â â â â â ïœĄËâ lee jooyeon x leitoraâ â â â â â â â â â â â â âââ br!au onde...
đŹ lee jooyeon tem planos bem estranhos pra chamar a atenção da sua ex namorada, nome
plot em construção continuação [vai ser linkada em breve]
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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VocĂȘ estava na varanda do evento sofisticado promovido pela sua empresa, onde o mar do bairro Leblon, iluminado pela luz suave da lua, competia em beleza com a festa que se desenrolava ao som de mĂșsica suave e o tilintar de taças de champanhe. A brisa noturna acariciava seu rosto, enquanto vocĂȘ respirava profundamente, sentindo o peito subir e descer, antes de se virar e caminhar de volta para o interior do salĂŁo. Seus cabelos esvoaçavam graciosamente ao vento, atraindo olhares admirados de alguns investidores que passavam, embora seu desejo fosse ser notada apenas por uma pessoa que, vocĂȘ sabia, nĂŁo poderia encarar abertamente.
â Acho que deveria ser crime usar um vestido assim â Jaehyun murmurou quando seus destinos se cruzaram no bar, seus olhos fixos adiante em uma postura impecĂĄvel, como se o elogio tivesse sido lançado ao acaso. Mas vocĂȘ sabia que nĂŁo. NĂŁo havia chance de Jeong YoonOh se encantar por outra pessoa enquanto vocĂȘ estivesse ali.
VocĂȘ esboçou um sorriso discreto, brincando com a taça entre os dedos.
â Talvez vocĂȘ deva ir Ă minha casa depois para cuidar de confiscĂĄ-lo â Sussurrou em resposta, virando-se para ele com uma elegĂąncia calculada, cumprimentando-o com um leve aceno de cabeça antes de se dirigir a um grupo de convidados mais distante, deixando no ar a promessa silenciosa do que poderia vir a seguir.
Enquanto vocĂȘ se afastava, o aroma suave do seu perfume ainda pairava no ar, uma lembrança sutil da sua presença. Seus passos eram firmes, mas graciosos, e cada movimento parecia cuidadosamente orquestrado para manter a atenção de Jaehyun presa em vocĂȘ, em seu quadril tĂŁo bem esculpido. O barulho leve dos saltos no piso de mĂĄrmore ecoava enquanto vocĂȘ se aproximava do grupo de empresĂĄrios, lançando sorrisos diplomĂĄticos e trocando cumprimentos cordiais.
Mas o fato era que mesmo em meio Ă s conversas que fluĂam sobre investimentos e oportunidades de negĂłcios, vocĂȘ nĂŁo conseguia deixar de sentir o olhar de Jaehyun queimando em suas costas. Ele era uma presença constante, mesmo Ă distĂąncia, uma força silenciosa que fazia seu coração acelerar toda vez que pensava nele.
Era difĂcil explicar, nĂŁo o amava, sem dĂșvidas nĂŁo, mas amava deseja-lo.
VocĂȘs estavam saindo hĂĄ algum tempo, desde o dia que precisaram fazer uma viajem de negĂłcios juntos, e uma coisa levou a outra. Se encontravam Ă s escondidas, nos momentos mais inesperados, quando os corredores da empresa estavam vazios ou onde podiam se isolar sem levantar suspeitas. Era um relacionamento intenso, cheio de provocaçÔes e uma tensĂŁo palpĂĄvel que se estendia a cada troca de olhares, cada toque casual disfarçado de profissionalismo, talvez essa fosse a parte mais divertida.
Mas ali, naquele evento que vocĂȘ havia planejado meticulosamente para a empresa, toda a sua concentração estava voltada para o sucesso da noite. Como uma das chefes, vocĂȘ sabia que tudo precisava ser impecĂĄvel. Sua reputação como uma mulher em tal cargo, estava em jogo, e vocĂȘ nĂŁo permitia que nada menos do que a perfeição transparecesse. Jaehyun, por sua vez, era tĂŁo ambicioso quanto vocĂȘ, ocupando uma posição de destaque na empresa e crescendo cada vez mais aos olhos do dono daquilo tudo.
â E o que vocĂȘ acha dessa nova tendĂȘncia, senhorita? â Um dos empresĂĄrios perguntou, virando-se para vocĂȘ. Jaehyun retirou os dedos no exato momento em que vocĂȘ abriu a boca para responder, como se nada tivesse acontecido.
â Acho que estamos diante de uma grande oportunidade para expandir nossa participação nesse mercado â VocĂȘ disse com confiança, mantendo o tom profissional, embora seus lĂĄbios estivessem perigosamente prĂłximos de cederem a um sorriso e uma voz variante.
VocĂȘ mordeu o lĂĄbio, tentando se concentrar na conversa ao redor, mas a faĂsca de diversĂŁo em seus olhos era evidente. Quando um dos empresĂĄrios comentou algo particularmente engraçado, vocĂȘ aproveitou para rir alto e se afastar do rapaz, disfarçando o nervosismo e deixando a provocação de Jaehyun passar despercebida para todos, exceto para ele.
Quando os Ășltimos convidados se despediram, vocĂȘ sentiu um orgulho discreto ao receber elogios pela noite impecĂĄvel que organizou. Agradeceu a equipe, insistiu em ajudar a recolher algumas cadeiras, apesar das recusas dos funcionĂĄrios, e finalmente saiu pela porta, com a sensação de dever cumprido. Releu a mensagem que havia enviado ao seu motorista mais cedo, dispensando-o, e sorriu ao ver o carro do Jeong se aproximar. Talvez fosse por isso que vocĂȘ havia demorado tanto para sair, queria deixĂĄ-lo esperando, exatamente como ele fizera com vocĂȘ durante toda a noite.
Fingiu nĂŁo notar sua chegada e continuou andando.
â NĂŁo precisa de uma carona? â Jaehyun perguntou, apoiando o braço na janela aberta do carro, a cena tĂŁo caricata que vocĂȘ quase riu, mas se manteve firme, continuando a caminhar.
â Perigoso entrar no carro de um pervertido como vocĂȘ a essa hora da noite â Respondeu, com os braços cruzados e o queixo erguido â Meu motorista estĂĄ a caminho.
â Pervertido? Eu sou um cavaleiro! â Ele retrucou, fingindo-se ofendido â E, sinceramente, muito mais bonito que seu motorista.
VocĂȘ parou e se aproximou do carro, dando a volta para o lado do passageiro. NĂŁo era do tipo que exigia formalidades, mas esperou pacientemente que Jaehyun saĂsse do carro para abrir a porta para vocĂȘ. Com ele, vocĂȘ fazia questĂŁo.
No conforto do banco de couro, vocĂȘ tirou os saltos que estavam te matando, ligou o aquecedor e se aconchegou, como se conhecesse o carro de Jaehyun tĂŁo bem quanto o seu prĂłprio. Seus olhos se fixaram nas mĂŁos dele no volante, os dedos longos que vocĂȘ tanto adorava.
â VocĂȘ precisa se comportar melhor na frente dos outros â Comentou depois de um tempo, lembrando-se de como Jaehyun esteve provocador naquela noite â VĂŁo acabar descobrindo se continuar me provocando desse jeito. â Ou talvez fosse vocĂȘ que nĂŁo aguentaria e acabaria o beijando na frente de todos.
â E seria tĂŁo ruim assim? â Ele perguntou, virando o rosto para te encarar.
VocĂȘ sorriu e inclinou a cabeça, deixando um beijo suave no pescoço dele.
â Mas nĂŁo vai, porque nada se compara ao que temos â Sussurrou, ainda com a cabeça aninhada na curva do pescoço, embalada pelo perfume refinado que ele exalava.
6. things you said under the stars and in the grass - strollstappen
snippets from the if you could see 'em now verse
âYour dadâs gonna be pissed if he finds you up here.â
Lance just shrugs, the sound of Maxâs familiar footfalls and slight foreign lisp giving him away before his face even pops into view.
âMom says he needs to start walking more anyway, so if he canât make it up here, itâs not my fault,â Lance replies nonchalantly, staring up at the sky but losing count of the stars.Â
Heâs lying back on the grassy hill overlooking the bustling chaos of the Cowtown Coliseum, the air buzzing with excitement as the Bull Riders World Finals approach their climax. Max stands there for a moment, arms crossed, before plonking himself down in the grass beside Lance. His hands instantly go to the laces of his shoes.Â
Theyâre scuffed, stained, and falling apart; the kind of thing Lance knows Michael would hate. Remnants of a past life Max canât let go of.Â
âYou always do this,â Max accuses, yanking at a loose thread on his shoe. âAnd then Michael has a go at me because Lawrence is pissed at you.â
Lance huffs, pushing himself up on his elbows to meet Maxâs gaze. âThen donât come up here, genius. Go play with Mick or something.â
âMickâs a baby,â Max snaps, wrinkling his nose. âHe cries about the bulls too much. Michael says heâs too soft. You know how he gets when someone says that.â
Mick didnât like the idea of hurting the bulls. Lance remembers hearing their dads complain about Mick months ago, saying he didnât have a stomach for the sport.
Lance had bitten his tongue back then, knowing his opinion wouldnât matter. Max doesnât bother hiding his own disgust, thoughâhis face twisted with all the righteous indignation an eleven-year-old could muster.
It doesnât last long. Maxâs chest puffs out suddenly, pride lighting up his face. âMichael says Iâd make a better bull rider anyway. Theyâre gonna get me lessons when I turn twelve.â
Lanceâs frown deepens, an odd chill prickling down his spine like the winter winds back home in Montreal.
âYeah, well, good for you,â he mutters, lying back down and staring at the sky again, his jaw tight.
Max continues to chatter, but Lance tunes it out into white noise. It feels like an assault, the press of Maxâs ambitions sitting squarely on Lanceâs chest and suffocating him.
That strange feeling lingers long after Max climbs back down the hill. It sticks with Lance for years, settling on him like frost on a January morning. Persisting through every whispered conversation about Maxâs natural talent, every wide-eyed story of another milestone heâs crushed.Â
He struggles to name it but it grows, twisting in his chest like a bull knot pulled too tight.Â
Itâs not until almost a decade later, when heâs staring into Maxâs sharp blue eyes across the bullpen, that Lance finally recognises it for what it always was: resentment.
â
âI thought Iâd find you up here.â
The lisp is still there, though the tone is deeper now. It holds a fondness that Lance thought heâd long lost. He turns his head slightly, enough to glance at Max standing a few feet away.
âNeeded some space to think,â Lance mutters.
The hill hasnât changed much over the years. Itâs the same patch of grass overlooking the chaos of the coliseum below.
Itâs not the first time heâs retreated here to sit in the dark, nurturing the ghost of Max by his side; speaking words that met nothing but the cool Texan night. Now, with Max beside him in the flesh, it feels both grounding and unsettling, like a ship finally docking after years adrift.
But loneliness has carved itself into him and Lance feels the edge of instinct itching for him to push Max away again. Urging him to keep the hillside and all its countless stars to himself, the same way Max had forced him to exist for over a decade.
He doesnât give in to his wants. Instead, he pats the grass by his hip, his hand so much more encompassing in the space than when they were children.
Max hesitates for only a moment before sitting down, close enough that their shoulders almost brush. âWhatâs so important that you had to leave Liam to fend for himself with the other wives?â he asks, trying for mirth
It works, just enough to quirk up Lanceâs smile for a moment before the storm clouds win out and coat his tongue.
âIâm⊠Iâm thinking of telling Dad,â he admits.
Max doesnât react immediately but Lance hears the sharp intake of breath. Itâs tiny, barely audible, but then Maxâs hand is there, covering Lanceâs where itâs tearing grass out of the ground.
âHe wants us over for the holidays this year,â Lance continues, voice quieter now. âHanukkah falls on the same day as Christmas. And he, uh⊠He knows weâre friends again, at least he thinks he does. He invited Michael and Mick, too.â
Max shifts closer, his shoulder brushing against Lanceâs arm, the warmth of him tangible. âAre you worried he wonât take it well?â
Lance hesitates, his gaze fixed on the stars above. âI donât know. I mean⊠part of me thinks it will all be fine, but another part of meâŠâ He trails off, his voice cracking. âWhat if it changes everything? What ifââ
âLance,â Max interrupts gently, his tone steady. âWhatever happens, Iâm here. Weâre here. You donât have to go through it alone.â
Lance swallows hard, the words he wants to say getting caught somewhere between his thoughts and his throat.Â
Down the hill, he hears a familiar voice calling, and both men turn to see Liam, red-faced, half-stumbling to make his way up the incline, his face lit with determination.
âAnyway, Liam can charm anyone, even olâ Lawrence Stroll,â Max adds with a small smile.
notinhas da lala: foi o que eu consegui distinguir que provavelmente tenha nesse cenĂĄrio aqui, espero que gostem, beijo. Lembrando que nĂŁo foi revisado, entĂŁo talvez tenha algum errinho
Ela olhou para Mark, que estava fumando um cigarro. âTsc, tsc, tscâ estala a lĂngua. âTeu papai tĂĄ sabendo que tu veio? E ainda com essa sainha curta que dĂĄ pra ver sua bunda toda?â Ele deu uma tragada no cigarro, fumaça indo em seu rosto. Fazendo-a tossir um pouco.
âN-NĂŁo, Mark. Meu pai nĂŁo sabe nada sobre isso. Ele pensa que eu estou na casa da minha amigaâŠâ, ela respondeu, olhando para baixo.
Mark olha para vocĂȘ e ri alto. âNa casa da sua amiga? Deixa sĂł ele descobrir que vocĂȘ sĂł veio aqui pra mim meter nesse teu..â Ele mesmo se interrompe e logo depois te finta com um olhar e um sorrisinho malicioso.
VocĂȘ fica com uma cara de espanto, com a pergunta e o sorrisinho malicioso do cara. VocĂȘ nĂŁo sabe o que dizer. VocĂȘ nĂŁo estĂĄ preparada para essa pergunta, e nĂŁo pode acreditar que o cara estĂĄ perguntando isso para ti. Ela começa a chorar, e estĂĄ começando a ficar sem ar.
Mark acena para vocĂȘ, e depois lhe acolhe em um abraço, acariciando-lhe o cabelo.
Talvez nĂŁo faça muito sentido, mas pra vocĂȘ, pra vocĂȘ fazia muito sentido, e vocĂȘ nĂŁo conseguia se segurar quando ouvia algo que lembrava de todas as vezes que o seu pai reclamou no seu ouvido.
Diz, irĂŽnico, ao lembrar do dia em que vocĂȘs estavam juntos e vocĂȘ foi no banheiro, saiu de lĂĄ ofegante e com as pernas trĂȘmulas. Ele preferiu fingir que vocĂȘ nĂŁo tinha se tocado no banheiro feminino da festinha que estavam.
Disse com raiva, vocĂȘ achava que enganava ele, mas sĂł ele sabia que vocĂȘ nĂŁo era a garotinha inocente que seu pai criou, ele sabia que vocĂȘ nĂŁo era a menininha perfeita do papai, porque ele jĂĄ tinha de corrompido.
Disse antes de atacar seus lĂĄbios, jĂĄ metendo a lĂngua molhada lĂĄ dentro, as mĂŁos segurando seus pulsos, prensando-a cada vez mais contra o chapisco.
Explorando cada cantinho da sua boca, lĂnguas se entrelaçando, ereção pressionando cada vez mais contra a sua buceta.
Ainda te beijando, começa a desabotoar a calça baggy que usava, deixando seu pau duro saltar para fora, encostando em seu estÎmago.
Arrancou sua calcinha fininha, aquele pano vagabundo que quase se rasgou quando ele tirou de ti.
Ele agarra um punhado de sua bunda levantando vocĂȘ em sua grossura. ele nĂŁo percebe o calor em cascata da sua boceta, suas dobras escovando seu pau duro. Desliza para dentro com certa dificuldade.
VocĂȘ chora e geme contra ele, mal se continhando.
âM-Markie.. Ah.. Mais devagar..â seus gemidos ficaram tĂŁo baixos aos ouvidos de Mark, era como se ele nĂŁo escutasse, Mark eleva seu nĂvel de visĂŁo de volta ao seu rosto desalinhado.
âPorra!â Seus ouvidos vibram contra o gemido estridente que ele ecoa pelo beco silencioso e frio, Mark arrasta seu corpo de volta para baixo sem pensar fodendo em vocĂȘ.
Empurrando com toda a sua força. A ponta dele atingindo o ponto mais sensĂvel do seu corpo fazendo vocĂȘ gemer alto, vocĂȘ estava resmungando, babando e se tornou basicamente bĂȘbada.
Mark bombeou em ti mais algumas vezes antes de te encher novamente, e entĂŁo, sua porra se misturou com a dele, vocĂȘ estava arruinada.
Nem sabe como que iria voltar pra casa destruĂda.
Mark desliza para fora de vocĂȘ, vestindo suas calças novamente e deixando um selar na sua boquinha, que agora estava babada e levemente aberta.
Estava mole, as pernas tremiam e com toda certeza jĂĄ teria caĂdo se nĂŁo fosse por Mark te segurando.
âMeu bebĂȘ ficou cansadinho, foi?â
Diz irĂŽnico, sem um pingo de dĂł.
âVamos te ajeitar de novo, vocĂȘ tem que voltar igual uma bonequinha pra casa, pro seu papai ver que vocĂȘ se comportou muito bem na casa da sua amiga.â
notinhas da lala: gostou? se sim, considere deixar um like, um reblog, uma crĂtica ou algum feedback na minha caixa de perguntas.
Odiou a decisĂŁo e fez birra durante a manhĂŁ todinha pedindo para ele meter sĂł um pouquinho. Mas nada adianta, em vez de pica, ganha uma carranca e nariz torcido "TĂĄ doida garota... fazer isso nĂŁo, vou te machucar"
"vai nada" diz manhosa, agarra o peitoral da um empurrĂŁozin' de leve. Resmunga baixinho "para de me negar pica homem"
"TĂĄ me tirando. Para de mentir que eu sei que vai doer pra caralho "
"Amor nĂŁo vai! NĂŁo doi!"
"vai sim princesa. VocĂȘ nem deveria tĂĄ pensando nessas coisas agora, coloca uma bolsa de gelo pra apagar esse teu fogo. Nunca vi CĂłlica de tesĂŁo"
E ele te nega de novo. Mas quando te vĂȘ igual uma gatinha no cio, se esfregando no corpo dele toda vez que dĂĄ um mole, decide te dar um pouquinho de pau, porque, segundo vocĂȘ era para seu prĂłprio bem.
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Era apenas mais um dia comum na vida de Jeonghan, estava na sala de estudos da universidade ao seu lado, novamente por mais uma de suas discussĂ”es estĂșpidas.
â Que sexta-feira incrĂvel. â vocĂȘ disse com ironia.
â Realmente. â Jeonghan lhe respondeu. â Eu adoro ficar do seu lado. â revirou os olhos.
â Que parte do silĂȘncio vocĂȘs nĂŁo entenderam? â o inspetor perguntou. â Continuem organizando os livros.
Reclamaram mas continuaram o trabalho, empacotaram livros e mais livros, tiraram o pĂł que havia nas prateleiras e discutiram mais algumas vezes, mas nada que os fizessem passar mais tempo alĂ.
â Espero nĂŁo ver a cara de vocĂȘs na sexta-feira que vem. â o inspetor disse rĂspido enquanto liberava vocĂȘ e o Yoon da sala.
â Tchau inspetor. â sorriu e acenou, largando vocĂȘ e o funcionĂĄrio alĂ.
â Tchau inspetor. â se despediu e foi em direção ao ponto de ĂŽnibus, jĂĄ que morava relativamente longe da universidade.
O ĂŽnibus demorou uma eternidade Ă chegar, consequentemente vocĂȘ chegou mais tarde em casa. Foi para seu quarto, deixando seus materiais em cima da cĂŽmoda, se despindo em seguida na intenção de tomar um banho para relaxar.
Detestava o Yoon com todo o seu corpo. Odiava o sorriso sarcåstico que ele dava no meio de suas discussÔes, detestava o håbito do mesmo ficar arrumando o cabelo enquanto a provocava, e repudiava a mania que ele tinha de ficar mordendo os låbios para não responder os professores.
Ele era sempre bem humorado, te tratava bem, tinha notas excelentes e um sorriso que a deixava boba. A Ășnica coisa que nĂŁo gostava nele eram os amigos mal caminho dele, Kim Mingyu e Jeon Wonwoo. Mas isso era irrelevante.
â AmanhĂŁ tem o teste do time de tĂȘnis de mesa. â Mingyu comentou. â VocĂȘ que vai estar lĂĄ como jurado?
â Ă, vou ser eu sim. â respondeu. â Poderia ser o Joshua, mas ele falou que vai estar ocupado amanhĂŁ.
â Ocupado comendo a buceta de alguma caloura. â Wonwoo falou.
â Sorte a dele. â Mingyu riu.
Escutaram o sinal bater, o que significava que mais um dia de faculdade havia se passado.
â E o que vocĂȘ quer que eu faça com essa informação? â perguntou, olhando para os amigos em seguida, esses que o olhavam com um sorriso no rosto.
â A gente tem que ir na casa da sua mĂŁe, lembra S/N? Ela deve estar preocupada. â Jeonghan continuou e saiu te puxando dali, deixando o Choi enfurecido para trĂĄs, enquanto os amigos tentavam de maneira atrapalhada o acalmar.
â Obrigada. â falou baixinho.
â NĂŁo tem por que me agradecer. â respondeu.
â Por que me ajudou? â perguntou envergonhada.
â Quer que eu te mande a real? â olhou para vocĂȘ.
â Seja bem vinda ao meu humilde teto. â falou.
E de fato era uma casa bem simples, mas muito bonita. A sala e a cozinha eram divididas apenas por uma ilha de mĂĄrmore cinza e banquinhos redondos em um cinza um pouco mais escuro.
â A gente desse jeito. â se referia a posição que se encontravam, Jeonghan deitado no sofĂĄ com vocĂȘ abraçada a ele enquanto assistiam uma novela qualquer.
â Se prepare por que tem muito mais por vir. â disse.
â NĂŁo duvido dono da biqueira. â riu.
â Tonta. â respondeu, logo dando um selinho demorado em seus lĂĄbios. â Quer dormir aqui? â perguntou.
â âSatoru propĂ”e uma aposta simples para Suguru: quem conseguisse acertar o nĂvel da maldição com a qual lutariam na missĂŁo poderia pedir algo para o que tivesse errado. A complicação vem quando o ganhador faz um pedido inusitado.â
â (Eng) âSatoru proposes a simple bet to Suguru: the one who guessed the missionâs curse grade could ask something to the other. It gets complicated when the winner makes an unusual request.â