Estoy viva, lo sé porque mi corazón palpita y mi alma agoniza.
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Agoniza
como fuera del mar
se lástima
siente enfriar
agoniza
quiere cerrar
la llama
que hace vibrar
 Temos a honra imensa de apresentar a vocês o AGONIZA, quarteto formado em 2020, ou seja, grupo muito recente e que já começou dando a cara
Da glĂłria nos anos 80/90 ao caos: o futebol carioca agoniza e beira a falĂŞncia
Flu NotĂcias - https://flunoticias.com.br/11/2018/da-gloria-nos-anos-80-90-ao-caos-o-futebol-carioca-agoniza-e-beira-a-falencia/
Da glĂłria nos anos 80/90 ao caos: o futebol carioca agoniza e beira a falĂŞncia
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Com o ​Palmeiras em vias de sagrar-se campeĂŁo nacional e o ​Fluminense em situação delicada na semifinal da Sul-Americana – perdeu o jogo de ida para o AtlĂ©tico-PR por 2 a 0 -, os quatro grandes do Rio de Janeiro caminham para encerrar mais uma temporada sem conquistas relevantes. A Ăşltima taça nacional/internacional de um carioca foi a Copa do Brasil de 2013, celebrada pelo Flamengo. Lá se vĂŁo cinco anos de seca, frustrações e sofrimento para as maiores torcidas do RJ, que nĂŁo há muito detinham o posto de potĂŞncias do paĂs.
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Desde a virada do milĂŞnio (2000-hoje), os quatro grandes do Rio de Janeiro somam, juntos, somente nove tĂtulos nacionais/internacionais de expressĂŁo: 4 Campeonatos Brasileiros, 4 Copas do Brasil e 1 Mercosul. Neste mesmo espaço de tempo, ​o Cruzeiro soma sozinho sete trofĂ©us relevantes. A partir destes nĂşmeros, questionamos: em que momento o futebol carioca se tornou tĂŁo fragilizado e pouco competitivo? O que foi preponderante para o nĂtido declĂnio tĂ©cnico e estrutural dos clubes cariocas em questĂŁo de dĂ©cadas?
Uma sĂ©rie de fatores em conjunto podem explicar o panorama atual de decadĂŞncia. A começar pelo macro: a cidade do Rio de Janeiro vive, nos Ăşltimos anos, uma crise polĂtico-financeira de grandes proporções, cenário que obviamente atinge microestruturas sociais como o futebol. Escassez de recursos do Estado e violĂŞncia urbana transformam o esporte em um lazer secundário, diminuindo o interesse popular em consumir futebol. Menos gente no estádio = menos receita e mais dĂvidas. Mas essa explicação ainda nĂŁo Ă© suficiente.
Os abusos financeiros de antigos gestores gerando heranças deficitárias “empurradas com a barriga” por seus sucessores; a corrupções das entidades que gerenciam o futebol carioca e a continuidade do prestĂgio aos “abutres” que enxergam o esporte apenas como meio de poder e enriquecimento (Eurico Miranda, por exemplo); a preocupação tardia com infra-estrutura e o baixo investimento direcionado aos aparatos fundamentais para o desenvolvimento da prática esportiva: CT de ponta e tecnologia para prevenção e recuperação de jogadores; descaso com o futebol de base, visto pelos clubes cariocas apenas como potencial mercadolĂłgico (lucro com negociações futuras ao futebol estrangeiro);
Sentindo a “água batendo no pescoço”, o Flamengo de Eduardo Bandeira de Mello (2013-2018) iniciou um processo complexo e profundo de quitação de dĂvidas, com o objetivo de tonar o clube saudável financeiramente. A sobrevida no caixa rubro-negro, com potencial de investimento muito maior agora, pode e deve gerar frutos futuros – essa Ă© a expectativa do torcedor -, já que o sucesso administrativo da atual gestĂŁo (​se encerra em dezembro deste ano) nĂŁo veio acompanhado das glĂłrias esportivas fundamentais para um clube gigante.
Na contramão do clube da Gávea, seguem Botafogo, Fluminense e Vasco, imersos em atrasos salariais – o Tricolor carioca, por exemplo, deve aproximadamente R$ 9 milhões ao elenco atualmente – e constantes lutas contra o rebaixamento. Gestões éticas, profissionais e comprometidas com a lisura e transparência institucional são urgentes para o resgate destes clubes, antes que seja tarde demais. Camisa pesada não é garantia de imortalidade, e o sinal já está vermelho nas Laranjeiras, em São Januário e em General Severiano.
Link da notĂcia original: Da glĂłria nos anos 80/90 ao caos: o futebol carioca agoniza e beira a falĂŞncia
EN CALPULALPAN, AGONIZA PRODUCCIÓN DE PULQUE
EN CALPULALPAN, AGONIZA PRODUCCIÓN DE PULQUE
En Calpulalpan, la decadencia de la industria pulquera comenzĂł con la sobreexplotaciĂłn del maguey, ahora mismo solo queda un tinacal y tres tlachiqueros, todo ha desaparecido.
Lo anterior fue dicho por el cronista de Calpulalpan, Alejandro MartĂnez Contreras, quien dijo que “en Calpulalpan los tinacales ya son historia”.
Fuente: propia
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Emanuel, el hincha de Belgrano que agoniza tras ser tirado por la tribuna El sábado se disputó el clásico entre Belgrano y Talleres de Córdoba. Mientras se jugaba el partido, un grupo de hinchas de Belgrano arrojó a Emanuel Balbo desde una boca de salida del estadio Mundialista Mario Alberto Kempes.
Un gran latir de serrucho en el estadio, mientras la ciudad agoniza de pobreza
Cali
Photo by @elreticente
Por el recorte presupuestario, agoniza la ciencia y la tecnologĂa
Por el recorte presupuestario, agoniza la ciencia y la tecnologĂa
SegĂşn las estimaciones de los cientĂficos, la brutal poda presupuestaria llega al -56% en el presupuesto 2017. Además hubo importantes recortes en la Agencia, en la CONEA, en el INTA y en el INTI, entre otros organismos. Temen que vuelve la fuga de cerebros. “Es un problema inverso, de rebalse, porque los investigadores no se van. Como hemos creado condiciones adecuadas, ya tienen 30 años,…
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