Aqueles que tem um laço forte acabam arrumando um jeito de se encontrar, porque o destino está fadado a se repetir.
( Meu Demônio Favorito )

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Aqueles que tem um laço forte acabam arrumando um jeito de se encontrar, porque o destino está fadado a se repetir.
( Meu Demônio Favorito )

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Aqueles Que Se Perderam na Floresta.
Muitos dizem que as florestas guardam muitos segredos. Suas folhas crescem e caem todos os anos, mas, com o vento, viajam pelo ar e observam tudo de longe. Seus troncos pintam histórias de eras passadas, como olhos observando o passado, o presente e o futuro. Muitos dizem que as florestas sabem os seus piores segredos e onde todos os corpos que você escondeu estão enterrados. As árvores contam histórias e a terra sabe onde você pisou. O rio sabe o sangue que você lavou. E os pássaros observam tudo que você faz. Muitos dizem, também, que você está sozinho quando entra em uma floresta por si só. Mas eles estão de fato errados, a floresta está observando. E observando tudo.
Eu nasci em uma pequena comunidade que vivia dentro do infinito bosque de Roxheller. Para os olhos exteriores, éramos estranhos e reservados por nossos hábitos incomuns e desconfortantes. Mas não fazíamos nenhum mal a ninguém, ao menos era o que eu acreditava quando era mais jovem e ingênua.
Todos os dias em Roxheller pareciam como um sonho, não um sonho exatamente bom e nem exatamente ruim, mas você não pensava muito enquanto estava por lá, não sentia muito também, apenas vivia. Nunca houve muitas brigas em nossa comunidade e era muito difícil as pessoas se apaixonarem também. Ninguém conhecia muito um do outro, exceto, talvez, o seu nome e onde vivia. Às vezes, quando calhava, sabia-se também o que essa pessoa fazia e a sua família, mas é só. Ninguém se interessava na vida um do outro, éramos todos estranhos vivendo juntos nesta comunidade onírica e distante de uma sociedade urbana.
Atualmente eu vivo em Boston, sou secretária de um advogado comum em uma firma qualquer. Meus dias se resumem à não me atrasar e não se atropelada por carros dirigidos por pessoas mais apressadas do que eu. Vivendo uma vida completamente diferente da que eu vivi na minha infância em Roxheller. Nestes últimos dias eu me peguei pensando na minha infância naquele lugar e como todas as memórias parecem desvanecer como se fosse um sonho recente. Sempre que eu penso demais sobre a minha infância, sem nem sequer perceber, eu passos horas sentada em uma cadeira ou deitada na minha cama apenas encarando o teto vazio, como se estivesse hipnotizada por memórias. Antes de sair de lá, eu nunca tinha notado como aquelas pessoas eram estranhas, como aquele lugar era bizarro e assustador. Como parecia que uma espécie de hipnose rodeava o lugar para todos ignorarem as estranhezas e bizarrices de lá. Até hoje eu mesma não sei dizer se aquele lugar era ruim ou bom, eu simplesmente não consigo sentir nada daquele lugar, exceto, talvez, uma nostalgia.
Por isso eu escrevo para você, não sei se é para encontrar algum conforto deste pedaço estranho da minha vida ou se é na esperança de você conseguir resolver o mistério de Roxheller, mesmo assim, escrevo.
Nos últimos dias, estou tendendo a pesquisar mais sobre aquele lugar e me aprofundar cada vez mais na sua história inconstante. Roxheller não é um lugar muito antigo e nem muito novo, e pela própria natureza reclusa daquela comunidade, não há muitos registros sobre o lugar. E também não há como contatar muitas pessoas por lá, a tecnologia não é abundante em Roxheller. Não usávamos computadores ou celulares, mas tínhamos energia e outros pequenos luxos da sociedade moderna. Não havia necessidade ou utilidade em ter algum veículo, exceto uma bicicleta, quem sabe. As ruas de Roxheller eram todas tortuosas, estreitas e nenhuma era asfaltada. O motivo? Dávamos muita importância à natureza. As únicas árvores e plantas que matávamos eram aquelas necessárias. E realmente dizíamos “matar” no sentido mais cru e frio da palavra. Acreditávamos que dizer “cortar” uma árvore era dar pouca importância para aquela vida, afinal de contas, estávamos mesmo “matando” algo, esse pensamento era natural para mim lá. Por conta disso, as estradas costumavam desviar de árvores e plantas, o rio que cortava a comunidade não tinha ponte e todas as casas eram decoradas com vinhas e flores trepadeiras que não ousávamos matar. Quando de fato precisávamos matar algo para tal, era sempre um evento importante. Tínhamos os nossos açougueiros, os homens que matavam as árvores e plantas quando se precisava. Lembro de ver aqueles homens em ação quando criança, por algum motivo, lágrimas escorriam dos meus olhos, mas eu não me sentia triste, meu pai me olhava com o seu olhar frio de sempre e parecia satisfeito quando eu demonstrava pesar ao ver a cena cruel daquela execução. Eu ainda conseguia me lembrar do pensamento que eu tive naquele momento, eu não chorava pelas árvores, mas sim pelos homens que estavam às matando, eles estavam condenados. Na época eu não tinha notado, afinal de contas, não prestávamos muita atenção uns nos outros. Mas aqueles homens que mataram aquelas árvores desapareceram na floresta e nunca mais foram vistos. Se você perguntasse para qualquer um o que tinha acontecido com eles, eles apenas responderiam: “Ah, eles? Se perderam na floresta.” e apenas isso, uma vida por outra vida, eu suponho.
O mais próximo que tínhamos de uma prefeitura era a casa do meu pai, que a comunidade passou a aceitar como uma espécie de líder. Ninguém chamava ele por títulos, apenas pelo seu primeiro nome, mas havia respeito na postura daqueles que o cumprimentavam com tons monótonos e neutros de sempre, a pouca emoção que nós demonstrávamos. E acredite em mim, não haviam registros ou documentos naquela comunidade. Se alguém morresse era possível que ninguém notasse. Não haviam cemitérios lá, mas estranhamente, eu nunca vi nenhum corpo por onde quer que eu andasse. Quando chegava a hora, as pessoas simplesmente se perdiam na floresta, era essa a fantasia que eu vivia. Como criança, eu conhecia a morte e como ela poderia ser terrível e cruel, mas eu não sentia medo dela, ela vinha como algo natural e ela não parecia ser tão terrível para nós, afinal de contas, quando o momento chegasse, eu iria simplesmente me perder na floresta, não parecia um destino tão terrível.
Você precisa entender que eu tenho pouquíssimas memórias reais daqueles tempos. Somado ao fato de que eu era apenas uma criança, aquele lugar era estranho e não me permite lembrar muito dele. As memórias começaram a voltar aos poucos conforme eu conduzia a minha pesquisa individual, e até hoje elas não voltaram por completo. Durante os meus lapsos de memória, eu nunca consegui identificar se era uma memória real ou um sonho que eu tive na época, então elas são pouco confiáveis. Tendo esses fatos em vista, fica mais fácil entender o motivo de eu ter seguido esta investigação apesar do que eu irei contar. E antes de contar sobre a minha memória/sonho mais estranho e bizarro e sobre o encontro que eu tive, preciso contar o que eu sei e o que eu encontrei sobre Roxheller durante o meu tempo de pesquisa.
Até onde eu sei, Roxheller não é uma cidade nem um distrito de nenhuma outra. Sempre nos considerei uma comunidade. Para falar a verdade, Roxheller nem sequer é o nome da nossa comunidade, este é apenas o nome do bosque onde morávamos, nunca tivemos um nome propriamente dito. A única conexão que a comunidade tinha com o mundo exterior era uma estrada de terra que se conectava à uma avenida nos arredores do bosque, por onde carros passavam tranquilamente. Mas a estrada era tão sutil e estreita, que é fácil nem sequer notar que existe um caminho ali. Eu nunca vi nenhum morador de Roxheller, além de mim, sair daquele lugar. Quem sabe alguns dos que “se perderam na floresta”, na verdade foram embora. Quem sabe eles ainda dizem uns para os outros que eu me “perdi na floresta” também. Até mesmo a minha ida para fora daquele lugar é de natureza estranha, e se conecta com o tal “encontro” que eu citei anteriormente.
A floresta em si não parece ter nada demais, existe um único rio cujo nome eu não consegui encontrar que atravessa o bosque. Este é outro fato estranho, eu me lembro muito bem em todas a memórias mais vívidas da minha infância que existia um rio que atravessava a nossa comunidade, ele era longo e seguia o seu caminho até para fora do bosque. Apesar disso, nenhum mapa ou satélite que eu procure indica a existência de qualquer rio que atravesse aquele bosque. Este é um mistério que eu nunca resolvi. Existem relatos de colonizadores e pequenas fazendas se estabelecendo aos arredores de Roxheller na época da colônia. Estranhamente, não existe nenhum relato de ninguém sobre o bosque, eu apenas sei que era próximo por conta da localização mapeada em mapas antigos, era o mesmo lugar, mas em nenhum relato havia a existência de um bosque antes. As montanhas são as mesmas, as planícies continuam as mesmas, mas Roxheller, nunca foi citado.
Até mesmo o nome Roxheller é digno de um mistério, ninguém sabe por que se chama assim, e nem sequer qual a origem deste nome. Na época para mim, parecia ser o sobrenome de alguém, então eu fui atrás desta pista apenas para encontrar uma história da época da guerra de secessão. Nesta história estranha, um tal Capitão Roxheller comandava tropas que saíram de Boston e marcharam para servirem de reforços contra os Confederados. As tropas nunca chegaram ao seu destino, uma batalha foi perdida pelo fato de que os reforços nunca chegaram, na época os comandantes se preocuparam com uma emboscada inimiga em território considerado seguro, mas seguindo o caminho que a tropa deveria fazer, não havia rastros de batalha. Curiosamente, um dos soldados foi encontrado. Segundo os relatos de um médico de campo que procurou tratar o soldado, ele não parecia ferido ou doente, mas morreu no dia seguinte. O único relato que o jovem soldado deu quando perguntado sobre o que aconteceu era que eles se perderam na floresta.
Você deve imaginar como isso fez eu me sentir. Aqueles foram os últimos momentos da minha investigação, que eu supus que já tinha ido longe demais e já estava me aterrorizando. Mas eu não conseguia tirar aquilo da minha cabeça, e para ser honesta, até hoje eu não consigo. Eu dormi com estes mistérios enrolados na minha cabeça como raízes, foi quando aquela memória, ou talvez, aquele sonho veio a mim.
Para ser clara, eu não sonhei com aquilo nestes últimos dias, esta era uma memória que eu tenho da minha infância, um dos meus últimos momentos em Roxheller. O motivo de eu também considerar que seja um sonho ficará claro quando eu contar. Até hoje eu nunca entendi o que de verdade aconteceu naquele dia.
Eu lembro que era um dia chuvoso, pois eu acordei com o som da água batendo contra as folhas e do cheiro de terra molhada me cumprimentando. Eu fiz minhas tarefas matinais com a rotina de sempre e nenhum dos meus pais estava em casa no dia. Eu não estranhei, por algum motivo, apesar de eles sempre estarem em casa quando eu acordo. O tempo passou conforme eu observava a chuva que nunca parecia que iria parar, a comunidade estava vazia, todos escondidos em suas casas da chuva forte. Eu não sei se foi o fato de que os meus pais estavam demorando ou se eu apenas queria dar um passeio pela comunidade, mas eu saí de casa, pés descalços com apenas um vestido fino claro me cobrindo. Eu comecei a caminhar, agora ensopada pela chuva com a ponta do meu vestido suja de lama conforme eu andava pela comunidade. Por algum motivo eu lembro de ter fechado os olhos, para aproveitar a caminhada e a chuva contra o meu rosto, eu só consegui abrir eles minutos mais tarde e eu estava dentro da floresta. Apesar de ser uma situação assustadora para uma criança, eu não temi, eu apenas continuei a caminhar à esmo até ter uma visão deslumbrante, mas ao mesmo tempo, assustadora.
Notei que um cervo com gigantescas galhadas e olhos que brilhavam em branco através da névoa me encarava ao longe. Talvez fosse o fato de eu ser uma criança em um ambiente tão hipnotizante, mas algo me fez acreditar que aquelas galhadas daquele servo subiam aos céus e desapareciam na neblina para sempre. O cervo se aproximou e eu notei que ele tinha presas saindo de sua boca, ele era lindo e agora que estava próximo, seus olhos eram verdes como folhas, mas empalideceram pela neblina e pela chuva.
- O que uma garota como você faz por aqui, tão longe na floresta? – O cervo me perguntou e eu paralisei. Sim, um cervo estava conversando comigo, por esse mesmo motivo eu acredito que tudo foi um sonho. Mas eu também acredito que possa ter sido realidade, não o fato de um cervo estar conversando comigo, mas eu acredito que, como criança, eu possa ter distorcido esta memória e imaginado toda a conversa na minha cabeça. Então apenas continuarei a história.
- Estou perdida – Respondi, não parecendo me importar de que um cervo estava conversando comigo e nem pelo fato de que ele parecia estar sorrindo bizarramente com as suas presas estendidas.
- Perdida, é? Muitos se perderam por aqui, sabia?
- Eu sei.
- E qual é o seu nome, garota perdida?
O cervo perguntou, enquanto me circundava e eu apenas encarava-o, confusa.
- Como você pode perguntar o meu nome e nem diz o seu.
De forma bizarra e estranha, o cervo riu e concordou com a cabeça.
- Acontece, minha querida garota perdida. Que eu não tenho nome, não mais.
- O que aconteceu com o seu nome?
- Se perdeu com os outros.
- Você quer ajuda para encontrá-lo? – Eu perguntei, inocentemente.
- Não, não – O cervo falou seriamente – O que foi perdido jamais deve voltar, é assim que as coisas devem ser, garota perdida.
- Mas... Por que?
- A floresta reivindicou estas coisas. Elas pertencem à floresta agora.
- Por que?
- Você faz muitas perguntas, garota perdida. Sabia disso?
- Mas... eu estou curiosa.
- Aqui não é lugar para pessoas curiosas. Nem para aqueles que procuram o que foi perdido. Algumas coisas devem sempre permanecer como um mistério, garota perdida.
- Mas... e se eu quiser saber? – Insisti.
- Você não deve.
- Mas e se eu quiser?
- Então você não pertence à floresta – O cervo disse, finalmente parando na minha frente, com um tom sério e definidor.
- Eu... não entendo.
- É assim que as coisas devem ser, garota perdida – O cervo disse em um tom misterioso – Mas como você parece tão ávida, me deixe lhe oferecer uma proposta.
Interessada, eu parei e comecei a ouvir atentamente o que o cervo iria me falar.
- Eu posso lhe contar um pouco dos segredos da floresta, o que jaz além das folhas, porém, você nunca mais deverá retornar para cá, pois quando a sua curiosidade vencer, não pertencerá mais à floresta e não será mais uma de nós. A curiosidade vale o exílio?
- E os meus pais?
- Nunca mais os verá.
- E os outros?
- Ficarão na memória.
Eu analisei o cervo, começando a crescer na dúvida.
- Eu não acredito em você. Como um cervo pode me banir da floresta? E apenas por querer saber como ela funciona?
- Você pode não acreditar. As coisas continuarão sendo como são.
- Você é mal.
- Eu? Mal? – O cervo riu novamente – Garota perdida, você não conhece a maldade, não ainda. A maldade vem com a curiosidade, pergunte para os homens lá fora. Eles foram curiosos.
Em silêncio em permaneci, a minha curiosidade infantil e descrença no cervo estava vencendo o medo inexistente de nunca mais ver ninguém da comunidade. Mas como eu tinha dito, ninguém jamais se esforçou para ser próximo de mim e todos eram distantes lá. Não havia motivo para eu temer o exílio, era o que eu pensava.
- Sr. Cervo – Eu falei.
- Sim?
- Eu quero saber.
Ele não sorriu desta vez, parecia mais desapontado do que satisfeito como estivera enquanto conversava comigo.
- Tem certeza? – Ele me perguntou, soou mais como um aviso do que como um pedido de confirmação, uma tentativa infrutífera de me parar, mas ele sabia que ele não tinha esse poder. Se ele não me contasse naquele momento e me negasse o conhecimento, eu apenas iria procurar de outra forma, a curiosidade sempre permaneceria.
- Tenho – respondi, e eu nunca tive tanta certeza de algo antes. Pela primeira vez, comecei a sentir um arrepio no peito e um nervosismo após completar a minha frase.
- Pois muito bem – Ele suspirou – Caminhe comigo, lhe mostrarei o outro lado.
Eu comecei a caminhar com ele, o cervo trotava lentamente através das árvores e dos rasos riachos.
- Você parece triste, Sr. Cervo.
- Eu estou, garota perdida.
- Por que?
- Por que agora você ficará perdida para sempre – Ele disse, havia pesar em sua voz.
- O que isso significa?
- Espero que um dia entenda, garota perdida – Ele falou – As florestas não guardam os segredos que você busca descobrir, os segredos que guardam a floresta.
- Eu não entendo – Eu falei, esperando que ele explicasse melhor.
- Eu sei – Ele disse, e foi a última coisa que eu me lembro dessa conversa, dessa memória ou desse sonho. A minha memória mais recente após essa foi eu estando no meio da chuva à noite quando fui encontrada pela minha família adotiva. Essa memória já é viva para mim e não parece mais desvanecida como as outras. Eu sempre contei para eles que meus pais tinham me abandonado por que eu não saberia explicar de onde eu vim ou como eu fui parar ali. Eu jamais saberia explicar isso para ninguém, mas espero que você consiga me entender.
Eu planejo escrever mais se eu lembrar de mais coisas, como você pediu, mas tem algo que eu preciso fazer depois de tudo isso, apesar de ser contra a sua recomendação. Eu preciso procurar Roxheller mais uma vez. Eu ainda lembro onde é, ainda lembro a pequena estrada de terra que levava à comunidade e acredito que eles ainda estão lá. Preciso entender o meu passado e entender o que tudo isso significa.
Estarei mandando estas páginas para o endereço que você me indicou em Boston, até agora não entendo por que me pediu para escrever tudo à mão, mas eu aceitei a sua condição. Escreverei mais quando voltar da minha viagem. Apesar de tudo isso, eu ainda acredito que tudo pode ser uma montagem da minha cabeça traumatizada, acredito que tudo pode ser um sonho que as coisas tem explicações razoáveis.
No final do dia, eu ainda acredito que eu não me perderei na floresta.
há esperança para todos aqueles que ainda acreditam no amor.
b.
A solidão pesava quando eu via toda aquela gente feliz reunida conversando e me deixando de fora...no meu aniversário.
"Não, eu não sou Maria Gasolina. Também não vou amar você por ter me dado uma porção de batatas, e sim por me dar uma porção de amor e carinho."
Fonte: mudalize

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Divino me Mantenha conectada com o meu coração e que eu saiba direcionar corretamente o meu caminho buscando o melhor de mim , sendo guiada pelo amor e pela luz do Espírito Santo. Gratidão pela vida que me foi dada! 🙌🏼🤗🙏🏾 #projetocorpopotente #desafio #corpo #mente #espirito #energia #que #eu #descubra #o #melhor #de #mim #e #que #eu #possa #desfrutar #do #amor #da #minha #familia #aqueles que realmente me ame#Amém.
eles
Ele se veste, Ela se arruma. Eles se encontram,
se abraçam
e vão embora.
O aroma dele nela. e o perfume nele dela.
01:20 | 20-01/18
Série: coisas de cada dia