os jornalistas.
A nova comunicação que estamos vivenciando tem uma característica única. Ela se baseia em informação e educação. A velha propaganda, que tentava empurrar produtos, serviços, políticos e ideologias por meio de anúncios adocicados, deixou de fazer sentido. Hoje, as pessoas buscam informação e educação a maior parte do tempo. Não é por acaso que a maior parte das buscas no YouTube, por exemplo, começa com a frase: "Como fazer...".
As pessoas querem conhecer, aprender, experimentar, questionar, duvidar, esclarecer. E, nesse sentido, não há nada melhor no mundo do que a comunicação nova e emergente das novas mídias, vídeos, blogs, redes sociais e aulas virtuais.
E se antes um anúncio em um jornal era tudo o que as empresas podiam fazer para vender seu produto ou serviço de modo racional ou emocional, hoje há um vasto mundo de comunicação a disposição das empresas para esse mesmo fim. Por isso, cada vez mais, as empresas precisam pensar a comunicação como um processo constante de interação, aprendizado, conhecimento e troca de informações. Algo que só é possível construir quando enxergamos a comunicação por meio de novas lentes, novos profissionais, novas ideias.
Lembra-se da imagem acima, do McLuhan a frente das TVs?
Veja só! Eis aqui onde vimos essa imagem recentemente.
Faz sentido, não? A TV, no passado, buscava criar uma certa "matrix" de pensamento, determinando o que era importante e o que devíamos valorizar ou desvalorizar. A TV ambicionava criar um mundo para nós, onde nos sentíssemos em casa, confortáveis, prontos para comprar as coisas que ela empurrava nas propagandas. As TVs, rádios, jornais e revistas tinham o monopólio da verdade.
Isso, felizmente, acabou.
Graças ao NEO, graças às novas mídias, o império da matriz está ruindo, caindo aos pedaços, apodrecendo a olhos vistos. E se as empresas não aprenderem a usar esses novos modelos de comunicação, vão desaparecer junto com os dinossauros que ainda lutam para sobreviver em um mundo onde eles não são mais necessários.
Offizielles Animal Crossing New Horizons Lösungsbuch im April
Mit dem offiziellen Begleitbuch zu Animal Crossing New Horizons geht euch nichts durch die Lappen. #nintendo #switch #futurepress #animalcrossing #newhorizons #acnh
Der Release der Tierinsel-Sim Animal Crossing New Horizons steht quasi kurz bevor. Nintendo setzt die Fans auf den letzten Metern mit allerlei putzigen Marketing-Aktionen in Verzückung. Nun ist es endlich März und am 20. soll das neue Animal Crossing für die Switch erscheinen.
Wer sich ein wenig mit der Spieleserie auskennt, der weiß, dass es darin unglaublich viel zu entdecken gibt. Dreht sich…
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Love when the wife spend time together exercising. @thundrbro bring the legit programming. #futurepress @joniedel ❤️ @willowgroveymca (at Willow Grove YMCA) https://www.instagram.com/p/B7ZPsOenoPy/?igshid=t74whjo3ppb6

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Angatu IDH inova comunicação
A Angatu IDH é uma empresa inovadora. Formada por especialistas em diversas áreas, da Administração, Psicologia, Gestão, Finanças até a Medicina. Assim, desenvolve programas de Pós Carreira em empresas que têm colaboradores chegando à aposentadoria.
Essas empresas, como a Petrocoque, perceberam que empregados que passaram sua vida profissional na empresa, com 20, 30 anos ou mais de carreira, fatalmente vão sofrer um baque emocional, financeiro e social quando se afastarem da empresa em função da aposentadoria.
Para minimizar esse baque, as empresas contratam programas de Pós Carreira com a Angatu IDH que preparam esses profissionais para o Pós Carreira por meio de dinâmicas e palestras que os ajudam rumo a uma transição saudável e efetiva. Muitos se tornam empreendedores em negócios que sonharam ainda na faculdade.
Embora seja bastante requisitada pela mídia convencional, em função dos temas que aborda, a Angatu IDH percebeu que os resultados dessas matérias em veículos convencionais eram frustrantes. Então a empresa conheceu a Future Press e sua abordagem de comunicação abrangente por meio de vídeos, conteúdos para redes sociais, palestras virtuais.
Criamos canais para a Angatu IDH no YouTube, Linkedin, Instagram, Twitter e passamos a gerenciar a página no Facebook da empresa. Só no primeiro mês foram criados mais de 40 vídeos informativos sobre a metodologia da empresa. O objetivo é divulgar esses vídeos não apenas nas redes sociais da empresa, mas em grupos de interesse no Linkedin, Facebook e Google Plus.
Com esse trabalho, focado nos profissionais de RH que contratam serviços de treinamento, buscamos ampliar o número de empresas que despertam para o tema Pós Carreira e sua importância para os profissionais que se aproximam da aposentadoria. Em 2020, o Brasil terá cerca de 1/3 da população com mais de 60 anos, o que exige uma preocupação maior com as pessoas nessa faixa etária.
O trabalho da Angatu IDH é importante e sensível porque reconhece o impacto dramático na vida das pessoas de momentos como a aposentadoria. Ou seja, para muitas pessoas, deixar de fazer o que ela vinha fazendo ao longo dos últimos 20, 30 anos, pode ser algo muito assustador. Por isso, planejar esse momento dos pontos de vista emocional, financeiro e até profissional é uma ação de alto caráter social.
Abaixo você vê um dos vídeos produzidos para a Angatu IDH. Que tal pensar um projeto de comunicação similar para a sua empresa? Entre em contato com [email protected].
Carreira em animação?
Estamos divulgando intensivamente o curso de Design de Animação e Games da Panamericana. Este vídeo foi produzido com esse objetivo: uma entrevista com Bruno Bask, diretor de cfiação da Mono Estúdio de Animação, empresa parceira da Panamericana, nosso cliente.
Fórum Leader Thinking
A Future Press está apoiando seu cliente, Silvio Celestino, da Alliance Coaching, na divulgação do Fórum Leader Thinking, que acontece no Teatro das Artes, do Shopping Eldorado, nos dias 13 e 14 de maio. Veja o vídeo produzido para o evento.