Pensei muito sobre o que escreveria. Na verdade, na verdade já escrevi um texto. Aliás, dois textos, conclui o desafio em uma segunda e numa terça. Mas aí parei, por quê? porque precisava postar e não teria coragem de postar o que escrevi, não sem antes me apresentar (ou me justificar).
Sou Lorranni, tenho 20 anos, mas essas informações não tem importância, tenho certeza (ou quase) que a maioria dos livros que você lê mal presta atenção em quem é o autor. Me diz, sem colar, o nome do escritor do último livro lido por você?
Enfim, voltando ao assunto. Eu escrevo à muito tempo, desde meus doze anos. Para mim foi automático, comecei a ler e, logo, a escrever. Eu sou uma escritora (amadora, eu acrescento) de histórias. Romance, drama, terror, comédia, de tudo já tentei escrever e em tudo falhei miseravelmente. Meu problema? Tenho ideias de mais para escrever contos e força de vontade de menos para terminar histórias completas. Normalmente já desanimava pelo terceiro, quarto ou quinto capítulo.
E, mesmo sendo “escritora”, nunca compartilhei com muitas pessoas o que escrevi, por isso a timidez em enviar aqui. Conto nos dedos quem leu minhas aventuras no mundo das palavras, minhas tentativas em montar um personagem que faça sentido, minha falha em terminar uma história.
Por isso eu entrei no grupo. Quero, enfim, chegar ao fim de algo e espero que esse grupo me impulsione. Esse é o primeiro, em breve voltarei a postar, mas aí eu já não serei mais eu, mas provavelmente uma personagem. Ainda não tenho ideia de quem ele (ou ela) será, mas com certeza tenho expectativas e algumas cartas na manga.
Descobri, também, que o número de palavras escolhidas por mim é surpreendentemente menor do que eu achei que seria. Duzentos e cinquenta palavras são muito pouco para quem tem muito a dizer (no caso, sou tagarela, não alguém com muitos ensinamentos para passar adiante), agora mesmo já ultrapassei o limite em mais ou menos 50 palavras! Mas manterei assim, visto que tenho dias bons e ruins, como qualquer um, e que quando não quiser escrever me apegar a uma meta é o que vai carregar minha mente cansada ao prêmio de participação (não de quem ganha, mas de quem participa, as vezes precisamos lidar com isso).
Obrigada por ler, para quem leu, até aqui a minha apresentação (novamente, ou justificativa). Espero que não me julgue e se julgar espero que não compartilhe comigo, aliás, o que podemos esperar do outro se não temos controle nem sobre nós mesmos na maioria das vezes? Então espero só que leiam e o que quiserem pensar, pensem.