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Glenside & Center City Philadelphia
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Eu gostei de vocĂȘ desde a primeira conversa, lembro de pensar: eu a quero pra mim! đđđ¶
Minhas primeiras impressĂ”es sobre vocĂȘ estavam todas corretas: VocĂȘ simplesmente encheu meus olhos com sua personalidade totalmente doce e intensa, e por ser tĂŁo parecida comigo ao mesmo tempo Ă© difĂcil de entender vocĂȘ Ă s vezes. Mas logo a gente conversa (depois de muita bateção de boca kkkk) đđđ
Quatro vidas em um mĂȘs... Eu me apaixono cada vez mais ao descobrir cada coisinha que eu amo em vocĂȘ ou quando aprendo e descubro coisas novas.
NinguĂ©m nunca vai ocupar o imenso espaço que vocĂȘ conquistou em meu coração a cada vivĂȘncia, ele Ă© seu (sempre foi) e continuarĂĄ pertencendo Ă vocĂȘ. Ă difĂcil pra outras pessoas entenderem o quanto Ă© intenso te ter e me sentir completa em TODOS os Campos da minha vida (sem exceção de nada). E sim: eu quero permanecer contigo o resto dessa minha vida e das outras.
NĂŁo sei se sabe mas foi num desses pores do sol rosados, quando o sol beijou o horizonte, que eu prometi a ti minha alma, e meu coração antes mesmo de te pedir em namoro e depois (beeem depois) descobri que esse amor que surgiu de forma tĂŁo diferente era um amor de chamas gĂȘmeas.
Acredite: Se eu pudesse te beijaria até a voz.
IndizĂvel Ă© a palavra que eu dou pro nosso relacionamento. IndizĂvel Ă© compartilhar meus dias contigo. IndizĂvel Ă© todo esse amor que vocĂȘ transmite e me dĂĄ . IndizĂvel Ă© o modo que vocĂȘ tem de mostrar tanto o que sente, cuida e ainda por cima, sentir como vocĂȘ sente. IndizĂveis sĂŁo o encaixe das nossas ideias e pensamentos. IndizĂvel Ă© o jeito que tu sorri pro mundo e vĂȘ tudo mais bonito e colorido com tanta simplicidade, (e que sorriso, hein?!). IndizĂvel Ă© o jeito que tu me olha com cara de apaixonada e quer saber o que acontece comigo e a minha volta (isso que me deixa tĂŁo maluca por ti tambĂ©m). IndizĂvel Ă© vocĂȘ aceitar essa vida tĂŁo intensa com altos e baixos ao meu lado. IndizĂvel Ă© vocĂȘ, como pessoa. IndizĂvel Ă© a palavra que te define, exatamente por vocĂȘ ser assim, tĂŁo luz, tĂŁo amor. IndizĂvel ficou a minha vida depois que vocĂȘ chegou.
Tu Ă© minha parceira de alma, minha chama gĂȘmea e eu sou extremamente feliz por ter vocĂȘ em minha vida, a cada dia vocĂȘ causa um efeito surreal na minha vida chamado: AMOR.
Eu tenho orgulho de te ter como namorada, amiga, parceira, amante, mommy, pet, Domme. Independentemente da ĂĄrea eu me sinto completa contigo: seja espiritual, baunilha ou BDSM (tenho tudo o que eu queria e muuuito mais em uma mulher sĂł - desculpa galera mas EU SIM GANHEI NA LOTERIA, LICENĂA- kkkk)
Amo vocĂȘ â€
Mesmo sem ver, tocar seu rosto sabemos o quĂŁo desejado Ă© nosso abraço e o quĂŁo preciso ele Ă© e eu nĂŁo quero que vocĂȘ vĂĄ, quero que tenha chegado apenas com o passaporte de vinda para a minha vida.
VocĂȘ me traz paz em meio ao caos. Me faz entender que mesmo que nĂŁo precise de ninguĂ©m, por que sempre soube me virar muito bem sozinha, ainda sim desejo ter sua companhia todo santo dia, tu me fez ver que eu nunca soube o que era amor atĂ© te conhecer a um mĂȘs atrĂĄs (apesar dee parecer muito mais tempo).
Quando te olho nos olhos vejo um carinho, uma ternura, um amor tĂŁo grande que seria impossĂvel de explicar. Quando vocĂȘ diz que me ama, eu vejo que Ă© sincero nĂŁo pelas palavras em si, mas por cada gesto seu, cada carinho, cada cuidar e eu sei o quanto de valor vocĂȘ tem dado para nĂłs.
SĂł tenho a Agradecer a Deus por ter mandado a anja mais linda dele para cuidar tĂŁo bem de mim â€
Obrigada por me fazer sorrir e me sentir melhor quando estamos mal, obrigada por ser tĂŁo maravilhosa comigo , obrigada por me fazer a mulher mais feliz da galĂĄxia, obrigada por existir.
@indecidida tenho certeza que eu nĂŁo iria encontrar de modo algum uma pessoa melhor do que vocĂȘ. Eu olho pra vocĂȘ e percebo que Ă© a pessoa certa pra mim independente de defeitos porquĂȘ atĂ© seus defeitos sĂŁo qualidades que eu gosto em vocĂȘ. VocĂȘ estĂĄ cada vez mais amadurecendo, vejo o quanto tem mudado e se tornado mais MULHER mais eu vejo sempre a menina que vocĂȘ Ă©, a minha menina, rosto tĂŁo delicado tĂŁo lindo eu realmente fico encantada com seu rostinho , um rostinho de menina mulher que me encanta tanto, vocĂȘ sempre foi tudo o que eu sempre quis, alguĂ©m que eu pudesse amar, cuidar, proteger, conversar, aconselhar, ensinar, crescer junto lado a lado.
Mesmo que cada uma com um jeito, cada uma com um tipo de pensamento mais que sĂł tem a somar uma a outra e eu acho isso perfeito. Tudo que vivemos atĂ© o momento presente: momentos felizes momentos nem tĂŁo felizes, mais tudo isso ensinou muita coisa a gente, fez a gente crescer e aprender a lidar com diversas coisas e situaçÔes, atĂ© mesmo nossas brigas nos ensinaram muito, fizeram a gente enxergar as coisas de um modo melhor pra nĂłs mesmo, e isso sĂł teve a somar na nossa relação, e eu sou feliz e muito grata por ter vocĂȘ assim, bem desse seu jeitinho seu.
Mais uma vez: Eu te amo minha vida â€
Ps: duvido vocĂȘ achar de cara algumas coisas que escondi aqui. đâ€
BROTP: Condessa & Scorpius âWe are from the same blood, we canât take different sidesâ

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Condessa Malfoy â Slytherin â 6 year âI never became a monster, I already was a monsterâ
A Condessa do Palåcio de Valenças
A serra de Sintra nunca foi apenas um lugar; Ă© um estado de espĂrito, um reino de bruma, mistĂ©rio e uma realidade maleĂĄvel onde o real e o etĂ©reo se entrelaçam debaixo de um manto de nĂ©voa constante e quase consciente. Neste cenĂĄrio de conto de fadas gĂłtico, onde os palĂĄcios exĂłticos e de arquitetura delirante se agarram a encostas Ăngremes e a vegetação luxuriante esconde segredos ancestrais e verdades inominĂĄveis, situa-se o PalĂĄcio de Valenças. Um local cuja beleza romĂąntica esconde histĂłrias de assombração, dor e uma estranheza que transcende a simples aparição, centradas na figura trĂĄgica de uma condessa que se tornou parte da paisagem onĂrica de Sintra.
Miguel era um historiador cĂ©tico, um homem de factos, de lĂłgica e de realidade palpĂĄvel. A sua paixĂŁo era o racionalismo, a verdade factual contida em documentos amarelados e empoeirados, e nĂŁo as lendas sussurradas por guias turĂsticos impressionĂĄveis ou as histĂłrias de fantasmas para turistas crĂ©dulos. Viajara para Sintra para investigar a histĂłria da famĂlia Valenças e conseguira acesso exclusivo ao palĂĄcio abandonado, agora um foco de relatos paranormais que, na sua opiniĂŁo, nada mais eram do que a imaginação fĂ©rtil dos romĂąnticos, alimentada pelo ambiente teatral da serra.
O palĂĄcio era uma visĂŁo de beleza decadente, mas a sua arquitetura parecia desafiar a lĂłgica. Janelas gĂłticas que olhavam para a serra enevoada com uma expressĂŁo de melancolia, e jardins selvagens que pareciam querer recuperar o seu espaço, como se a prĂłpria natureza quisesse engolir o artifĂcio humano. A atmosfera era pesada, saturada com o cheiro a bolor, a pedra hĂșmida, flores de laranjeira e um odor subtil a loucura.
No interior, o silĂȘncio era quase palpĂĄvel, quebrado apenas pelo chiar das tĂĄbuas do soalho de madeira, que parecia reagir Ă presença de Miguel com protestos silenciosos, e pelo gotejar de ĂĄgua em algum lugar distante, um som rĂtmico que rapidamente se tornou uma tortura, um lembrete do tempo que passava e da sua sanidade que escorria. Miguel começou a sua investigação na biblioteca, um espaço outrora grandioso, agora em ruĂnas, com livros cujas pĂĄginas se desfaziam ao toque, como memĂłrias antigas e dolorosas. A histĂłria da condessa em questĂŁo era vaga, etĂ©rea, como o nevoeiro lĂĄ fora. Chamava-se Leonor, e havia morrido no palĂĄcio em circunstĂąncias misteriosas no final do sĂ©culo XIX. Os registos oficiais falavam de doença, mas os rumores locais, sussurrados em voz baixa e com medo, falavam de desespero, de um coração partido e, mais sinistramente, de um amor proibido que a levara a um fim trĂĄgico e inominĂĄvel.
Ă medida que a noite caĂa, o misticismo de Sintra intensificava-se. O nevoeiro, que durante o dia pairava nas encostas como uma entidade viva, agora envolvia o palĂĄcio numa mortalha branca e espessa, isolando Miguel do mundo exterior, cortando qualquer laço com a realidade sĂłlida que ele tanto prezava.
Foi na biblioteca que começou a sentir a presença. Primeiro, foi um frio sĂșbito, um frio que nĂŁo vinha das janelas partidas, mas que parecia emanar do centro da sala, do prĂłprio ar, como se uma porta para outro mundo tivesse sido aberta. Depois, um aroma subtil e melancĂłlico de violetas, que desapareceu tĂŁo rapidamente quanto surgiu, como um suspiro fantasmagĂłrico. Miguel, racionalista convicto, atribuiu os fenĂłmenos Ă humidade, Ă sua prĂłpria imaginação, cansada apĂłs horas de leitura, e ao ambiente sugestivo. Tentou ignorar a sensação crescente de pavor.
Decidiu fazer uma pausa e explorar os pisos superiores, talvez para arejar a mente, talvez para desafiar o medo. Subiu a escadaria monumental, cujos degraus rangiam sob o seu peso, cada rangido um grito silencioso. Chegou a um corredor longo e escuro, ladeado por quartos que jĂĄ foram luxuosos aposentos, agora apenas cascas vazias de uma vida passada.
Ao passar por uma das portas, ouviu um som. Um som que fez o seu sangue gelar: o fraco e quebrado sussurro de uma mulher a cantarolar uma melodia triste, antiga e dissonante, uma melodia que parecia vir da prĂłpria essĂȘncia do palĂĄcio, do passado.
Paralisado, Miguel encostou-se à parede, o coração a bater descontroladamente no peito, de pùnico. A voz era etérea, fantasmagórica, mas inconfundivelmente real, uma canção de ninar para a loucura. Vinha do quarto principal, que se dizia ter sido o quarto da Condessa Leonor. A curiosidade do historiador, o desejo insaciåvel de descobrir a verdade, superou o medo. Empurrou a porta de madeira pesada, que cedeu com um gemido que ecoou pelo corredor.
O quarto estava decadente, mas ainda mantinha traços de uma elegĂąncia passada, uma beleza doentia: papel de parede de seda rasgado, uma lareira de mĂĄrmore fria e uma cama de dossel em ruĂnas, um tĂșmulo para os sonhos desfeitos. A janela estava aberta, com o nevoeiro a entrar, nĂŁo como ar, mas como uma entidade viva, branca e espessa, que engolia a luz da lua.
O som parou. O silĂȘncio voltou, ainda mais pesado que antes, um silĂȘncio opressivo que parecia gritar.
"OlĂĄ?", chamou Miguel, a sua voz a ecoar no espaço, quebrando o silĂȘncio com a sua fragilidade.
Não houve resposta, mas o aroma a violetas voltou, mais forte e avassalador, um cheiro que agora Miguel associava à morte e à melancolia. De repente, uma sombra moveu-se num canto da sala, não uma sombra comum, mas uma sombra que parecia mais densa que a escuridão, uma mancha no ar. Miguel fixou o olhar no local, o seu coração a bater descontroladamente.
E entĂŁo, viu-a. A figura pĂĄlida de uma mulher, vestida com um vestido de Ă©poca desbotado, a olhar para a janela, para a escuridĂŁo da serra que a tinha engolido. O seu cabelo escuro estava solto e o seu rosto, embora etĂ©reo e translĂșcido, carregava uma expressĂŁo de profunda tristeza, angĂșstia e uma loucura silenciosa. Era a Condessa Leonor, ou o que restava dela, a sua alma presa num ciclo temporal e espectral.
Miguel, sem saber se fugia, se gritava ou se desmaiava, permaneceu imĂłvel, paralisado pelo terror e pelo fascĂnio. A figura virou lentamente a cabeça na sua direção, num movimento que nĂŁo era humano. Os seus olhos eram vazios, buracos negros no seu rosto pĂĄlido, mas pareciam ver atravĂ©s dele, para um lugar longĂnquo no tempo, para o passado e o futuro em simultĂąneo.
Um som fraco, como um suspiro do vento ou o farfalhar de folhas mortas, transformou-se numa palavra, sussurrada com uma dor que trespassou o coração de Miguel, uma dor que ele sentiu fisicamente, como uma lùmina gelada: "Francisco".
Francisco. O nome do suposto amante da Condessa, um homem que a abandonara ou que morrera tragicamente, dependendo da versão da lenda. A história de amor proibido e traição que Miguel tinha descartado como folclore ganhava vida diante dos seus olhos, transformando-se numa verdade pessoal e aterradora.
A figura da Condessa começou a desvanecer-se, a dissolver-se no nevoeiro que entrava pela janela, tornando-se parte do próprio ar, deixando Miguel sozinho no quarto, com o cheiro de violetas e o peso esmagador de um segredo de séculos, um segredo que o tinha tocado e marcado para sempre.
Miguel saiu do Palåcio de Valenças naquela noite, o ceticismo abalado até aos alicerces, quebrado, desfeito. Tinha testemunhado algo que a razão não podia explicar, algo que vinha de um lugar para além da realidade. Sintra revelara-lhe os seus segredos mais sombrios e surreais, e a história da Condessa Leonor, o seu amor proibido e o seu fantasma errante, tornaram-se uma verdade pessoal e aterradora que ele nunca mais esqueceria.
O PalĂĄcio de Valenças, para Miguel, deixou de ser um mero edifĂcio abandonado, mas sim um local assombrado pela dor, pela loucura e pelo lamento eterno de um coração partido, que ainda sussurra o nome do seu amor na escuridĂŁo da noite, um sussurro que Miguel ouve todas as noites nos seus pesadelos, um lembrete de que a realidade Ă© apenas uma ilusĂŁo frĂĄgil na serra de Sintra.