Ela segurou o braço do rapaz com firmeza, antes de cair na gargalhada. “Puta que pariu, você ta vendo isso que eu tô vendo? Tony, você tá vendo isso daqui?” Ela colocou a mão sobre a barriga, que doía de tanto gargalhar. O que claramente não combinava com a maior parte das expressões ao seu redor, que demonstravam receio e medo ao adentrar o castelo gótico gigantesco de Conde Drácula. Aparentemente ficar chapada sendo vampira era ainda mais intenso do que ficar chapada normalmente. E era delicioso. Ela arqueou as sobrancelhas quando sentiu um ar gelada passando por eles e apertou ainda mais o braço do D’Orleans. Mas diferente do que a maioria ao seu redor, não fazia isso por medo, fazia por empolgação. E para o azar de Anthony, ele havia sido o escolhido para aguentar aquilo “Velho, olha, esse negócio de ser vampira e estar entrando em um castelo de vampiro, sabe, tô me sentindo entrando em casa, a maior gostosona, sabe? Tô amando, juro, Tony, muito bom. Olha as minhas presas. NÃO, NÃO, olha esse fantasma, puta que pariu, ele deve tá morto, há sei lá, uns quatrocentos anos? COITADO!