A tristeza invadiu um novo espaço do meu eu, e eu sem ter consciência disso. Isto não deveria ser assim.
Enfim, o meu apego emocional continua descalibrado, como quando uma balança já não consegue apresentar o peso certo.
Na medida em que abre espaço e aceita tanto, mas tanto peso, quando tudo se intensifica e excede o que se queria... ela parte, deixa de conseguir equilibrar os pesos pesados que ficam caídos e espalhados no chão.
Vou tentando afinar-me um pouco mais, mais e melhor, para ter os pés bem assentes na balança. Recorro à ajuda de fora para que, no final, consiga dividir tudo o que está fora do seu sítio e voltar a arrumar cada coisa onde pertence.
O dia do equilíbrio há de chegar!














