Anche oggi la mostra Ăš aperta! Dalle 11 alle 13 e dalle 16 alle 19.30, vi aspettiamo! #EC03 #Caravaggiocontemporanea #art #exhibition #show #mostra #Caravaggio (at Monastero San Giovanni)

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Anche oggi la mostra Ăš aperta! Dalle 11 alle 13 e dalle 16 alle 19.30, vi aspettiamo! #EC03 #Caravaggiocontemporanea #art #exhibition #show #mostra #Caravaggio (at Monastero San Giovanni)

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Grazie a tutti per ieri sera! La mostra Ăš aperta anche oggi e domani dalle 11 alle 13 e dalle 16 alle 19.30 Venite a trovarci! #EC03 #Caravaggiocontemporanea #art #show #Caravaggio #exhibition #mostra (at Monastero San Giovanni)
Manca ancora qualche piccolo dettaglio e poi si apre! Vi aspettiamo stasera alle 21! #EC03 #caravaggiocontemporanea #show #exhibition #art #Caravaggio (at Monastero San Giovanni)
Sistemando la #mostra per l'inaugurazione di domani #EC03 #caravaggiocontemporanea #art #show #exhibition #work #cosebelle (at Monastero San Giovanni)
Contei para minha famĂlia sobre a ideia de SĂŁo Francisco no jantar daquele dia, quando minha mĂŁe jĂĄ tinha aceitado Atom. Ela nĂŁo ficou muito feliz com minha segunda ideia.
- VocĂȘ nĂŁo vai â ela disse, impassĂvel.
- MĂŁe, Ă© no verĂŁo. Eu nĂŁo tenho aulas. Me. Deixa. Ir. â pedi um pouco mais firme, jĂĄ sabendo que aquilo ia dar muita discussĂŁo. Qualquer coisa era motivo de discussĂŁo na minha casa, principalmente entre minha mĂŁe e eu.
Meu pai suspirou, cortando um pedaço da carne do prato e colocando-o na boca. Ele não gostava das nossas brigas.
- VocĂȘ nĂŁo vai pra SĂŁo Francisco sozinha, Makenzie Harmony â mamĂŁe completou. Por algum motivo, ela adorava enfatizar meu nome todo.
- NĂŁo Ă© como se eu fosse sozinha, mĂŁe, Wes e Keaton vĂŁo tambĂ©m â revirei os olhos, deixando de fora o Drew.
- E para que exatamente vocĂȘ quer ir pra SĂŁo Francisco?
- Pra viajar no verĂŁo. De verdade. Visitar a vovĂł e o vovĂŽ, que tal? â olhei para o meu pai, que sorriu. Eram os pais dele que moravam lĂĄ.
NĂŁo me julgue por omitir a verdade da minha mĂŁe â para ela me deixar fazer o que eu queria, tinha que ser em passos. Primeiro, eu trabalhava no lugar. Depois eu trabalhava no X-Factor.
- Makenzie, vocĂȘ nĂŁo vai sem um adulto â minha mĂŁe insistiu, e eu bufei.
- MĂŁe, eu faço dezoito anos mĂȘs que vem. Faltam 15 dias, literalmente! â rebati, e minha mĂŁe colocou os talheres no prato.
- E o Atom foi seu presente â ela decidiu, enquanto cruzava as mĂŁos e fechava os olhos.
- VocĂȘ nĂŁo confia em mim? â perguntei. NĂŁo era birra, era uma pergunta sĂ©ria, e minha mĂŁe pareceu perceber isso enquanto abria os olhos para me encarar.
Ela demorou um momento antes de responder.
- Por que deveria, quando vocĂȘ mente para mim o tempo todo? O Drew tambĂ©m vai nessa viagem; eu sei que vai, Makenzie. â abri a boca para falar, mas ela me interrompeu. â Vai dizer o quĂȘ? Que vocĂȘ convenientemente esqueceu que ele ia?
- MĂŁe... â choraminguei.
- VocĂȘ nĂŁo vai e Ă© isso. â ela voltou a comer como se nada tivesse acontecido.
Respirei fundo enquanto, devagar, colocava meus talheres no prato e me levantava.
- Vai ficar aqui â minha mĂŁe lançou-me seu olhar mortĂfero.
Eu nĂŁo podia acreditar que ela nĂŁo me deixaria ir Ă viagem. Que vadia, sinceramente. Por que meu pai casou com ela?, pensei. Ela era tĂŁo bleh, e ele era tĂŁo gentil, e doce, e compreensivo. TĂŁo controladora, e por quĂȘ? NĂŁo era como se ela realmente me quisesse em casa.
- Perdi a fome â respondi rĂspida estreitei os olhos para ela, recolhendo minhas coisas.
- Vai ficar aqui e vai terminar de comer conosco!
Meus pensamentos atacaram todos de uma vez e eu perdi a linha. Coloquei o prato fortemente na mesa e comecei a gritar:
- POR QUE NĂO ME DEIXA IR VIAJAR COM MEUS AMIGOS? NĂO Ă COMO SE VOCĂ ESTIVESSE EM CASA PRA ME VER OU COMO SE VOCĂ APRECIASSE MINHA PRESENĂA AQUI, MĂE! DĂ PRA PARAR DE ME CONTROLAR? QUE INFERNO, EU TIRO NOTAS BOAS, NĂO FUMO, NĂO FICO BĂBADA, NĂO FIZ TATUAGENS OU COLOQUEI PIERCINGS E SEMPRE CONSULTO UM DE VOCĂS ANTES DE TOMAR UMA DECISĂO IMPORTANTE! POR QUE EU NĂO POSSO IR NUMA MERDA DE UMA VIAGEM?
Michael, também sentando à mesa, começou a chorar baixinho.
- Shhh â meu pai se levantou e pegou o filho no colo, subindo com ele atĂ© o segundo andar da minha casa. â Vou deixar vocĂȘs terminarem isso sozinhas â ele disse, meio bravo, quando chegou ao topo dos degraus.
- Porque eu sou sua mĂŁe e eu mando em vocĂȘ â mamĂŁe respondeu, calma, atĂ© mesmo serena.
Peguei meu copo de suco e bebi de olhos fechados atĂ© o Ășltimo gole. Depois, fui atĂ© a lavanderia, fechei a porta e dei um berro, jogando o copo no tanque. O objeto se partiu em mil pedacinhos, e um deles cortou meu braço. Rangi os dentes, lavando o machucado. Recolhi os pedaços que voaram, enrolei tudo e joguei no lixo.
Passei pela minha mĂŁe sem olhar na cara dela e me tranquei no quarto. Atom me esperava. Fiz um carinho leve em sua cabeça e me joguei na cama, com a cara no travesseiro. Soquei o colchĂŁo por um momento, e liguei o computador. Tentei relaxar surfando na internet, mas nĂŁo deu muito certo. Comecei a ver meus arquivos antigos, e encontrei inĂșmeras fotos minhas, de Drew, Wes e Keaton de quando Ă©ramos menores. Sorri, besta, enquanto lembranças me invadiam.
Ah, eu ia na viagem. Fugiria se fosse necessĂĄrio. Mas ah, eu iria.
***
As semanas foram passando, e eu fui discretamente arrumando uma mala. Mesmo que nĂŁo passasse da primeira fase do X-Factor, eu ficaria na casa da minha avĂł â que estava ciente do meu plano.
Atom jĂĄ se sentia em casa â e achava que a minha cama era o lugar mais perfeito que ele podia encontrar pra dormir. Todas as noites eu tinha que me espremer para caber no colchĂŁo com ele. Drew e os meninos estavam muito animados para o show, ensaiando a mĂșsica que iriam apresentar.
Eu tambĂ©m me preparava. Baixei um arranjo da mĂșsica que eu cantaria num CD e ensaiei aos olhos de Charlie e de Atom. Meu grande monstro abanava o rabo quando eu cantava, e interpretei isso como um bom sinal. Ă claro que Charlie aplaudindo freneticamente tambĂ©m ajudava.
Conforme o dia ia chegando, eu ia ficando nervosa. Não contara ao meu pai que ia competir também, embora eu achasse que ele nutria uma leve suspeita de que eu tramava algo.
Eu iria de avião com os meninos numa madrugada e ficaria na casa dos meus avós durante as audiçÔes. Se tudo corresse bem, eu iria para o Boot Camp e ficaria na casa para os participantes. Se eu não passasse do primeiro teste, eu ficava com meus avós até o fim do verão.
Atom me preocupava. E se minha mĂŁe o usasse como chantagem para cima de mim? Seria ruim, muito ruim.
Mesmo com tanta coisa na cabeça, os dias voaram diante dos meus olhos. No meu aniversĂĄrio de 18 anos, fiquei na casa de Drew comendo duas pizzas extra grandes com o Emblem3 e sua famĂlia. Depois fui para casa comemorar com minha famĂlia â nada demais, realmente. Um pedaço de bolo e um pouco de refrigerante, alguns abraços, e fim. Falei com meus parentes que moravam longe pelo Skype e fui dormir. Eu nĂŁo era muito de comemorar aniversĂĄrios, tinha um todo ano mesmo â pra que fazer tanta cerimĂŽnia?
Enfim, no dia da minha viagem, eu fui para a cama cedo. Conversei com o Drew pelo celular e dormi, ciente de que teria de acordar Ă s trĂȘs da manhĂŁ para dar tempo de pegar o voo Ă s cinco.
O despertador vibrou e eu o desliguei rapidamente. Respirei fundo e me troquei, lavei o rosto e escovei os dentes. Peguei minhas malas, fiz carinho em Atom e deixei um bilhete para meu pai na mesa de jantar. Ele chegaria em casa Ă s seis por causa de seu turno nos bombeiros â ele pegava plantĂ”es na madrugada diversas vezes.
Drew me mandou uma mensagem avisando que estavam me esperando na entrada da minha casa e eu desci silenciosamente até o jardim da frente. Entrei no carro e cumprimentei a todos, e logo eståvamos nas ruas quase vazias a caminho do aeroporto.
No aviĂŁo, eu me sentei em meu lugar e coloquei um filminho qualquer, sem me preocupar quem estava sentando de que lado meu. Acabei adormecendo nos ombros de Drew. Wes assoprou no meu ouvido quando o aviĂŁo pousou, me fazendo xingar logo que acordei.
Olhei para a direita a fim de encontrar Drew e descobri que, na verdade, ele estava do meu lado esquerdo a viagem inteira e eu tinha adormecido no ombro de um completo estranho. Arregalei os olhos para o garoto ao meu lado.
- Oh meu Deus, sinto muito! â falei, meio embaraçada, mas ele sorriu. Ri com ele, esfregando o rosto. â NĂŁo queria dormir em vocĂȘ, sinto muito mesmo â cobri a boca com a mĂŁo, ainda rindo.
- NĂŁo tem problema algum, vocĂȘ nĂŁo fede â ele sorriu e eu ri. Tinha a pele bronzeada, os cabelos pretos e os olhos negros. PorĂ©m, olhando mais de perto, se via um pequeno cĂrculo violeta ao redor de suas pupilas. â Sou Sean â estendeu a mĂŁo.
- Makenzie â falei, e respondi ao cumprimento proposto por ele.
- Acho melhor sairmos do aviĂŁo, Makenzie â Sean gesticulou para o corredor da aeronave, jĂĄ quase vazio.
- Pois vocĂȘ Ă© um homem de muitas boas ideias â sussurrei de volta e me levantei, pegando a minha bagagem de mĂŁo. Ele riu, me seguindo.
SaĂmos juntos do aviĂŁo para a esteira de malas e esperamos lado a lado. Avistei os meninos um pouco mais a frente, Wes com o celular na mĂŁo. Acenei levemente para avisĂĄ-los onde eu estava e Keaton fez um joinha para mim, sorrindo com aquela cara de criança dele.
- EntĂŁo, Makenzie, vocĂȘ Ă© daqui? â perguntou Sean, olhando a esteira e colocando as mĂŁos no bolso da calça jeans azul clara que usava.
-NĂŁo, na verdade estou morando em Huntington Beach agora...
- E o que faz em SĂŁo Francisco?
- Bem, tem meus avĂłs â sorri. â, e o The X Factor.
- Wooow, temos uma cantora por aqui? â ele me perguntou, exibindo seus dentes perfeitos.
- NĂŁo exatamente. Vim mais para impedir que aqueles trĂȘs â virei para meus amigos meio retardados. â mantenham a cidade com o nĂșmero regular de incĂȘndios. â dei de ombros.
- Eu acho que conheço eles â Sean estreitou os olhos.
- SĂŁo o Emblem3 â esclareci, e uma lĂąmpada pareceu acender sob a cabeça do garoto ao meu lado.
- Claro! Eu estive num show deles em Vegas esse ano. Eles sĂŁo bons.
- Eu queria ter ido â fiz bico, cruzando os braços. â Mas, mudando de assunto, o que vocĂȘ faz por aqui? Pela pele bronzeada, deve ser das redondezas mesmo, nĂŁo?
- Ă, nĂŁo. â coçou a nuca. â Eu sou piloto de corridas de rua â explicou, e suas bochechas coraram. â Nasci na CalifĂłrnia e tal, mas eu tenho viajado nesses Ășltimos meses pra competir e tudo mais â Sean completou enquanto gesticulava. â Minha prĂłxima corrida Ă© aqui, e depois tenho uns meses de âfĂ©riasâ.
- Que. Coisa. Mais. Foda. â falei, de boca aberta. â VocĂȘ Ă© piloto de corrida, cara!
- Eu sei â riu. â Ă legal mesmo, eu acho. Gosto do que eu faço.
Eu sorri para ele enquanto pensava que ele ser piloto de corridas era a coisa mais legal que eu tinha ouvido naquele mĂȘs quando avistei minha mala. Estendi o braço para pegĂĄ-la e a coloquei no chĂŁo.
- Eu tenho que ir â dei de ombros.
- Bem, eu tambĂ©m â ele me disse, e vi que estava com uma mala preta em mĂŁos. â Quer uma carona?
- NĂŁo precisa, obrigada â coloquei uma mecha de cabelo atrĂĄs da orelha. â Vou com os meninos â apontei novamente para Wes, que agora comia alguma coisa com Drew e Keaton.
- Ok. â ele aumentou o puxador de sua mala de rodinhas e estreitou os olhos para mim. â Bom, eu te ofereci uma coisa, acho justo que vocĂȘ me pergunte algo que eu quero tambĂ©m.
Eu ri, prevendo onde aquilo ia dar, e recitei meu nĂșmero de telefone. Ele era muito legal, e alĂ©m disso, era bonito. E eu sempre quisera ser amiga de um piloto de corrida.
- Pronto, nĂŁo pode dizer que sou ingrata â argumentei, franzindo o cenho.
- Eu ia dizer que queria um croissant de chocolate da cafeteria, mas claro, seu nĂșmero serve tambĂ©m â Sean piscou e eu gargalhei.
- Colocada sob comida â neguei com a cabeça.
- Vem logo, Kenzie! â Drew gritou.
- Ă a minha deixa. Tchau, Sean â sorri e beijei-lhe a bochecha.
- Tchau, Makenzie â ele piscou, sorrindo para mim, e eu virei para encontrar meus amigos.
- Quem era aquele? â perguntou Keaton, cutucando minha barriga e fazendo uma cara afetada que me fez rir.
- Sean... â parei ao perceber que nĂŁo sabia o sobrenome do garoto. â Piloto de corridas, foi num show de vocĂȘs.
- Piloto? â Drew perguntou, maravilhado. â Que legal.
- Eu sei â sorri. â Vamos, vamos, meus avĂłs estĂŁo me esperando.
- TĂĄ, tĂĄ, apressadinha â Wes pegou as suas coisas e as do irmĂŁo e caminhamos para o ponto de tĂĄxi.
Eles me deixaram na casa dos meus avĂłs e minha avĂł Miriam abriu a porta com um sorriso.
- VovĂł! â abracei-a, e ela sorriu e me apertou de volta.
- Querida, quantas saudades de vocĂȘ! â respondeu, acariciando minhas bochechas. â Venha, venha, vamos entrando, seu avĂŽ estĂĄ vendo o basquete na sala, para variar um pouco.
Peguei minhas malas e entrei na casa onde, diversas vezes, passara o verĂŁo.
- VĂŽ, cheguei! â gritei ao entrar na sala de estar.
-Ăooh, Makenzie, filha! â ele se levantou e abriu os braços. Nos abraçamos e rimos, e minha avĂł voltou para a cozinha.
Fui paparicada pelos meus avĂłs por algumas horas antes de meu pai finalmente me ligar. Respirei fundo ao atender.
- Oi, pai...
- Kenzie... Pra que tudo isso? â meu pai soava cansado.
Eu conseguia ouvir os gritos ao fundo âFALA PRA ELA VOLTAR AGORA. AGORA! QUEM ELA PENSA QUE ELA Ă? Ă TUDO DO SEU LADO DA FAMĂLIA!â
- Pai, eu precisava vir. Estou na casa do vovĂŽ e da vovĂł, ok? Eu vou cantar no X-Factor, e vocĂȘs nĂŁo podem me impedir.
- Eu entendo isso. Além do mais, nem eu nem sua mãe podemos ir aà te buscar.
- Eu sei.
Uma pequena pausa.
- Sua mĂŁe estĂĄ louca aqui. Literalmente, Makenzie, pra que me deixar sozinho? Ela vai arrancar meus olhos fora com as unhas! â ele jĂĄ parecia um pouco mais feliz.
âPARA DE TENTAR DAR RAZĂO A ELA, HAJA COMO UM PAI, DIEGO! GRITE COM ELA, MANDE ELA VOLTAR PRA CASA! AGORA!â
Eu ri ao telefone.
- Quase posso ouvir os gritos de âCORTEM-LHE A CABEEEEEEEĂAAAAâ â imitei a Rainha Vermelha de Alice no PaĂs das Maravilhas, e pude perceber meu pai segurando o riso.
- Ela vai me matar. Mas divirta-se, baby. Vou torcer por vocĂȘ nessa competição. Te amo.
âDĂ O TELEFONE AQUI. DEIXA EU-â E entĂŁo o telefone foi desligado.
Respirei fundo, agradecida por meu pai.
- Kenzie, jantaaar! â gritou minha avĂł, que a menos de duas horas servira um lanchinho.
Ri, e me dirigi até a sala de jantar, pensando na competição que eu teria de encarar dali a poucos dias.

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