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@diadxrling
"May I take it back?"
Me vi derreter, bem ali, então meus olhos não conseguiam focar no reflexo que se esvaia pouco a pouco, as luzes ficando cada vez mais suaves e logo, escuridão. O coração ainda fustigava, desesperado e com medo. Andei por aquelas ruas como se fossem me engolir, passos largos e apressados, quase correndo, mas com medo que notassem. O frio estremecendo todo meu corpo, mesmo que o suor estivesse vindo e me fazendo parecer uma atleta depois de um treino pesado, não treinei nada mais que minha respiração desenfreada que decidia falhar e falhar. Onde é que eu ia parar? Naquele momento parecia que em lugar nenhum, minha visão começou a ficar embaçada, o som dos carros ainda mais altos, perdi a noção de direção e não sabia onde tinha que chegar, tudo o que sabia era que precisava chegar em algum lugar seguro o mais rápido possível.
[e agora, Antônio?]
Quando saio de casa, sempre levo um livro comigo, ou um poema, ou um texto curto. Algo que me faça ver palavras. Sim, ver palavras. Nem sempre tenho necessidade de ler, o que preciso é saber que ali – a um palmo de distância – existe uma junção de sílabas, uma lógica de letrinhas prontas para serem lidas.
O grande dilema é saber o que levar. Confesso que não sou muito criterioso. Parto do princípio de que, se o livro está na minha estante, é porque eu o comprei. Então, de alguma forma, ele me interessou: seja pela capa, seja pelo autor, seja por um poema específico, seja pelo impulso que a sociedade de consumo provoca. Ah, minhas fraquezas!
Não tenho apego ─ minha escolha é aleatória: quem estiver ao alcance das minhas mãos vem. E, se não quiser vir, eu puxo pelas orelhas mesmo. Sem dó. Se bem que esses dias o Manuel me negou. Não dei Bandeira. Estiquei os dedos um pouco mais e Carlos estava lá. Sorte que Drummond tem sido fiel companheiro e aceita com timidez eufórica os meus passeios. Saímos de Itabira e fomos a pé até o Arpoador em uma fração de poemas. Paramos em uma pequena lanchonete para reclamar dos preços abusivos, reabastecer o fôlego e matar a fome. Eu, carioca, pedi um sanduíche de queijo minas. Ele, mineirin, quis um carioquinha, o famoso café com um tiquinho de água quente. Um café mais ralo. Invertemos os papéis. (Os guardanapos?)
Poucas palavras foram ditas; outras tantas foram editadas pelo silêncio. Quando se é tímido, as frases ficam zanzando pela cordas vocais do caminho da fala, se arrastam pelo meio-fio e se perdem no céu da boca de um bueiro que a prefeitura se esqueceu de tapar. Ah, as fraquezas da cidade!
Depois de um breve silêncio
inter-
-calado
com uma longa pausa,
Ele me declamou:
E agora, Antônio? A criatividade sumiu? O guardanapo acabou? Não tem mais trocadilho? E agora, Antônio? Não quer mais beber? A cerveja está mais cara? A barriga não diminuiu? Por que não corre mais? E agora, Antônio? Quem o compartilha? Quem comenta no seu mural? Quem o curte? E agora, Antônio? O que você faz é poesia? É desenho? E agora, Antônio?
Já que eu não me chamo Raimundo, não sou uma rima, muito menos tenho uma solução, me escondi atrás das suas sete faces e voltei para casa como quem volta para a realidade. Fechei o livro. Torci para ninguém mais roubar seus óculos.
Pelas lentes da sua poesia, vejo a grandeza do seu mundo, mundo vasto mundo
e sem beber conhaque − ainda prefiro chope ─ me comovo com seus versos.
Eu não sou o diabo.
A nossa conversa ficou no meio do caminho.
Tinha um Pedro?
mona lisa? i only know https://www.youtube.com/watch?v=V4gCv1CifJg

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HELLO??????
he was alone in the annex but the conditions were fair. international law. the annex was orange-purple. the questions citizens had were filtered into semi-public forums, like ads & there wasnt much difference btwn the note & the imessage his mouth was parched, generous but silent. oral delinquint. when the coat parts, folds & dew, its not a fashion show but dance floor where looking is conflated with dying like the dance wont end. he recently learned of his hips, their mobility & cycles of conception around axes of pleasure & evasion. leaping the turnstile, the crew below popping joints to mac dre, the camera hums quietly not quite unnoticed but neither care, mutual disregard. i know its drab to be on my phone the whole trip but this felt important. my thirst does. his thirst did. hers her thirst has a long history. a novel of her thirst for not transcendence but something way the fuck out of here. the way Law is proper. im interested in the way you feel & how the way you feel is wrapped up in the Law of feeling. im interested in getting to the point of Law, its tip of coherence flickering before it warps into its text of litter, purely wasted chaos. men in suit stand in for pure waste. typically.
Tù eres un guìa espiritual, Dante!
“You are a spiritual guide, Dante” Dante and Dante alebrije, from Coco. A very cute dog! follow me on instagram.com/dann_manzano/