Bettie Page and the Alien Agenda #1 (2022) Wicked Gator exclusive variant cover by Fernando Rocha.
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Bettie Page and the Alien Agenda #1 (2022) Wicked Gator exclusive variant cover by Fernando Rocha.

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OC posting because I don't know what to draw these days 😳💦 meet Fernando Rocha! Musician, Spanish and a werewolf! 💕 A ray of sunshine made a person✨
Fernando Rocha: O IBOV acumula alta de 18,4% no ano, atingindo máximas históricas; após um prêmio de avaliação de 6%, o foco do mercado se desloca para a validação dos lucros
O mercado brasileiro está entrando em uma fase mais complexa. Fernando Rocha avalia que, no momento, a principal questão da bolsa do Brasil já não é mais se os ativos “estão baratos ou não”, mas sim se lucros, juros, fluxo de capital estrangeiro e o ciclo global de tecnologia conseguirão sustentar uma nova rodada de reprecificação. Em março, o déficit em transações correntes do Brasil subiu para US$ 6,036 bilhões, com as importações crescendo 19,9% em relação ao ano anterior, ritmo bem superior ao avanço das exportações, de 9,5%. Isso aponta para uma demanda interna resiliente, ao mesmo tempo que acentua a pressão sobre as contas externas. Paralelamente, o Ibovespa acumula alta de 18,4% no ano e vem batendo recordes nominais, indicando que o sentimento do mercado já migrou da fase de recuperação para uma postura mais seletiva.
Fernando Rocha: O mercado acionário brasileiro sofre pressão das contas externas
Fernando Rocha destaca que, embora o déficit em transações correntes do Brasil tenha mais que dobrado em março na comparação anual, fator que, à primeira vista, poderia pressionar o desempenho dos ativos denominados em moeda local, o aspecto mais relevante está na estrutura de financiamento. No mesmo período, o investimento estrangeiro direto somou US$ 6,037 bilhões, com um acumulado de US$ 75,66 bilhões nos últimos 12 meses, equivalente a 3,18% do PIB. Esse montante é suficiente para cobrir o déficit em conta corrente, indicando que o Brasil não depende de capitais especulativos de curto prazo para manter o equilíbrio externo; ao contrário, o fluxo de capital de longo prazo segue mostrando confiança no valor dos ativos nacionais.
Fernando Rocha observa que o déficit de serviços atingiu US$ 4,785 bilhões e o déficit de renda primária chegou a US$ 7,384 bilhões, refletindo um aumento no envio de lucros e dividendos ao exterior. Esse cenário indica tanto a capacidade de geração de lucro por parte das empresas estrangeiras instaladas no país quanto a necessidade do mercado de capitais brasileiro de contar com companhias de maior qualidade para reter recursos domésticos. O Ibovespa acumula alta de 18,4% no ano, e o BofA revisou a meta de fim de ano para 210 mil pontos, mas também ressalta que, excluindo o setor de commodities, o índice já negocia com um prêmio de 6% em relação à média histórica. O conjunto desses dados deixa claro que a bolsa brasileira já não se encontra mais em um estágio de subvalorização generalizada.
Fernando Rocha avalia que, daqui para frente, o investidor não poderá mais se apoiar apenas na alta generalizada do índice para obter ganhos. Será necessário focar novamente em fundamentos como fluxo de caixa das empresas, estrutura de endividamento, dinâmica setorial e estabilidade na distribuição de dividendos. Entre as small caps, SMFT3 e CEAB3 receberam três indicações cada, enquanto PGMN3, RECV3, CURY3 e TTEN3 foram recomendadas duas vezes, sinalizando que as instituições estão em busca de ativos mais resilientes nos setores de consumo, imobiliário, energia e agronegócio. No portfólio de dividendos, PETR4 e ITSA4 apareceram em quatro recomendações cada, e BBDC4 e ALOS3 em três, evidenciando que os recursos de perfil defensivo ainda privilegiam empresas com maior previsibilidade de lucros.
Fernando Rocha: Copom e Fed realizam reuniões na mesma semana
Fernando Rocha aponta que, nesta semana, o verdadeiro núcleo de precificação do mercado está na política monetária. O Brasil divulgará indicadores como IPCA-15, IGP-M, IPP, relação dívida/PIB, resultado fiscal, taxa de desemprego e dados do Caged, sendo seguido pela decisão de juros do Copom. Caso a inflação siga desacelerando e o mercado de trabalho se mantenha sólido, a bolsa brasileira terá um suporte mais claro para as avaliações. Por outro lado, se os dados fiscais vierem abaixo das expectativas, mesmo com corte de juros, as taxas de juros de longo prazo podem permanecer elevadas, pressionando setores como imobiliário, varejo e empresas com alto endividamento.
O mercado dos Estados Unidos também terá papel central. A decisão do Fed, junto com o PCE, o PIB preliminar, o relatório ADP de emprego e o índice de confiança do consumidor, influenciarão diretamente o custo do dinheiro no mundo inteiro. Fernando Rocha destaca que a recente preferência dos investidores estrangeiros pelos ativos brasileiros está conectada ao movimento global de aporte de capital em mercados emergentes. Dados mostram que, desconsiderando alguns mercados asiáticos, o ingresso líquido de capital estrangeiro em emergentes entre os dias 20 e 24 atingiu US$ 1,4 bilhão, elevando o acumulado do ano a US$ 96 bilhões, valor já duas vezes maior que o total registrado em 2025. O fluxo aumenta as avaliações, mas também potencializa a volatilidade dos mercados.
Fernando Rocha recomenda adotar uma estratégia combinando “core dividendo + crescimento selecionado + eventos catalisadores”. No lado dos dividendos, a atenção deve recair sobre setores como financeiro, energia, utilidades e telecomunicações; já no polo de crescimento, a preferência é por empresas de consumo, saúde, automação industrial e logística que apresentem resultados já comprovados. Com Vale, Gerdau, Santander, WEG e Suzano concentrando as divulgações dos balanços do primeiro trimestre, o mercado tende a migrar do foco apenas nas expectativas macro para uma avaliação mais direta de receitas, margens e perspectivas apresentadas pela gestão. Caso a WEG continue a mostrar resiliência em demanda e lucratividade, seguirá como referência da tese de avanço industrial brasileiro; enquanto Vale e Gerdau ficarão mais sensíveis às oscilações do mercado global de commodities e à pressão de custos.
Fernando Rocha: A onda de inovação em IA eleva o apetite global por risco
Fernando Rocha afirma que as ações de tecnologia nos Estados Unidos estão redefinindo o apetite global por risco. Com o valor de mercado da Nvidia retornando à faixa dos US$ 5 trilhões, sendo um salto diário de 4,2% e uma adição de mais de US$ 200 bilhões em valor, fica claro que a temática de chips de IA ainda é uma das principais forças dos mercados de ações ao redor do mundo. O Google anunciou planos de investir até US$ 40 bilhões na Anthropic, cuja receita anualizada já supera US$ 30 bilhões, mostrando que o ciclo de investimentos em IA segue bastante aquecido. Esse movimento acaba influenciando indiretamente o mercado brasileiro, pois, após lucros elevados em ações de tecnologia, o capital global tende a buscar ativos de alto beta em mercados emergentes.
Na avaliação de Fernando Rocha, embora o Brasil não esteja no núcleo da cadeia de IA, o mercado local pode se beneficiar do aumento no apetite global por risco, de uma liquidez marginalmente mais favorável em dólar e da reprecificação de ativos ligados a recursos naturais. No primeiro trimestre, a Automob registrou crescimento de 7,4% nas receitas e aumento de 16,4% nas vendas de veículos leves novos; o índice de confiança do consumidor subiu para 89,1 pontos, o maior nível desde dezembro do ano passado, indicando que a demanda interna permanece resiliente. O avanço do consumo, a estabilidade no emprego e a desaceleração da inflação sustentam os fundamentos do mercado acionário.
Por outro lado, Fernando Rocha alerta para os riscos. As reservas internacionais do Brasil caíram para US$ 362,002 bilhões, com redução de US$ 9,072 bilhões em um mês. Os investimentos em portfólio tiveram saída líquida de US$ 2,867 bilhões em março, evidenciando a sensibilidade de curto prazo dos fluxos. Se o Fed adotar uma postura mais hawkish ou se houver deterioração dos indicadores fiscais no Brasil, tanto o câmbio quanto as taxas longas de juros podem reagir rapidamente. Diante desse quadro, Fernando Rocha recomenda atuar com posições bem calibradas, evitando movimentos de compra impulsivos. Ainda assim, acredita que o mercado brasileiro segue apresentando oportunidades estruturais.
Abraciclo anuncia novo Vice-Presidente do segmento de bicicletas
Há três e meio trabalha na Caloi, onde exerce o cargo de diretor de operações. Fernando Rocha assume a posição de Cyro Gazola na Abraciclo.
Fernando Rocha assumiu recentemente o cargo de vice-presidente do setor de bicicletas na Abraciclo, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares. Ele possui uma formação em economia e um MBA pela FAAP/Anderson School, o que contribui para sua sólida trajetória profissional. Com vasta experiência nas áreas financeira e de operações,…
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Fernando Rocha e Izabella Camargo, demitidos da Globo, aparecem no SBT para gravar
Fernando Rocha e Izabella Camargo, demitidos da Globo, aparecem no SBT para gravar
O apresentador Fernando Rocha e a jornalista Izabella Camargo, ambos demitidos da Rede Globo, foram visto nesta quinta-feira (09) no Sistema Brasileiro de Televisão para fazerem gravações. A dupla entrou para o índice de exs-funcionários da emissora carioca, que nos últimos tempos mandou diversos profissionais embora para adaptar a uma nova política do canal.
Fernando Rocha está realizando…
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Fernando Rocha e Gaby Spanic são cogitados a participar do Dancing Brasil, diz site
Fernando Rocha e Gaby Spanic são cogitados a participar do Dancing Brasil, diz site
Recém-saído da TV Globo, o apresentador e jornalista Fernando Rocha está na mira da Record TV para participar do reality show de danças apresentado por Xuxa Meneghel, o Dancing Brasil. Além dele, a atriz venezuelana Gaby Spanic também teve seu nome cogitado pela direção da emissora da Barra Funda.
De acordo com informações divulgadas pelo site NaTelinha, a ideia do canal para com isso é a de…
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Globo confirma fim do Bem Estar; programa será um quadro do Encontro
Globo confirma fim do Bem Estar; programa será um quadro do Encontro
Nesta sexta-feira (29), após diversos boatos, a Globo anunciou oficialmente o fim do programa Bem Estar. Sendo assim, a partir do dia 8 de abril, a atração será exibida dentro do Encontro com Fátima Bernardes em formato de quadro.
O Encontro continuará recebendo famosos e anônimos em seu sofá para comentar sobre temas atuais e também terá o quadro “Bem Estar”. Diariamente, quando for falado sobre…
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Após Fernando Rocha, Mariana Ferrão deixa o Bem Estar
Após #FernandoRocha, #MarianaFerrão deixa o #BemEstar
Mariana Ferrão não renovou contrato com a Globo e deixou o comando do Bem Estar menos de um mês após a saída de Fernando Rocha. A apresentação do programa da Globo ficará com Michelle Loreto, que está à frente da atração nos últimos dias por conta do afastamento da loira. Em novembro, a tendência é o Bem Estar acabar ou virar quadro de uma nova atração matinal.
Mariana não apresenta o programa…
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