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tem capítulo novo no site galera
Titus y Marga last episode, part 2
Capítulo 25 :
http://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-miley-cyrus-one-love-1138624/capitulo25
Capítulo 25 - Feelings.
Já é quinta-feira, o que implica que nós vamos voltar pra casa, exatamente, daqui três dias. Tá bem legal mas eu confesso que tô com saudade de casa e já tô ficando meio enjoada de acordar cedo, ir andando até à casa da Abby, ficar com ela até na hora do almoço, voltar pra casa, comer, brigar, transar, dormir, brigar, transar, brigar etc.
Eu não sirvo pra ter um namorado, primeiro porque eu enjoo fácil das pessoas que ficam muito tempo perto de mim e segundo porque eu sou muito nojenta pra ficar de boa com uma pessoa me enchendo o saco o tempo inteiro. O pior disso tudo, é que eu gosto do Bryan mas eu já tô enjoada de ficar nessa de casalzinho. Não é pra mim sabe? Eu não consigo ficar um dia sem brigar com ele e isso não afeta só eu, afeta ele também.
Bryan: Cheguei – ele deu um beijo no meu rosto. Eu: Aham. Bryan: Já acordou nervosa? Eu: Não. O que você quer comer? Bryan: O que você fizer tá bom. Eu: Ok – deixei ele na sala e fui pra cozinha.
Sabe quando a gente tá naquele transe de depressão, com aquela vontade de comer tudo o que ver pela frente, mesmo não gostando só por que tá triste? Eu tô assim hoje, não tô triste nem nada mas a única coisa que eu quero hoje é ficar sozinha, sei lá, tô com saudade de ter um tempinho só pra mim.
Fiz o almoço rapidinho enquanto o Bryan tomava banho, arrumei a mesa, escrevi um bilhetinho avisando pra ele que ia sair e voltava a noite, peguei a chave reserva da porta da frente e saí.
O clima tava fresco e tava ótimo pra caminhar, apesar de eu não gostar de caminhar fui caminhando, primeiro porque não tenho carteira e não pretendo ser presa aos dezesseis por estar dirigindo sem habilitação e depois porque se o Bryan quiser sair, o carro é todo dele.
Depois que passei pela casa da Abby, andei mais uns três quilômetros até chegar na cachoeira e me sentei embaixo de uma árvore qualquer. Eu não queria ir muito longe, só queria ficar sozinha e aqui parecia ser o lugar perfeito.
A cachoeira é um dos lugares mais lindos daqui. É longe de tudo e por isso é o lugar perfeito. Quase ninguém mora aqui e quem mora não vem na cachoeira porque o lago passa atrás das casas, ou seja, se eu morrer, ninguém me acha, não que eu esteja pensando em me matar mas é uma hipótese.
Desviei os pensamentos e fiquei encarando a cachoeira, tentando decidir se pulava ou se ficava ali só olhando quando alguém cutucou meu braço.
!: Tá sozinha? - um cara que eu nunca tinha visto por aqui saiu de trás da árvore e se sentou do meu lado. Eu: Antes de você chegar, estava. !: Você não é daqui. Eu: E nem você – eu encarei ele e percebi o quanto ele era lindo. !: Meu nome é Tyler – ele esticou a mão mas eu ignorei. Eu: Khloe. Tyler: O que você faz por aqui? É perigoso andar sozinho por esses lados. Eu: Se é perigoso andar sozinho por aqui e você sabe, por que está sozinho? - dei um sorriso cínico. Tyler: Você tem a língua bem afiada né? Eu: Esse é o meu charme. Tyler: Eu vou pra vila, não quer vir? Eu: Nem te conheço. Tyler: Meu nome é Tyler Flinn, tenho 19 anos, moro no Leblon desde que me entendo por gente, meus pais morreram em um acidente de carro quando eu tinha 10 anos e eu faço medicina da UFRJ – eu dei uma gargalhada e me levantei. - Agora você quer ir na vila comigo? Eu: Flinn, eu conheço esse nome de algum lugar. Tyler: Agora vai, sua vez. Eu: Meu nome é Khloe Bilacchi, tenho 16 anos, moro no Rio também mas não vou te dizer o bairro porque sei lá né, vai que você é um sequestrador ou coisa parecida. Meus pais são separados e eu moro com meu pai, tenho um irmão mais velho da sua idade, estudo no Leblon mas não vou te dizer o nome do colégio também e acho que é só. Tyler: Você é filha da Jenna? - ele arregalou os olhos pra mim. Eu: Neta, de onde você conhece minha avó? Tyler: Tá brincando? Sua avó é a cardiologista mais foda do Rio, todo mundo conhece ela. Eu: Ah qual é, não me diga que você é fã dela. Tyler: Claro que sou, inclusive foi por causa dela que eu decidi ser médico também. Eu: Você tá me zoando né? - eu parei na frente dele. Tyler: Não. Quando eu tinha 15 anos eu assisti uma palestra da sua avó e foi amor a primeira vista, eu consegui falar com ela depois da palestra e ela me disse que medicina era a pior profissão que existia e que se ela pudesse voltar atrás, ela não seria médica mas ela também disse que adorava ser médica e disse que salvar vidas, era a melhor coisa do mundo. No começo eu não entendi muito bem mas quando minha avó quase morreu e sua avó fez uma cirurgia nela e ela ficou boa, eu entendi o que ela queria dizer e decidi que faria medicina. Eu: É, boa história. Tyler: Você pensa em ser o que? Eu: Não sei. Tyler: Sua família é constituída por gente bem sucedida em tudo o que faz, cada um mais foda que o outro e você não sabe o que fazer? - ele fez uma careta. Eu: Minha família não é isso tudo, minha família é uma verdadeira bosta, só quem vê de fora que acha que é tudo perfeito mas não é. Tyler: Como assim? Eu: Minha família é tipo aquelas famílias de comercial de margarina, se junta pra aparecer em público mas quando tá dentro de casa é totalmente diferente. Tyler: Ah qual é. Eu: Um dia eu te levo num almoço de família lá de casa – ele abriu um sorriso de orelha a orelha e me puxou pra dentro do único bar que prestava naquela vila. Tyler: O que tu quer? Eu: Ah, pode ser cerveja. Tyler: Qual? Eu: De heineken pra cima, qualquer uma pra mim tá bom – me sentei na mesa perto do balcão e ele pediu duas Stella. Tyler: Me conta da sua família. Eu: O que tu quer saber? - dei um gole na cerveja. Tyler: Sua mãe, o que ela faz? Eu: Agora ela reforma a casa de mês em mês e fica com qualquer um, sei lá, não vejo muito ela. Tyler: E seu pai? - ele deu um gole na cerveja. Eu: Ele fica o dia no escritório na empresa e quando chega em casa fica no escritório também, ele tá estranho depois que eu saí do hospital, não sei o que é. Tyler: Você ficou um tempo em coma né? Eu: Você é espião? - chamei o garçom. Tyler: Não, eu só sei algumas coisas. Garçom: Pois não? Eu: Uma dose de tequila, por favor. Tyler: Duas.
Tá bem estranho isso do Tyler saber quem eu sou e eu não saber nada dele mas ele é bem bonito, é legal e tá me pagando bebida, então não vou reclamar.
Nós ficamos conversando e bebendo até escurecer. Ele é esperto também e pelo que ele me disse, ele tem um irmão que me conhece, ou seja, ele não tá espiando a minha família, ele só mora com alguém que me conhece.
Eu: Você não vai me dizer o nome do seu irmão? Tyler: Matt. Eu: Matt? O Matheus Beaumont? Tyler: É. Eu: Mas ele não tem irmãos e os pais dele estão vivos, inclusive a mãe dele me odeia. Tyler: Ele é filho da minha mãe com outro cara e aquela mulher é madrasta dele. Eu: Ele nunca me disse. Tyler: Só eu, ele e os pais dele, sabemos. Eu: E eu – dei um sorriso amarelo. Tyler: Não fala pra ninguém, sério. Eu: Eu não sou fofoqueira, relaxa. Vem, vamos dançar. Tyler: Eu mal to conseguindo ficar com o olho aberto. Eu: Larga de ser mole, vem – eu puxei ele pela mão e nós começamos a dançar.
Ficamos dançando e continuamos bebendo até o garçom falar que ia fechar o bar. O Tyler pagou a conta e nós fomos andando até na esquina e alguém puxou meu braço.
Eu: AI, ME LARGA – me virei pra estapear a pessoa mas era o Bryan. - Ah, é você. Tyler: Quem é esse? Eu: Bryan, esse é o Tyler. Tyler, esse é o Bryan. Tyler: Prazer – ele esticou a mão pro Bryan mas ele não pegou na mão dele. Bryan: Aham. Tyler: Que mania vocês tem de ser mal educados hein? Bryan: O que tu tá fazendo com esse cara? Eu: Ele é meu amigo. Bryan: Mentira. Eu: É sim. Bryan: Khloe, não mente pra mim. Eu: Não to mentindo, aliás o que você tá fazendo aqui mesmo? Bryan: Você disse que voltava e não voltou. Tyler: Ah, Khloe, eu vou indo tá, a gente se esbarra. Eu: Valeu pelas bebidas, na próxima eu pago. Tyler: A vontade – ele deu um beijo no meu rosto e foi embora. Bryan: Quem é esse cara porra? Eu: Não te interessa, que saco isso – eu me virei e fui na mesma direção que o Tyler. Bryan: Você vai dar uma de criancinha mimada e ficar de gracinha? QUE ÓTIMO.
Isso é uma das coisas que me irrita no Bryan, ele pensa que porque a gente tá “junto” eu não posso sair com outras pessoas, ele implica até com a Abby, como se eu fosse propriedade dele e isso é o que me cansa, porque eu não gosto que mandem em mim. Eu gosto do jeito que ele me trata, gosto de ficar com ele, gosto de olhar ele dormindo e essas coisinhas melosas mas quando a gente tá sozinho em casa, na rua é diferente mas acho que ele não entende.
Fui andando até chegar em uma pracinha e me sentei no banco.
É engraçado, o Bryan gosta de mim, faz de tudo pra cuidar de mim e pelo que eu lembro, ele não queria transar comigo até saber que eu não ia fazer isso com outros mas ai a gente veio pra cá e ele transa comigo como se a gente namorasse, só que ele nunca pediu e pelo jeito, nunca vai.
Bryan: Vem, vamos pra casa – ele sentou do meu lado. Eu: Pode ir. Bryan: Qual é Khloe, para com isso. Eu: Para você Bryan, você viu o showzinho que você fez no meio da rua? Eu não sou propriedade sua não, você não tem o direito de querer mandar em mim e muito menos de querer escolher os meus amigos. Bryan: Aquele cara nem era seu amigo. Eu: Ele é irmão do Matheus. Bryan: Você não sabe se é verdade. Eu: Foda-se – me levantei e fiz menção de ir embora mas ele me puxou. – O que você quer? Bryan: Eu sei que você não é minha propriedade e eu também sei que não posso escolher com quem você vai sair mas eu gosto de você, eu só queria que você ficasse bem. Eu: Eu to bem Bryan, você me faz bem mas você tem que parar de ser super protetor comigo porque eu não gosto disso. Bryan: Tudo bem, vamos, vou te levar pra casa.
Nós fomos em silêncio da pracinha até em casa.
Não demoramos muito pra chegar em casa. Nós entramos em casa e eu fui direto pro quarto, tomei banho, troquei de roupa e o Bryan não tava no quarto, desci e ele tava na sala de jogos, vendo tv.
Eu: Ué, não vai dormir? Bryan: Depois. Eu: Então tá, boa noite. Bryan: Boa.
Subi pro quarto de novo e deitei.
O Bryan tá bem estranho e eu não sei se é porque eu saí com outro cara ou porque a gente brigou por isso. Eu sei que não sou fácil de lidar mas ele bem que poderia facilitar não é? Não custa nada ele entender o meu lado.
É isso que me irrita, se a gente não tem nada, por que ele fica bravo com essas coisas? Tá bom, eu durmo com ele e tal mas eu já dormi com muitos outros caras e isso não mudou nada. Eu não sei o que ele quer, ele não quer namorar comigo mas também não quer que eu saia com outras pessoas.
Eu não sei se quero namorar mas eu queria que ele pedisse só que ele não pede, aí eu saio com outros caras e ele fica com essa cara de cu pra mim. Não dá pra entender os homens, não dá mesmo, eu desisto.
Coloquei meus fones, liguei o ar condicionado do quarto e fiquei esperando o Bryan vir pra cama, como ele não veio, eu decidi dormir.
Próximo capítulo.

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jajajaja Y asi es como deben de defender a sus Ukes XD
jajajaja
Dejenme reirme un rato
jajajajaja
Acordei e ela tava no banho porque ela tinha mania de banho toda hora.Peguei uma blusa minha pra ela colocar e deixei em cima da minha cama. -Vai querer nescau?-bati na porta e perguntei. -VOU.-ela deu um grito. Sai do quarto e fui pra cozinha fazer nescau pra ela,botei na mesa e preparei o café da manhã todo.Uns 10 minutos depois ela chegou na cozinha e eu tava concertando a cafeteira porque minha tinha pedido. -Olha, já pode casar viu.-Virei e olhei pra ela que tava sentada na mesa tomando nescau. -Tava pensando nisso também,mas antes tenho que pedir minha futura noiva em namoro.-sorri e ela corou. -Uhum.-Ela tava com um pouco de vergonha porque sabia que tava falando dela. -Ué, porque não colocou a blusa a blusa que escolhi pra você em cima da cama? -Porque achei essa aqui mais bonita.-ela encolheu os ombros. -Então essa vai ser minha blusa preferida, só porque teu cheiro vai ficar nela.-sorri pra ela. -Mas e se eu só fingi que tomei banho e tiver com cheiro de peixe com ovo e carniça?-Cheguei perto dela e beijei o pescoço dela e um beijo na bochecha. -Ta cheirosa demais.-ela abaixou a cabeça e sorriu.
As 7 cartas para Ana
Marcelo narrando. -Oi.-minha mãe atendeu. -Ta em casa já?-perguntei. -Não, vou chegar tarde meu bem. -Tarde que hora? -Depois das 3.-ouvi o riso dela abafado. -Olha lá em,Ana ta indo lá pra casa ta bom? -Ta bom, tem camisinha na última gaveta do banheiro.-ela riu. -Tchau mãe.-desliguei e sorri. Chegue perto dela. -Vamos?já são 02:15. -Vamos porque to morta. Ela se despediu das amigas e fomos pra minha casa e ela entrou no carro.Chegamos em casa e ela deitou na minha cama. -Vou trocar de roupa e já venho ta bom? -Uhum.-ela deu um sorrisinho lindo pra mim. Fui lá e troquei de roupa, voltei pra quarto e ela tava dormindo.Cara ela tava tão linda, respiração calma e toda encolhida.Peguei a coberta e cobri ela e deitei do lado dela e fiquei olhando ela dormir por alguns estantes. -Boa noite ,princesa.-beijei a testa dela e peguei no sono.
As 7 cartas para Ana