Jumy-M Christmas Trees and the Consumer Price Index / クリスマスツリーと消費者物価指数

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WHY nobody talks about half life reference in club penguin island
ehh, i assume it's because it's hated lol
Poster commemorating Nambala Keshava Rao, also known as Commander Basavraj. Com. Basavraj served as the leader of the banned Communist Party of India (Maoist), and was killed in the Abujmarh forests of Chhattisgarh on May 21, 2025
Mirko Casale* “Ladrillo por ladrillo, si es necesario”. Así definió su intención de desmantelar la CPI el secretario de Estado del Gobierno de Donald Trump. Marco Rubio acusó a la entidad de “librar una guerra” contra EE.UU., “mediante estatutos y pactos y la fuerza del llamado derecho internacional”. En un voluntario o involuntario lapsus especialmente cínico, el máximo representante de la política exterior de Washington se lamentó de que, con los teóricos poderes extraterritoriales del organismo judicial, funcionarios estadounidenses podrían quedar “a merced de jueces extranjeros a miles de kilómetros de distancia, enfrentando el riesgo constante de ser procesados e incluso encarcelados”, cuando el país al que representa Rubio mantiene encarcelado y en espera de juicio al presidente de Venezuela, tras haberlo secuestrado en un operativo en el que un centenar de personas fueron asesinadas. O, dicho en otras palabras, “qué horrible esa CPI, cualquier día de estos podría hacer algo parecido a lo que hacemos en la Casa Blanca”. La razón de esta nueva ola de hostilidad hay que buscarla en la decisión del tribunal de imputar a Benjamín Netanyahu Esta renovada hostilidad de Washington contra la Corte no deja de resultar algo llamativa, puesto que Washington nunca se sometió a su jurisdicción. En el año 2000, el por entonces presidente Bill Clinton firmó el Estatuto de Roma que sentaba las bases del tribunal, pero EE.UU. nunca lo ratificó y rechaza que tenga alguna jurisdicción sobre su territorio. Por otro lado, el organismo jamás ha movido ni medio meñique para imputar a algún ciudadano estadounidense ni antes ni ahora, pese a que en este cuarto de siglo las sucesivas invasiones e intervenciones militares de la Casa Blanca por todo el mundo han dado motivos de sobra. Hegemonismo disfrazado de Justicia La razón de esta nueva ola de hostilidad hay que buscarla en la decisión del tribunal de imputar y emitir órdenes de arresto contra el primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, y su por entonces ministro de defensa, allá por 2024, cuando arreciaba el genocidio contra la población palestina. Hostilidad llevada al paroxismo durante el ‘trumpismo’, cierto, pero que no está de más recordar que ya había dado su inicio en el ‘bidenismo’. Es decir, desde hace ya dos años que, en Washington, tienen en la mira a la CPI, a cuyos miembros han llegado a sancionar de diversas maneras. Por lo que podría resultar tentador concluir que, si el imperialismo estadounidense le tiene tanta rabia, entonces es que el tribunal es digno de admiración. Sin embargo, el pensamiento simplista-reduccionista no suele funcionar bien en geopolítica y este caso dista mucho de ser una excepción. Y es que, desde su concepción, la Corte demostró que, tras su declaración de loables intenciones, se escondía el mismito hegemonismo de siempre. Aunque en sus estatutos se presentaban determinados a perseguir judicialmente el genocidio, los crímenes de guerra o contra la humanidad allá donde se manifestaran y los cometiera quien los cometiera, pronto se demostró que, en el fondo, escondían más letra pequeña y asteriscos que infomercial nocturno de productos dietéticos milagrosos. Para Moscú, la CPI es un instrumento geopolítico del Occidente Colectivo, del famoso ‘mundo basado en reglas’ cuyos autores imponen a los demás, pero que nunca respetan ellos mismos Así, mientras absolutamente ninguno de los numerosos y sobradamente documentados actos criminales de la OTAN en todo lo que va de siglo en Afganistán, Irak o Libia —por nombrar algunos ejemplos— fue abordado por el tribunal —pese a que la mayoría de miembros de la Alianza Atlántica son también parte del estatuto que sostiene la CPI y, por tanto, imputables—, hasta 2024 los casos analizados por sus jueces se limitaron exclusivamente a aquellos circunscritos al llamado Sur Global. O, en otras palabras, los burros del Norte hablando —y condenando— las orejas sureñas. Esto era algo previsible, tanto así que más de 60 países se lo olieron desde el principio. Por ejemplo, ni Rusia, ni China, ni Cuba, ...

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Símbolos do Partido Comunista da Índia (CPI-M) durante as eleições de 1996.
Calcutá, Índia, 1996. /// Steve McCurry
La Corte Penale Internazionale respinge il ricorso di israele e conferma il mandato di cattura per crimini di guerra per l’inumano genocida netanyahu e l’ex ministro della difesa yoav gallant.
Da questo momento chi lo protegge o lo difende è ufficialmente complice.
CALANDO O FUNK, SE CALA O DESEJO Sim, senhor conservador, tire as crianças da sala. DJ, solta o beat nessa porra e deixa a mulherada rebolar.
Recentemente foi aberta na Câmara dos Vereadores de São Paulo a CPI do Funk, com relatoria de Lucas Pavanato (PL). A CPI em si visa investigar desvio de verbas públicas por meio de contratos com empresas promotoras de eventos e produtoras musicais. A investigação parlamentar acontece no mesmo momento em que o MBL, na figura de Amanda Vetorazzo propõe um projeto de lei que visa criminalizar letras que façam apologia ao crime organizado. Obviamente, os eventos ganharam força no debate e se chocam com a defesa que o funk, enquanto manifestação cultural, recebe de alas mais ligadas a esquerda e ao progressismo. Entretanto, mesmo quem defende o funk, o defende de maneira burra, torpe, e com base em simbolismos rasos e histéricos. Não se prestam ao trabalho de analisar os crimes investigados, não sabem o que significa uma CPI. Confundem PL, partido, com PL, projeto de lei. E falam em defesa de um funk que não é o funk que está na mira das denuncias e nem mesmo é o funk que sempre foi marginalizado. É muito fácil defender o funk, lembrando de letras como: "é som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado". Isso até direitista ouve. É domesticado, é divertido. É simples usar de exemplo para dizer: "Olha como a direita persegue o som da favela", letras como "era só mais um Silva, que a estrela não brilha, ele era funkeiro mas era pai de família". Letras que no fundo falam de amor, de paternidade, de um homem trabalhador, de um modelo de família tradicional, no final das contas. Isto até bolsonarista entende.
Difícil é ver progressista defendendo a MC Kerol, uma MC jovem, negra, linda, que faz uma letra dizendo: "eu vou dar o meu cú, e o meu bucetão, e nesse verão, nada mais importa, faz meu cú de xota!" Quase impossível é ver estudante da USP defendendo o funk de um MC homem, que cante algo como "ai ai ai ai, hoje as novinha vão mamar o peru do pai".
O funk é obsceno. E não pede licença para ser. O rock se acovardou. O samba só fala de macumba e do próprio samba. A MPB virou trilha de elevador. O funk é a última trincheira musical que fala do desejo humano de maneira crua, explícita. E a esquerda identitária não está preparada para lidar com este funk. Com a mulher que não cabe no papel de vítima. Que sobe num palco na frente do bairro inteiro e rebola sem calcinha até o chão. Por vontade própria. Que se coloca como figura ativa do desejo, e não como vítima. Que deseja que a desejem. Para a esquerda limpinha, esta mulher está se objetificando e assim servindo ao patriarcado. A esquerda não está preparada para lidar com o homem que canta seu desejo por uma mulher jovem, sem medo, sem a preocupação de saber o que o sociólogo de cabelo azul pensa disso. Só aumenta o som do carro e é 🎶 Novinha.. 🎶 Novinha.. 🎶 Novinha.. Novinha isso, novinha aquilo.
Este é o funk marginalizado. Este é o funk que recebe preconceito, tanto da direita, quanto da esquerda. O funk que trata o desejo como tratou Lacam, Bataille, Foucault , produzido por gente que nunca leu nada disso. Mas gente que sente. E que goza! Para criminalizar este funk, esquerda e direita dão as mãos. A direita, pior ainda, em um momento crucial para a manutenção da sua mera existência, em um momento em que alega tanta repressão estatal em cima de suas opiniões e que fala tanto sobre censura, entrega na mão deste mesmo Estado, mais uma ferramenta de controle: a de determinar o que pessoas podem ouvir e consumir enquanto arte. O futuro, e é um futuro próximo, é totalitário. A única liberdade que resta é a liberdade individual de continuar pensando por si próprio e tentando manter um pouco de lucidez. É incrível ter de admitir isto, mas o funk putaria é um dos últimos resquícios de liberdade individual no Ocidente.