¡Vamos Asta, demuestra que eres un macho pecho peludo que se respeta! Protege a tu waifu (aunque en tu corazón solo hay lugar para la monja)
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¡Vamos Asta, demuestra que eres un macho pecho peludo que se respeta! Protege a tu waifu (aunque en tu corazón solo hay lugar para la monja)

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Capítulo 68
Fiquei horrorizada com a cena que eu estava vendo e devido ao susto acabei deixando a bandeja cair no chão, o que causou um barulho imenso. Lucas abriu os olhos assustados e assim que me viu abriu um sorriso, porém assim que olhou para o seu lado viu que Patricia estava ali enrolada em um lençol e sua expressão era de susto. Como Lucas havia sido capaz de dormir com aquela garota tendo um compromisso comigo? Como Patricia havia sido capaz de se fazer de amiga e agora ter essa atitude digna de nojo? Minha cabeça estava pesada devido a grande quantidade de pensamentos que passavam por ela, meu estômago estava embrulhando devido a cena nojenta que eu havia acabado de ver, e em um impulso sai correndo. Eu precisava sair daquele casa, eu nunca mais queria ter que olhar na cara de Lucas. Assim que cheguei na cozinha para pegar minha mala, afinal eu ainda não tinha a levado para o quarto de hóspedes, Karina viu meu estado e veio em minha direção.
— Brenda, o que aconteceu? Por que você está chorando? — ela perguntou.
Eu não conseguia responder e quando me virei vi que Lucas estava ali.
— Pergunta para o seu filho. — falei, peguei minha mala e quando eu ia saindo da cozinha, Lucas segurou meu braço.
— Eu não sei o que está acontecendo, não sei o que aquela garota está fazendo em minha cama. Ontem a noite eu senti um mal estar e Patricia apenas me ajudou a chegar em meu quarto e logo depois eu apaguei, não vi mais nada.
— Para! Você não precisa me dar satisfações porque não temos mais nada um com o outro. Você deve ter tido uma noite maravilhosa com ela, então fique com ela, pois vocês se merecem.
— Não faça isso comigo! — Lucas disse em um tom de súplica.
— Eu não estou fazendo nada com você, foi você quem fez comigo. Nunca pensei que você fosse capaz de ter uma atitude tão suja, tão nojenta.
— Eu não tive atitude nenhuma, eu já falei que não sei o que ela está fazendo lá no meu quarto.
— Para de mentir Lucas, não tem como ficar dando desculpas, eu vi ela deitada do seu lado. Sai do Rio e vim até aqui te fazer uma surpresa, te dar a notícia de que um milagre aconteceu e eu estou curada, e eu chego aqui e vejo isso. Eu preferia mil vezes ainda estar doente e morrer logo de uma vez.
— Você está curada? — Karina perguntou.
— Sim Karina, o doutor disse que não consegue explicar o que aconteceu, mas eu não possuo doença nenhuma mais.
Lucas sorriu e veio em minha direção tentando me abraçar, mas eu me afastei.
— Sai de perto de mim. — falei em um tom alto. — Adeus Lucas, adeus!
Sai daquela casa sem nem olhar para trás, Lucas agiu de uma maneira que me fez sentir nojo dele. Eu estava sem chão e não sabia para onde ir. Eu não conhecia ninguém ali, apenas a família de Lucas e não sabia o que fazer. Na situação em que eu me encontrava, a primeira pessoa que passou pela minha cabeça foi Willi, então peguei meu celular e liguei para ele.
— Alô! — ele falou com uma voz sonolenta.
— Willi... — falei em meio as lágrimas e soluços.
— Brenda? Aconteceu alguma coisa? — ele perguntou e eu senti um ar de preocupação em sua voz.
— Onde você está? — perguntei.
— Estou em um hotel de Patrocínio, perto da casa dos pais do Lucas.
— Me fala onde é, estou indo para aí.
Willi me passou o endereço, então peguei um táxi e em menos de 10 minutos eu estava em frente a porta do seu quarto.
Capítulo 68
Me deparei com Lucas estampando um gigante sorriso em seu rosto, mas sua expressão estava meio estranha. Ele vestia uma camiseta preta, uma calça jeans colada no corpo e calçava um chinelo com desenhos de pac man, que com certeza teria ganhado de alguma fã. Dei um sorriso e dei espaço para que ele passasse. Priscila começou a chorar assim que o viu e correu em sua direção, Lucas a pegou no colo.
– Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. – Priscila disse.
– Obrigada pelo carinho minha linda. – Lucas respondeu e eu percebi que ele estava um pouco rouco.
Eles ficaram vários minutos abraçados e Priscila chorava cada vez mais. Apesar das lágrimas que escorriam pelo seu rosto, ali também estava estampado um sorriso, arrisco a dizer que era um dos sorrisos mais lindos que eu já vi. Diante daquela cena eu não consegui segurar as lágrimas e quando me dei conta, eu também estava chorando.
– Eu não acredito que finalmente estou te abraçando. Esperei tanto por esse momento. – Priscila disse.
– A espera valeu a pena? – Lucas perguntou limpando as lágrimas que escorriam pelo rosto de Priscila.
– Qualquer coisa vale a pena por você. – Priscila respondeu e abraçou Lucas novamente.
Lucas e Priscila se soltaram e os dois olharam em mim ao mesmo.
– Olha o quanto ela é chorona. – Lucas disse e os dois caíram na gargalhada.
– Eu sinto o amor de fã, mas olhando por fora eu vejo o quanto esse sentimento é maravilhoso. – Falei limpando as lágrimas que escorriam pelo meu rosto.
Lucas veio até mim, me deu um abraço e disse um "eu te amo" baixinho perto do meu ouvido.
– Nossa amor, você está meio quente e rouco. O que aconteceu? – Perguntei assim que nos soltamos.
– Ontem estava chovendo na cidade que fiz o show e eu acabei tomando um pouco de chuva. Aí hoje amanheci assim, com a voz rouca e com começo de febre. – Lucas respondeu.
Assim que ouviu isso, Priscila se aproximou de nós e disse:
– Acho melhor você ficar um pouco de repouso então, tem que se recuperar para o show de hoje.
– Concordo com a Priscila, deite na cama e eu farei uma sopa quente e depois vou te dar um remédio que eu sempre tomo quando começo a ficar gripada. – Falei.
– Não vou negar a sopa porque estou morrendo de fome. – Lucas disse.
– Que novidade. – Respondi e nós três rimos.
– Não fique apontando meus defeitos perto da minha gostosa, senão ela vai deixar de me amar. – Lucas disse fazendo biquinho.
– Eu jamais vou deixar de te amar, seu bobo. – Priscila respondeu e deu um beijo em sua bochecha.
– Fico feliz em saber isso. Não quero deitar na cama, posso deitar no sofá? Quero ficar perto dos meus amores.
– Pode Lucas, desde que você deite, pode ser em qualquer lugar. – Falei.
Lucas e Priscila foram para a sala, enquanto eu fiquei na cozinha preparando a sopa.
Capitulo 68 - Dangerous Love
*
—Nunca te imagine en esta situación— carcajeó. —Nadie. — concordó David. —Pues ya lo ven. — ¿Y qué dijeron tus padres (tn)? —No tan mal... — Nicholas rió con ironía —Solo mi madre dejo de hablarme— Lenny negó con la cabeza riendo. — ¿Sigue sin soportar a Nicholas? —Así es— subí los hombros. —Y ¿Ya pensaron en algún nombre? — preguntó David sonriente —No sé, el pequeño David tal vez.. —Me gusta Nicole... — ¡No! — corearon los tres y Nicholas solo los apoyó negando con su dedo índice. —Como que 'Nicole' si va a ser niño— se quejo Jack y todos concordaron con el excepto Alisa. —Cállense, será lo que tenga que ser. — comencé a reír ya que se había desatado una discusión que duro unos cuantos minutos. —A ver tn) y ¿Si fuera niño? — la pregunta de Lenny mantuvo a todos en silencio —Adam— respondió Nicholas por mí. —Adelante Adam, camino despejado, avanza con la carga. — broméo fingiendo estar hablando por un radio y todos carcajearon.
—Ah, pero claro que no. Ni que por la mente les pase desviar a mi hijo, porque se las verán conmigo. — seguimos riendo. — ¡Ves! Si han pensado en que será niño— le discutió Jack a Alisa.
Ellos siguieron con el debate mientras que Nicholas y yo silenciosamente huimos a la cocina.
— ¿Por qué no lo superan? — dije con un gran suspiro abriendo la puerta del refrigerador. —Ni creas que lo harán pronto— sentí las manos de Nick en mi cintura acariciando delicadamente. — ¿Qué haces? — pregunté riendo al sentir la su respiración en mi cuello al igual que ligeros besos. —Nada— murmuró girándome y recargándome contra el refrigerador. —No empieces lo que no vas a poder terminar— susurré antes de que sus labios abordaran los míos. —Si no estuvieras en este estado— acarició mi vientre —Lo tomaría como una ofensa y un reto. —carcajeé. —No te rías, sabes que es verdad. —Nunca dije lo contrario.
—Agradécele a mi futuro ayudante. —Hey, hey, hey, dale espacio a la futura madre. —Sí, no nos la hostigues — me fue imposible no reír ante la mirada de Nicholas hacia sus amigos.
Terminamos de cenar y seguimos platicando por un buen y largo rato hasta que el sueño me eligió. Los chicos y Alisa se despidieron y partieron a sus respectivos hogares.
—Nick… — ¿Si? — volteo a verme después de cerrar la puerta. Estiré mis brazos para que entendiera que quería que me cargara. —Claro, ya no te parece ridícula la idea— le sonreí angelicalmente y en menos de dos segundos ya me había alzado en sus brazos para llevarme a nuestra habitación.
— ¿Por qué mierda entras a cambiarte en el closet? ¿Que no te he visto ya completa? — ¡Nicholas! — me quejé.
— ¿No es verdad? —Sí — reí —Pero cállate— salí del closet y avergonzada camine hacia la cama. —Ni tú te crees esa cara de santurrona. —Pues si me la creía, hasta que te conocí. — me metí en la cama acomodándome a su lado, el inmediatamente me envolvió entre sus brazos. Seguí su respiración, esta me arrullo y en segundos ya había caído rendida, fue tan rápido que ya ni siquiera escuche su respuesta.
Un dolor en mi vientre me obligo a abrir los ojos, intente volver a cerrarlos al sentir que pasaba, pero apenas se fue y regreso más fuerte. Me intente acomodar en posición fetal y ahí fue cuando me di cuenta de que algo no andaba bien, me enderecé, alcé el cobertor y la sabana que solía ser blanca ahora estaba roja.