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Governo intensifica ações de combate a coqueluche na TI Yanomami
O Ministério da Saúde reuniu uma equipe emergencial para reforçar o atendimento na base polo de Surucucu, na Terra Indígena (TI) Yanomami, em Roraima. A iniciativa divulgada na última quarta-feira (18) é uma resposta do Governo Federal ao aumento das infecções por coqueluche entre crianças da região, que já soma oito casos e três óbitos. A coqueluche é uma infecção respiratória bacteriana e…
El rearmado silencioso en Salud: más poder administrativo, menos política sanitaria y un modelo que ya cuesta vidas
Análisis de la Coqueluche (tos convulsa): Amenazas, Estrategias y Perspectivas Futuras
Este articulo proporciona una revisión exhaustiva sobre el resurgimiento de la coqueluche (tos convulsa), destacando que esta infección, causada por la Bordetella pertussis, sigue siendo un desafío sanitario persistente a pesar de los esquemas de vacunación. Se explica que la reaparición cíclica se debe tanto a la virulencia bacteriana como a la menor duración de la protección ofrecida por las…
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Coqueluche alcança 25000 casos em 2023 e levanta alerta sobre vacinação
Nos primeiros meses de 2023, os Estados Unidos têm enfrentado um aumento alarmante nos casos de coqueluche, com mais de 25.000 infecções registradas, superando os níveis pré-pandêmicos. Este cenário tem gerado preocupações significativas entre profissionais de saúde, pois a coqueluche é uma doença comum, mas evitável, que pode causar complicações graves, especialmente em crianças pequenas e bebês. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) destaca a necessidade urgente de reforçar as campanhas de vacinação para prevenir a disseminação dessa doença.(...)
Leia a noticia completa no link abaixo:
https://www.jornalo.com.br/coqueluche-alcanca-25000-casos-em-2023-e-levanta-alerta-sobre-vacinacao

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Texas registra aumento alarmante de casos de coqueluche em crianças
O estado do Texas está enfrentando um aumento alarmante no número de casos de coqueluche, com os dados mais recentes indicando que os casos quadruplicaram em comparação ao ano anterior. A situação levanta questões sérias sobre a vacinação, uma vez que as taxas de imunização contra essa doença se deterioraram consideravelmente nos últimos anos. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), cerca de 92,1% das crianças do jardim de infância no Texas estavam vacinadas contra a coqueluche durante o ano letivo de 2024-2025, uma queda em relação aos 95% registrados antes da pandemia de COVID-19. Essa diminuição na vacinação tem uma correlação direta com o aumento nos casos da doença, o que tem gerado preocupação entre os profissionais de saúde e a população.(...)
Leia a noticia completa no link abaixo:
https://www.jornalo.com.br/texas-registra-aumento-alarmante-de-casos-de-coqueluche-em-criancas
TOS CONVULSA: crecen los casos de coqueluche en niños y ya se registraron cuatro muertes en 2025
Casos de coqueluche crescem e provocam internações e mortes
Em 2024, foram registrados pelo menos 2.152 casos da doença Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil Publicado em 11/10/2025 - 11:30 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Os casos de coqueluche em crianças pequenas aumentaram mais de 1200% no Brasil, conforme alerta o Observatório de Saúde na Infância. Em 2024, foram registrados pelo menos 2.152 casos da doença entre crianças menores de 5 anos de idade, que são as mais vulneráveis a complicações, mais do que a soma dos cinco anos anteriores. Dessas, 665 precisaram ser internadas por causa da doença, e 14 morreram, superando as dez mortes registradas entre 2019 e 2023.
"Como explicar todas essas crianças que morreram de algo totalmente prevenível?", questiona a coordenadora do Observatório, Patrícia Boccolini. Este ano, os registros feitos até o mês de agosto indicam uma ligeira melhora, mas ainda em patamares altos: foram 1.148 casos, com 577 internações. A coqueluche é uma infecção respiratória, causada pela bactéria Bordetella pertussis, que pode ser prevenida com a vacinação. Os bebês devem receber três doses da vacina pentavalente, aos 2, 4 e 6 meses de idade e as grávidas devem ser imunizadas com a DTPa em todas as gestações, para proteger os recém-nascidos. Os dados coletados pelos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis do Centro Universitário Arthur de Sá Earp Neto (Unifase) mostram ainda que mais da metade dos casos do ano passado foram registrados em crianças menores de 1 ano, que também respondem por mais de 80% das internações. Patricia Boccolini acredita que vários fatores podem estar contribuindo para o aumento dos casos, como a retomada dos ciclos naturais da doença no pós-pandemia, a desorganização de serviços locais de saúde e o aumento da testagem, mas uma das principais vulnerabilidades é a desigualdade das coberturas vacinais pelo país. "Embora a gente não esteja conseguindo bater as metas, as coberturas vacinais não estão tão baixas assim, quando a gente olha para números nacionais e regionais. O grande problema é quando a gente começa a olhar no micro, os dados municipais mostram muita heterogeneidade, alguns polos com altas coberturas e outros não", explica. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 90% dos bebês e de 86% das gestantes receberam os imunizantes que protegem contra a coqueluche no ano passado, superando os números de 2013. Mas a coordenadora do Observatório lembra que a meta de cobertura de 95% ainda não foi batida, e crianças mais velhas e adultos não vacinados também podem contrair e transmitir a doença, apesar dela atingir os pequenos de forma mais grave. A quantidade de casos de 2024 se aproxima da de 2015, quando foram registrados mais de 2.300 casos entre crianças com menos de cinco anos. A partir de 2016, os casos começaram a cair e o último ano com mais de 1 mil registros havia sido em 2019. Mas não é só o Brasil que enfrenta aumento de casos. Toda a região das Américas está em alerta para a doença. De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), nos primeiros sete meses de 2025, nove países da região notificaram mais de 18 mil casos e 128 mortes em todas as idades. Juarez Cunha, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que a coqueluche tem essa característica de “ciclicidade”. "Dez anos atrás, alguns anos antes já se observava um aumento de casos no mundo, depois isso acaba chegando ao Brasil também. Então, mesmo que a gente tenha tido melhoria nas coberturas vacinais nos últimos dois anos, como a gente ainda não alcançou as metas, a gente tem esses casos, conforme a ciclicidade da doença”, disse. Cunha lembra que a vacinação das gestantes foi incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) justamente durante esse ciclo anterior de aumento de casos. “Só a partir dos 6 meses que o bebê vai estar totalmente protegido, depois de receber todas as doses da vacina pentavalente. Então, vacinar a gestante é a principal forma de proteger o bebê nos primeiros meses de vida. É preciso falar para as grávidas, que elas precisam se vacinar para se protegerem e protegerem seus bebês”, recomenda. "Tem muita gente que não sabe nem o que é coqueluche. E isso também é fruto de um passado recente glorioso que a gente teve nas nossas altas coberturas. Mas, a partir do momento que a gente não viu mais muitos casos, não viu mais crianças morrendo de coqueluche, a gente perdeu o medo da doença. Eu espero que esses números sensibilizem a população", alerta a coordenadora do Observatório de Saúde da Infância, Patrícia Boccolini. Edição: Fernando Fraga