âť› ——— Holy shit, what the fuck? ❜ Savannah largou a bebida abruptamente sobre o mármore do bar ao sentir o chĂŁo se estremecendo e aquela voz misteriosa falando palavras de Ăłdio aos semideuses e seus parentes divinos. A filha de VĂŞnus nĂŁo se concentrava nos dizeres de seja quem fosse, ou o que fosse, os olhos se focalizavam em tudo ao se redor sob a adrenalina provinda da benção de Marte, mas nĂŁo completamente. Os olhos quase saltaram das Ăłrbitas ao assistir a fortaleza de JĂşpiter desmoronar; indicava que algo, muito maior que os deuses, estava vindo. Correndo atrás das vĂtimas presas sob as árvores, as palavras e gritos de horror dos campistas se abafavam Ă medida que chegava mais perto dos semideuses para o seu encontro. A semideusa ajudava a socorrer os mais novos debaixo de galhos de árvore e outros a se dirigirem aos curandeiros de Febo e Apolo. ❛ ——— VocĂŞ aĂ, me ajuda com o bĂŞbado. âťś Era evidente que ela se referia ao garoto filho de DionĂsio, o qual tropeçava nos prĂłprios passos e dificultava o auxĂlio de Savannah ao se locomover Ă barraca improvisada dos curandeiros. ❛ ——— Adeline, nĂŁo Ă©? âťś
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