Godric and Bryr just hanging out
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Germany
seen from China
seen from Italy
seen from United States
seen from Yemen
seen from TĂŒrkiye
seen from United States
seen from Lithuania

seen from Saudi Arabia
seen from United States
seen from Canada
seen from United States

seen from Germany

seen from United States

seen from Italy

seen from France
seen from United States
Godric and Bryr just hanging out

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
It's a scene and we're out here in plain sight (POV Brydric)
â VocĂȘ estĂĄ escutando? â Bryce perguntou, franzindo o cenho ao seu lado.
Cedric piscou, sendo obrigado a sair de seus pensamentos para tentar voltar a prestar atenção no que a ruiva dizia. Ele tamborilou brevemente os dedos no volante.
â Hm⊠â Murmurou. NĂŁo fazia ideia do que ela falava. Nos Ășltimos segundos, ou minutos, dirigia com a mente focada nos acontecimentos da semana.
Ignorava chamadas e mensagens de Lucien desde a discussĂŁo e, ao mesmo tempo, checava o celular constantemente Ă espera de uma nova resposta de Celeste. Apesar de seu aviso sobre nĂŁo se comunicarem, ele tinha digitado e enviado as palavras âTem certeza?â na conversa dos dois, recebendo um mĂsero e direto âSimâ como resposta.
Ainda nĂŁo parecia real. Eles sempre voltavam a se encontrar, nunca resistiam ao chamado que os puxava um para o outro. Talvez estivesse em negação â provavelmente estava â mas o Ășltimo beijo que trocaram e a pressa com que Celeste fugira serviam de prova de como era difĂcil se afastarem. Ela voltaria.
â Eu estava dizendo â Bryce retomou a fala, revirando os olhos â que pesquisei algumas fotos suas para poder me preparar. NĂŁo quero ninguĂ©m nos analisando demais nas redes sociais e achando que temos um relacionamento de fachada. Muito menos a Matriarca.
Cedric ergueu uma sobrancelha.
â Que tipo de fotos?
â De beijos, Cedric. Ăbvio.
Ela puxou o celular do bolso do casaco e desbloqueou a tela. Em dois segundos, mostrava pra ele algumas fotos em que estava envolvido em beijos pĂșblicos â e alguns privados, com cliques feitos atravĂ©s de janelas de carros ou estabelecimentos.
â Acho difĂcil nĂŁo compararem nossas fotos com essas, entĂŁo vocĂȘ vai me beijar de verdade.
â O quĂŁo de verdade? â Tinha certeza que ela nĂŁo queria um beijo como os que trocara com Celeste na Ășltima vez que se viram. Seu peito apertou com a memĂłria, mas ele o silenciou com uma inspiração lenta.
â NĂŁo enfie a lĂngua na minha boca, pelo amor dos deuses, mas nĂŁo vou morrer se ela encostar em mim. â Bryce mostrou uma foto especĂfica para ele, com Alice. Era romĂąntica o suficiente e tinha sido essa que a imprensa havia usado para noticiar o namoro dos dois. â Algo como isso parece bom.
Cedric achou graça da forma com que ela se expressava, como se discutissem dados de campanha. Aquele era um beijo relativamente casto, com nenhuma lĂngua aparente, mas os dois se envolviam com os braços e tinham pequenos sorrisos impressos nos rostos. Lembrava-se bem daquele dia e das consequĂȘncias de terem sido flagrados por um fĂŁ.
â Eu nĂŁo sou ator, vocĂȘ sabe nĂ©? NĂŁo podemos improvisar?
â NĂŁo precisamos fazer exatamente igual, Ă© sĂł um material de inspiração. â Ela sorriu, finalmente tambĂ©m parecendo achar graça na conversa.
â Certo. â Ele riu suavemente.
Cedric deu seta para estacionar e diminuiu a velocidade do carro lentamente, logo parando em frente ao lounge escolhido para o que planejavam. O local era famoso o suficiente, com um pĂșblico jovem e rico variado. O uso de celulares era liberado, mas a checagem de segurança ainda se fazia completa. AtrĂĄs deles, o carro de seus seguranças tambĂ©m estacionou.
-
Alguns dos olhares sobre os dois eram descarados, mas a maioria dos presentes fingia que nĂŁo os via no terraço. Para aqueles que sorriram com animação na entrada, Cedric devolvera o gesto com um sorriso ou aceno prĂłprios, mas o Misfits costumava receber famosos, entĂŁo seu pĂșblico raramente o incomodava. Dessa vez, tambĂ©m permaneceram respeitosamente afastados. Os celulares, contudo, jĂĄ tinham sido virados para os dois algumas vezes. Exatamente como queriam.
Uma mĂșsica eletrĂŽnica suave tocava baixa, mas alta o suficiente para Bryce e Cedric poderem conversar em murmĂșrios, evitando abrir a boca demais quando o assunto fosse os entregar. JĂĄ tinha sido vĂtima de leitores labiais suficientes online para cair nesse problema novamente.
Em determinado momento, Bryce se aninhou em seu corpo como se estivesse se protegendo do vento, e Cedric a envolveu com o prĂłprio casaco de lĂŁ, apertando a ruiva contra si sobre o banco externo. Ela soltou uma risadinha que ele soube ser nervosa, e o mago prendeu uma prĂłpria na garganta.
A Bondurant ergueu os olhos para ele e sussurrou, entre dentes:
â Pronto?
Cedric tocou seu queixo com a luva, ajustando o ùngulo de sua cabeça cuidadosamente. Foi ela quem se aproximou, porém, com os låbios entreabertos e repuxados em um sorriso que quase dava conta de esconder seu embaraço.
Itâs insane how things can change like that (POV Brydric)
â Eu aceito. â Bryce anunciou, enquanto se sentava no sofĂĄ. A ruiva estava vestida como se estivesse pronta para uma reuniĂŁo de negĂłcios e tambĂ©m se portava como tal. Seu olhar se mantinha decidido e direto nos olhos escuros de Cedric. â Vou ser sua namorada de mentira.
Uma frase estranha demais para ser dita de forma tão séria.
â NĂŁo achei que vocĂȘ fosse aceitar. â A surpresa na voz do Bondurant se mesclava ao contentamento que sentia com a notĂcia. Bryce era sua melhor opção, se nĂŁo a Ășnica possĂvel.
â Por algum tempo eu tambĂ©m nĂŁo, pra ser sincera. â Ela passou os dedos por uma mecha dos cabelos cor de cobre, parecendo hesitar um pouco, ainda que apenas por uma fração de segundo. â Mas Ă© um bom negĂłcio.
Ele nĂŁo conseguiu ignorar a similaridade entre esse momento e aquele em que Celeste havia, tambĂ©m, aceitado uma proposta sua, essa de natureza oposta Ă platĂŽnica que existia entre ele e Bryce. Ao envolvĂȘ-la em uma nova teia de mentiras, sentia-se como uma figura mitolĂłgica clĂĄssica, daquelas que faziam acordos duvidosos que mais tarde pegavam os humanos envolvidos desprevenidos. Bryce nĂŁo era tola, contudo, e Cedric tinha plena consciĂȘncia de que ela o pediria algo valioso em troca.
â VocĂȘ tem certeza, Bryce? â Buscou confirmação.
â Sim. â A erguida de sobrancelhas de Bryce pareceu dizer âEstĂĄ duvidando da minha palavra?â. â VocĂȘ nĂŁo?
â Tenho. â Ele cruzou os braços em sua poltrona. â SĂł nĂŁo quero que vocĂȘ se arrependa no meio do caminho. Eu sei que vocĂȘ nĂŁo gosta da ideia de mentir pra Matriarca.
â Tudo bem, Cedric. Eu pensei bastante sobre isso, pode ficar tranquilo. NĂŁo tomo decisĂ”es impulsivas. â Bryce sorriu e Cedric a acompanhou, permitindo-se sentir o alĂvio de finalmente ter uma resposta Ă proposta feita na beira do Lago Bleu. Tinha esperado a semana toda por aquele veredito e a mĂŁe havia lançado indiretas em sua direção duas ou trĂȘs vezes. â Mas nĂŁo vou participar de um pedido de casamento falso, isso termina antes de um noivado.
â Sem problemas, eu nĂŁo planejo ir tĂŁo longe.
â E⊠caso precisemos nos beijar, nĂŁo quero sentir sua lĂngua. â A ruiva nĂŁo se esforçou em censurar a expressĂŁo de ligeiro nojo em sua face.
Com isso, o sorriso do herdeiro aumentou e se transformou numa risada baixa.
â De acordo.
Ela assentiu devagar e aos poucos o nojo deu lugar Ă Bryce de momentos antes, decidida e profissional.
âTambĂ©m vou querer algumas coisas em troca.
â Justo. E esperado⊠â Cedric relaxou os braços. Sua relação com Bryce era majoritariamente profissional, ainda que a convivĂȘncia os tivesse forçado a se aproximar como amigos durante a campanha. Sabia que ela pretendia seguir carreira polĂtica, com foco em campanhas e trabalho interno, mas seu conhecimento sobre suas ambiçÔes terminava aĂ. â O que seriam essas coisas?
â Eu quero acesso ao nĂvel de influĂȘncia que vocĂȘ tem. Caso vocĂȘ ganhe ou chegue perto de vencer as eleiçÔes, jĂĄ vou ganhar alguma visibilidade, mas Ă© importante que eu conheça as pessoas certas. NĂŁo sĂł em Victoria. Eu sei que Ă© cedo pra mirar em liderar uma campanha maior, entĂŁo quero ter acesso a Conselheiros enquanto isso. â Ela mirou o chĂŁo por alguns segundos, pensativa, e depois voltou a olhĂĄ-lo. â Quero que vocĂȘ me insira nesse mundo de forma que, mesmo depois de eu âterminarâ com vocĂȘ, eu ainda esteja nele.
Cedric sorriu, estudando a mulher Ă sua frente. Nunca conheceria aquele nĂvel de ambição, tĂŁo baseada em esforço. Herdaria todas as posiçÔes polĂticas de sua vida naturalmente, seguindo a ordem decidida sĂ©culos antes dele ter nascido, como se fluĂsse sobre um rio. Teria que estar intimamente envolvido em campanhas e na governança sempre que ganhasse, mas nĂŁo precisaria provar seu valor a ninguĂ©m alĂ©m da prĂłpria famĂlia.
â Feito. â Ele ergueu a mĂŁo em sua direção, para fechar o acordo, e Bryce a apertou com firmeza.
â Quando começamos? â Ela perguntou, sempre eficiente.
â NĂŁo quero te apressar, mas⊠Pra mim, o quanto antes, melhor. â Ele nĂŁo gostaria de ter que continuar desviando das indiretas da mĂŁe e o ideal seria que ela soubesse dos dois por fontes externas, assim como havia sido com todos os seus affairs. Nada poderia fugir muito de seu padrĂŁo de relacionamento, para evitar suspeitas. Levaria algum tempo, entĂŁo, para que a famĂlia e o pĂșblico começassem a levar a sĂ©rio a relação.
â Na quarta-feira tenho a noite livreâŠ
Os dois sorriam lentamente, como se o que planejavam fosse mera travessura.
â Combinado, entĂŁo. Posso dar a dica para um paparazzi?
A ruiva piscou, como se nĂŁo esperasse a pergunta, mas fez que sim. Cedric lançaria um rumor inocente. Os tabloides diriam: Cedric e Bryce Bondurant jantam juntos. Ă um encontro romĂąntico? PlatĂŽnico? O herdeiro finalmente estĂĄ considerando suas opçÔes Bondurant? E a mĂŁe logo entraria em contato para saber mais. Ele diria que estavam se conhecendo melhor, mas que ela nĂŁo colocasse muitas expectativas â como diria tambĂ©m caso aquele fosse um encontro real.
â Como vocĂȘ acha que vai ser a reação do pĂșblico? â Bryce perguntou. Ela falava como se estivesse questionando as pesquisas de intenção de voto, mas Cedric notou a ligeira queda no volume de sua voz. Era uma preocupação real.
â Ă impossĂvel saber de fato, como vocĂȘ provavelmente imagina, mas⊠Acho que vĂŁo ficar muito curiosos sobre vocĂȘ. â NotĂcias e postagens em redes sociais trariam fotos e informaçÔes sobre ela para aqueles que nĂŁo eram obcecados pela famĂlia e cada pessoa poderia formar sua prĂłpria opiniĂŁo sobre a vida dos dois. â Descobriram o endereço da minha ex namorada em dois dias, entĂŁo caso vocĂȘ precise posso te ceder seguranças.
â NĂŁo precisa. JĂĄ tenho direito, como Bondurant. SĂł nunca foi⊠necessĂĄrio ainda. â Nada daquilo parecia muita novidade para Bryce, cujo cenho havia se franzido levemente. â A opiniĂŁo pĂșblica Ă© positiva para vocĂȘ se casar. Imagino que isso se reflita bem nas pesquisas, qualquer porcentagem a mais Ă© decisiva.
â Ă o que dizem. â Ele respondeu, sem emoção. Tal assunto era como um disco riscado dentro do CasarĂŁo Bondurant. â VĂŁo te tratar como se fosse do cĂrculo interno, prestar mais atenção em tudo que vocĂȘ faz.
â Entrevistar pessoas prĂłximas dispostas a vazar qualquer coisa. â Ela continuou, o olhar vagando pela sala, preso aos futuros possĂveis.
â Seja bem vinda. â Cedric zombou, suspirando e pousando a mĂŁo sobre o peito da dela, pousada sobre o joelho. â Obrigado. Vou te dar tudo que vocĂȘ quiser por isso.
Bryce riu suavemente e respondeu com uma brincadeira, que Cedric levaria a sério mais tarde:
â Começando por passeios na sua ilha privativa, espero.