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Sem controle de existência alguma, inclusive da minha. Observado as duas faces do realismo, olhando o que a mente e a frente me vinha. Meio ambiente, um mundo barulhento e estridente que se desespera e tende ao caos. "Mas nunca esqueço de deixar para o futuro ao menos uns recados" Que tende ao certo, ao que eu quiser, mas, principalmnte, ao que quiserem que eu queira. Nesta realidade que de profundo eu só conheço a beira, Rejeitando planos feitos e criando os meus tão cheios de mim, Repletos de escapismo, idealismo, jornalismo, objetivismo que não leva a outro lugar além do fim. "Faça o que quiser fazer, seja quem você quiser ser!" "Ah, não, esquece, isso você não pode ser!"
"Você precisa disso para viver?" ou "esteja pronto para o que der e vier" Uma alma que não sabe nem onde está, mas tão convicta de seus pensamentos dúbios. "Tudo não passa de uma fase" e mais "estou tendo outros daqueles dias ruins" Esvaindo como doces memórias de alguém com amnésia. Lindos eflúvios. Coisas simples, que a maioria do mundo abomina. Mas, se parar para refletir, estão todos colados na retina. Moscas volantes, tão elegantes, que perguntam com amor: "Ei, o que é isso além de dor?" Ah... Um tanto quanto provocantes. Fazem com que eu caia, e saia. Buscando tudo o que eu nunca soube que sempre quis. E conseguindo com que eu seja o que eu nunca fui ou deixei de ser. Vai saber...











